quinta-feira, 30 de abril de 2015

Emancipações: Projeto passa na CCJ

A Comissão de Constituição e Justiça e de Cidadania (CCJ) aprovou, há pouco, a aceitabilidade da Proposta de Emenda à Constituição (PEC) 56/07, que devolve aos Estados o direito de legislar sobre a criação, a incorporação, a fusão e o desmembramento de municípios.

Pelo texto, esses atos serão feitos por lei estadual, obedecidos os requisitos previstos em lei complementar, após consulta prévia às populações diretamente interessadas por meio de plebiscito.

Autor da PEC, o ex-deputado Vicentinho Alves (PR-TO) justificou a proposta afirmando que desde 1996, com a promulgação da Emenda Constitucional 15, tornou-se inviável a criação de novos municípios. Com a emenda 15, a criação de municípios continuou a ser autorizada por lei estadual, mas apenas dentro do período determinado por lei complementar federal.

Relator na CCJ, Décio Lima (PT-SC) recomendou a aprovação da PEC principal e das apensadas 101/2007 e 23/2011. “Nada vejo nas propostas que tenda a abolir a forma federativa de Estado ou a separação de poderes ou ainda o voto ou os direitos e garantias individuais”, disse Lima.pes

Cegonha 'entala' com Jeeps novinhos em viaduto de Recife


Caminhão que transportava unidades do Jeep Renegade entala no Recife (Foto: Reprodução)
Parece que alguns compradores do Jeep Renegade terão que esperar um pouco mais para ter o SUV na garagem. Isso porque um caminhão que transportava pelo menos oito unidades do lançamento entalou quando trafegava pelas ruas de Recife. A cena inusitada foi flagrada na tarde do último sábado (25 de abril), na Avenida Governador Agamenom Magalhães. As fotos são de diferentes autores e circulam pelas redes sociais.

Pelas imagens, fica claro que o caminhão cegonha tentou cruzar um viaduto que é mais baixo do que a altura total do veículo com os Renegade em cima. Assim, o teto de pelo menos duas unidades encostou na parte de baixo do viaduto. Segundo moradores que viram o incidente, funcionários da transportadora tiveram que diminuir a pressão dos pneus para abaixar a altura total dos carros e, assim, seguir viagem.(Revista Autoesporte)

Sem Dilma no Primeiro de Maio, Renan ataca duramente e assume como quarto presidente do Brasil.


Os demais presidentes com poder em Brasília são: Eduardo Cunha, Michel Temer e Joaquim Levy. Dilma 'renunciou' sem avisar nem sair.

(O Globo) No mais duro ataque à presidente Dilma Rousseff, o presidente do Senado, Renan Calheiros (PMDB-AL), anunciou agora a proposição de um “pacto pela preservação do emprego” que dure até o fim da recessão e a retomada do crescimento no país. Ele disse que tomou a iniciativa para suprir a paralisia e o vazio do Governo e chamou de “ridícula” a decisão da presidente de não ir à TV no dia do trabalhador por não ter o que dizer.

Renan disse que a democracia foi conquistada no Brasil para deixar que a panelas falem. Disse ser preciso ouvir o que as panelas tem a dizer. Também criticou a condução da articulação política feita pelo vice-presidente Michel Temer, disse que o PMDB não pode substituir o PT no que tem de pior, que é o aparelhamento do Estado, e que não pode ser um coordenador de recursos humanos.

— Não há nada pior do que a paralisia, a falta de iniciativa e o vazio. Nós conquistamos a democracia no Brasil para deixar que as panelas se manifestassem. Precisamos ouvir o que as panelas dizem. Certamente a presidente Dilma não vai falar porque não tem o que dizer aos trabalhadores. Por isso estou propondo esse pacto em defesa do emprego. Assim como temos meta de inflação, de superávit fiscal, temos que ter também uma meta de emprego — disparou Renan, informando que o senador José Serra (PSDB-SP) e outros economistas vão ajudar a coordenar as medidas desse pacto.

Segundo Renan, depois de uma sessão no dia 5 de maio, com economistas e empresários, no plenário do Senado, para discutir medidas para estimular empresas que geram vagas de emprego, ele irá fazer um pronunciamento e depois levar a ideia à presidente Dilma. — Espero que ela compre a ideia. Vai ajudá-la a sair do imobilismo e preencher esse vazio e paralisia. Não ter o que dizer na TV no dia 1º de maio é uma coisa ridícula, um retrocesso — completou Renan.

Com o ex-ministro do Turismo Vincius Lage ao lado — hoje seu assessor no gabinete — Renan também atacou duramente o papel do PMDB na articulação política do governo e da distribuição de cargos para conter a base. Diz que não indicará mais nenhum cargo ao governo, que a coalizão existente hoje não tem fundamento e o papel do PMDB deve ser dar fundamento programático, não ser “coordenador de RH”.

— O PMDB não pode substituir o PT no que ele tem de pior, que é o aparelhamento do Estado brasileiro. Não se trata de saber quem é o dono do aparelhamento, trata-se de acabar com o aparelhamento . Não se pode transformar a coordenação política em coordenador de RH, da boquinha. Não precisamos apenas mudar o dono do aparelhamento do Estado. O PMDB tem que dar qualidade e fundamento à coalizão — criticou Renan.

No pacto em defesa do emprego anunciado por Renan, algumas medidas que ele diz estarem sendo discutidas inclui: beneficiar setores que criam empregos, estimular mais compras governamentais com essas empresas, aumento de crédito do Banco do Brasil, CEF e BNDES para que essas empresas preservem os empregos, manter criteriosamente a desoneração da folha de pagamento dessas empresas.

A terceirização, disse, também pode entrar nesse pacote, mantendo a regulamentação de 12 milhões de empregados terceirizados, mas sem aprovar a terceirização para atividades fim. — Tudo que o governo quiser propor nesse sentido será bem vindo. Esse é um pacto dos dois poderes — Executivo e Legislativo — para dar uma diretriz ao governo que está sem agenda, iniciativa. O vazio é que fragiliza o governo — disse Renan.

MEDIDAS

As primeiras medidas concretas na área de emprego, anunciadas por Renan, será a colocação na pauta de votações, já na semana que vem, a regulamentação da nova legislação de proteção as empregadas domésticas e a lei de arbitragem, definida por ele como um esforço que se faz com o apoio do Judiciário para que muita coisa, ao invés de ser levada aos tribunais, seja resolvida por meio de mediação.

Ao defender a inclusão de um senador da oposição na coordenação desse pacote, Renan disse que Serra tem colaborado com soluções “criativas e inteligentes”, como o projeto que permite a estados e municípios usarem 70% dos depósitos judiciais para gerar receita nesse momento de crise fiscal. Sobre a preocupação do ministro Joaquim Levy com os bancos oficiais que deixariam de ganhar com o uso desses recursos para empréstimos, Renan disse que CEF, Banco do Brasil e BNDES poderiam receber uma remuneração, sem compromete o pacote de ajuste fiscal.

E aproveitou para criticar o pacote de ajuste fiscal do governo, que não prevê corte de gastos no Executivo. — Esse pacote sequer pode ser chamado de ajuste fiscal. Para ser ajuste fiscal tem que cortar na própria carne, reduzir o número de ministérios, sem isso é ajuste trabalhista, pois só corta direitos trabalhistas, quem vai pagar a conta do ajuste é o trabalhador — completou Renan.

quarta-feira, 29 de abril de 2015

Dr. Aluísio: Mais um de olho na prefeitura, usando demagogia e denegrindo a imagem da nossa terra.


Araripina foi emancipada em 11 de setembro de 1928. O primeiro padre da nossa cidade veio da Diocese de Pesqueira. Fomos desmembrados de Ouricuri, e éramos motivo de deboche para quem falava em defesa de Salgueiro ou nos comparava a cidades vizinhas.
Pois bem: Ultrapassamos Ouricuri em tudo, inclusive oferecendo com generosidade cursos superiores para que os filhos da cidade mãe não tivessem que se deslocar para terras mais distantes; Ultrapassamos Salgueiro, a então cidade centenária pólo de todo Sertão; e ultrapassamos a própria cidade de Pesqueira, que de tão importante à época da nossa fundação, sediava a Diocese que enviava os padres.
Doutor Aluísio concedeu entrevista à rádio Arari. E o que disse o Doutor que não conseguiu se firmar na política de sua pequena Patos, no Piauí?
Que o comércio de Ouricuri é muito mais pujante do que o comércio de Araripina  - e para isso vamos provar que ele mente descaradamente ou é mal informado, ou as duas coisas ao mesmo tempo; e que fala pelos cotovelos;
Veja mais abaixo os comparativos de arrecadação de ICMS, que retrata as vendas no comércio de cada município aludido.

Torceu  abertamente contra a Faculdade de Medicina, afirmando que não temos condição alguma de sediar o curso autorizado pelo MEC e Ministério da Saúde. Resta provado que se este Doutor de Patos no Piauí morasse em Araripina em 1975 teria torcido contra a FAFOPA, alegando falta de professores; se estivesse morando aqui 1984 teria feito campanha contra a Faculdade de Agronomia trazida por Valmir Lacerda; se já estivesse aqui no governo de Valdeir Batista, também teria torcido contra as Faculdades de Direito e de Contabilidade.
O doutor que não se firmou na política de Patos também falou mal do atendimento no comércio local, sugerindo parcerias com SESC, como se o SEBRAE não já realizasse capacitações há mais de uma década; debochou dos prefeitos e bravos araripinenses que construíram a cidade, vendo defeito na obra de todos, atingindo diretamente até mesmo Valdeir Batista, a quem deve o espaço na rádio Arari e o generoso 'aceite' para entrar no PRB - E sobre este aspecto resta a indagação: Qual o valor da palavra dada quando o mesmo esteve na mesma emissora fazendo rasgados elogios ao empresário e ex-prefeito e prometendo aliança política e eleitoral? Trata-se de 'palavra dita, palavra rasgada? Araripina ainda está sendo obrigada a conviver com esse comportamento bumerangue de quem chega sem noção e ataca sem razão, apenas pensando em se posicionar e ambicionar?


ICMS de Araripina acima e de Ouricuri abaixo. Os números retratam a força do comércio das duas cidades e provam que o médico fala pelos cotovelos ou mente com propósitos impublicáveis. E que torce contra e faz campanha contra, para gerar mal estar nas pessoas e assim tirar proveito, na sua luta pela prefeitura.


O médico que não se firmou em sua terra natal ainda informou que Araripina não dispõe de um Plano Diretor. Bastaria isso para mandá-lo para a oficina de reciclagem.

Já dizia Leon Tolstoi: "Se queres ser universal, começa por pintar a tua aldeia". Pelo visto, o falante e língua solta Dr. Aluísio largou o pincel com o serviço pela metade na sua cidade, onde o pai e a família dominavam a política local, e veio contar lorotas em Araripina, a cidade que mais cresceu e mais realizou por conta própria, contra a vontade de governos estaduais que nos deram as costas e até mesmo contra a vontade de gente que, como ele, torce contra faculdade de medicina e contra muito daquilo que possa vir para a nossa terra, com o simples objetivo de provocar revolta na população e assim tirar proveitos políticos.

O blog está à disposição do médico para se defender. Para o contraditório. E para o enfrentamento que for preciso, até mesmo pesquisa na imponente Patos do Piauí, de onde poderemos colher informações sobre a sua preferência por Araripina, largando lá uma obra inacabada.
Se os políticos de Araripina deixam passar batido essa lorota e não defendem a cidade, deixando cristalizar uma imagem regional ruim e arranhada, toda ela produzida nos estúdios de emissoras de rádio,  eu tomo as dores e defendo a terra onde nasci e de onde tiro o sustento da minha família e os recursos necessários para educação dos meus filhos. Talvez eles voltem com vontade de defender este lugar dos ataques de gente linguaruda  que mal chega e já põe defeito em tudo, sem parar um segundo de sonhar com a prefeitura e sem se preocupar em estudar o que éramos a pouco tempo e o que somos hoje, apesar da sempre reluzente torcida contra de quem nada fez, nada faz e nada quer fazer.
Sugestão: Já que é tão bom e generoso, monte um Hospital de Caridade e comece a cuidar do povo sem pedir voto em troca nem dinheiro em pagamento.

sábado, 11 de abril de 2015

A tesoureira que sabia muito e falou o que sabe continua assombrando Brasília


SEGUNDO MEIRE, OS SERVIÇOS DISCRIMINADOS NUNCA FORAM PRESTADOS FOTO: WILSON DIAS/ ABR

(Por Cláudio Humberto)
Uma das principais testemunhas da Operação Lava Jato, a contadora Meire Poza, que trabalhava para o doleiro Alberto Youssef, disse nesta sexta-feira, 10, que ainda há "muitas milhas" a serem percorridas na investigação, que apura desvio de recursos da Petrobras e outros órgãos públicos. Questionada sobre a prisão dos primeiros políticos desde que a Lava Jato foi posta em curso, em março do ano passado, ela respondeu, referindo-se às demais autoridades que são alvos de inquéritos por suposto envolvimento no esquema: "Bastante gente está arrepiada até a alma. Estão com bastante medo de serem os próximos".

Documentos e depoimentos de Meire ajudaram a Polícia Federal a trilhar o caminho de recursos supostamente desviados para o ex-deputado André Vargas (sem partido, ex-PT), preso nesta sexta-feira, na 11ª fase da Lava Jato, batizada de "A Origem". Aos investigadores, ela declarou que emitiu, a pedido de Youssef, duas notas fiscais que somam R$ 2,3 milhões em favor da IT7 Sistemas, contratada por órgãos públicos como a Caixa Econômica Federal (CEF) e o Serviço Federal de Processamento de Dados (Serpro).

Segundo Meire, os serviços discriminados nunca foram prestados. Os documentos visariam acobertar transferência de dinheiro para o ex-deputado petista e o irmão dele, Leon Denis Vargas Ilário, também preso nesta sexta.

"Há prova, em cognição sumária, de que Alberto Youssef providenciou, em dezembro de 2013, o repasse de R$ 2.399.511,60 em espécie a André Vargas, numerário este proveniente de empresa que mantém vários contratos com entidades públicas, o que foi feito mediante emissão de notas fiscais fraudulentas por serviços que não foram prestados. Em tese, os fatos configuram crimes de corrupção e de lavagem de dinheiro", escreveu o juiz Sérgio Moro no despacho em que autorizou as prisões.

Meire Poza reagiu com surpresa à notícia de que André Vargas e outros dois ex-deputados - Pedro Corrêa (PP-PE) e Luís Argôlo (SD-BA), que ela chama de Bebê Johnson - também acabaram na carceragem da PF em Curitiba: "Quem diria".

Para ela, o que está ocorrendo na atual fase da Lava Jato é inédito e contribui para que os políticos levem a PF a sério. "Mesmo para políticos, pode ter consequências. Acho que é um bom começo", comentou, assegurando que nos seus depoimentos "falou" e "provou" a verdade.(AE)

FIM DO SUPLÍCIO E FIM DO PT: Pedro Corrêa vai passar o Brasil a limpo, promete o advogado e primo Clóvis.

Ex-deputado Pedro Corrêa (PP) recebe visita do advogado e primo Clóvis: Delação premiada definitiva pode passar o Brasil a limpo.
(De Cláudio Humberto)
O advogado Clóvis Corrêa Filho, que representa o ex-deputado Pedro Côrrea (PP-PE), disse que o aconselhou a fazer delação premiada. Corrêa foi preso nesta sexta feira, 10, sob suspeita de ligação com esquema de propinas na Petrobras.
Segundo o decreto de prisão, subscrito pelo juiz federal Sérgio Moro, o ex-deputado recebeu valores ilícitos do doleiro Alberto Youssef, peça central da Operação Lava Jato, mesmo quando estava sob julgamento no Supremo Tribunal Federal no processo do Mensalão.
Condenado no mensalão, Pedro Corrêa cumpre pena na penitenciária de Canhotinho, a 210 quilômetros de Recife (PE). Ele será transferido do local para a capital pernambucana no sábado, 11, de helicóptero, e depois irá para Curitiba, base das investigações da Lava Jato.
O advogado Corrêa Filho disse que esteve com o ex-parlamentar, de quem é primo, na terça-feira, 7, na penitenciária e sugeriu que ele fizesse a delação. No início de março, o Supremo Tribunal Federal (STF) aceitou a abertura de investigação contra Pedro Corrêa, após pedido do procurador-geral da República, Rodrigo Janot.
"A minha sugestão é que ele faça delação premiada. Ele tem 67 anos de idade, é diabético, tem pressão alta. O caminho que ele tem é o de colaborar com a Justiça", afirmou o advogado, que é desembargador aposentado do Tribunal Regional do Trabalho da 6ª Região e professor de Direito.

Clóvis Corrêa Filho disse que deve acompanhar o ex-parlamentar a Curitiba. Questionado se o ex-deputado teria como contribuir com as investigações, o advogado disse. "Demais, demais, demais, vai passar a República a limpo, se ele contar tudinho."
Para Sérgio Moro, "a prova do recebimento de propina mesmo durante o processamento da Ação Penal 470 reforça os indícios de profissionalismo e habitualidade na prática do crime, recomendando, mais uma vez, a prisão para prevenir risco à ordem pública". O juiz destaca que Pedro Corrêa, atualmente cumprindo pena em regime semiaberto pela condenação no processo do mensalão "é recorrente em escândalos políticos criminais e traiu seu mandato parlamentar e a confiança que a sociedade brasileira nele depositou.".
"O Moro tem sido muito cuidadoso, diligente, nós temos que ajuda-lo nessa tarefa, passar isso a limpo", disse Clóvis Corrêa Filho. "Quem não erra? Quem nunca errou que atire a primeira pedra. A forma de se corrigir será a delação premiada." (AE)

2016 antecipado no Lazer Maçônico: Tentativa de unificação de pensamento para a disputa da câmara municipal em Araripina





João Erlan, um pré-candidato que rompeu com o grupo de Raimundo Pimentel e hoje integra a base de sustentação da administração municipal e Marge do Ipa, saindo do PC do B para ingressar em novo partido

Na tarde de ontem, cerca de 30 pré candidatos a vereador estiveram presentes no Lazer Maçônico de Araripina. A reunião/palestra foi mais uma tentativa de unificar o discurso dos postulantes novatos e, sobretudo, uma iniciativa para nivelar conhecimento em torno das propostas de reforma política que tramitam no Congresso, especificamente a PEC 40, que acaba com as coligações na proporcional, forçando mudanças na forma de organização dos partidos, com maior impacto nas lideranças emergentes.
A iniciativa partiu de Ernildo Arruda e de Rubensmilton Bium, que têm interesse direto e/ou indireto no tema. Partiu do primeiro os convites e a agenda do evento.

 
Militantes da política local com mais estrada foram convidados para abordar temas específicos e tirar dúvidas sobre questões diversas na seara municipal e também jurídica. Nesse contexto, houve palestra de Nunes Rafael, Ronaldo Lacerda, Martinho Filho e Danda Simeão. O primeiro abordou sua longa trajetória nas disputas regionais com ênfase para as tentativas de chegar à Câmara Federal; o segundo tratou da legislação atual, da PEC 40 em tramitação no Congresso e simulação de cenários com base na Lei vigente e possíveis alterações; o radialista Martinho Filho focou a qualificação do discurso e a defesa dos interesses maiores de Araripina como plataforma política, criticando de forma contundente  os discursos de pessimismo e de desmanche da imagem da cidade praticados por certos meios de comunicação e líderes políticos de oposição. Ainda coube ao âncora do Canal Aberto, da Arari FM, abordar as potencialidades locais, com ênfase para os grandes diferenciais do município, obras e empreendimentos que se instalam e não param de chegar, o que destoa da campanha difamatória que o grupo de oposição impõe sistematicamente à capital do gesso. Danda Simeão focou a motivação e inserção nas bases, induzindo com sua eloquência à nivelação de um discurso cativante e ao mesmo tempo convincente.
Outros eventos do gênero estão sendo programados e a meta é aproximar o debate das comunidades. Segundo Danda Simeão, a intenção dos organizadores é mostrar à sociedade que há diferenças a serem percebidas com clareza pela população, o que estabelecerá distinção entre as propostas e qualificações  dos postulantes novatos em relação aos atuais vereadores.

O Secretário de Desenvolvimento  do Município,  Mário Reis, foi incisivo quanto a ausência dos vereadores na construção de agendas propositivas: "Nunca vi um vereador atual procurando a secretaria para saber como anda o nosso trabalho voltado para planejar o comércio municipal". Ele questiona a limitação do vereador "fiscal de buraco" e foi contundente: "Isso aqui é o exercício da liberdade. É a nova política que alguns não querem enxergar"

Vários pré-candidatos usaram a tribuna representando partidos em formação no município. Entre os primeiros a falar, destacaram-se João Erlan, Antônio Barros, André Filemon, Mage do Ipa, Bras Batista, Portnali, Léo da Lagoínha e o anfitrião Foquinha.
Ao final, houve uma rápida confraternização, com 'sacrifício' de algumas galinhas de capoeira e de alguns pés de cevada.

sexta-feira, 10 de abril de 2015

Dilma publica no Diário Oficial o fim do seu governo.

Leiam a imagem abaixo e tirem suas conclusões. Dilma entregou o governo a Michel Temer, o vice que agora manda.
Se acaso ela se arrepender e anular a decisão, terá comprado uma briga de tamanho que jamais conseguirá vencer. Agora o poder é todo com o PMDB. Já era na câmara e no senado. Agora é no Jaburu.

Efeitos perversos da crise chegam aos empregos


(Folha) Com a dispensa acelerada de trabalhadores e a maior procura por emprego, a taxa média de desemprego do país subiu para 7,4% no trimestre encerrado em fevereiro. Entre setembro e novembro --trimestre mais indicado para a comparação--, a taxa havia sido menor: 6,5%. O resultado divulgado nesta quinta (9) pelo IBGE é o maior desde o trimestre de março a maio de 2013, de 7,6%. Os dados são da Pnad Contínua, pesquisa nacional sobre mercado de trabalho em âmbito nacional, do IBGE.

Os cálculos seguem nova metodologia com resultados trimestrais apresentados mensalmente. Ou seja, a cada mês, é divulgada uma média do mês de referência junto com os dois meses imediatamente anteriores. Para uma leitura mais precisa, o IBGE recomenda a comparação do trimestre com o mesmo período de ano anterior ou com o encerrado antes do início desse período de três meses --no caso, novembro.

Desde meados do ano passado, a tendência era ou de estabilidade ou recuo da taxa de desemprego. Esse movimento foi interrompido em janeiro, diante do cenário econômico menos favorável, com juros mais altos, crédito restrito, consumo em desaceleração e, sobretudo, menor confiança de empresários. "Os dados mostram uma deterioração preocupante do mercado de trabalho, que tende a se agravar nos próximos meses", diz Gilberto Braga, economista do Ibmec.

A Rosenberg & Associados espera uma aceleração da taxa nos próximos meses, chegando a 7,8% em dezembro. O número de pessoas desempregadas subiu em 950 mil no trimestre terminado em fevereiro, com alta de 14,7% em relação aos três meses findos em novembro.

MAIOR OFERTA
A maior procura por trabalho, sem criação de novos postos, ajudou a elevar a taxa, segundo o IBGE.
O emprego caiu 0,4% em fevereiro na comparação com o trimestre encerrado em novembro, num momento de redução dos investimentos, do consumo e dos gastos do governo. "A taxa de desemprego vem em um crescente. De um lado, há mais gente à procura de trabalho. De outro, não foram criados empregos", disse Cimar Azeredo Pereira, coordenador do IBGE.

Um sinal da maior busca por uma colocação é o ingresso de 550 mil pessoas na força de trabalho, grupo que soma os empregados e os desocupados à procura de trabalho. O indicador subiu 0,6% ante o período de três meses encerrado em novembro.

Pereira afirmou, porém, que parte da alta da taxa de desemprego é explicada por um fator sazonal: a dispensa de trabalhadores temporários em janeiro e fevereiro. O rendimento médio dos trabalhadores subiu 1,3% em relação ao período encerrado em novembro. Na comparação com o trimestre terminado em fevereiro de 2014, houve alta de 1,9%.

URGENTE! PF prende mais petistas e pepistas. Chegou a vez de Vargas. Eles foram fundo no pirão.


Segundo a Folha, a Polícia Federal cumpre na manhã desta sexta-feira (10) sete mandados de prisão, na 11ª fase da Operação Lava Jato, que investiga o esquema de corrupção na Petrobras.Segundo Diego Escosteguy, da revista Época, "a PF prendeu há pouco os ex-deputados André Vargas (PT), Luiz Argôlo (PP) e Pedro Corrêa (PP)."

Intitulada "A origem", a nova etapa da Lava Jato tem ações em andamento nos Estados de São Paulo, Paraná, Rio de Janeiro, Bahia, Pernambuco, Ceará e no Distrito Federal. A fase tem como foco crimes relacionados a três grupos de ex-agentes políticos após o envio de inquéritos que estavam no STF (Supremo Tribunal Federal). Também são alvo da nova etapa outros órgãos federais além da Petrobras.

Briga pelo pirão: Em casa que não tem muito, todos brigam e todos têm razão. O Brasil está brigando de ponta a ponta.


'Desce, pirãozinho sem carne danado'!

Estamos em crise no Brasil. Dilma é o nome da crise. Ela tem a cara carrancuda, para quem todos torcem o nariz e todos cruzam os braços. Ela também é malvada e gosta de esconder a verdade - o que no linguajar popular se conhece por mentirosa. É assim que as pesquisas a apontam.
Pois tudo isto está repercutindo e se ramificando feito câncer pelo Brasil. As fontes de arrecadação de estados e municípios estão secando. O setor produtivo cansou de pagar impostos e taxas. Por isso, corta investimentos. As obras federais também pararam. Por isso, demissões em massa em lugares que acreditavam ser o próprio paraíso. Pés e cabeças esticados ficaram mais longos que os tradicionais cobertores. Não se trata mais de cobrir os pés e descobrir a cabeça. Já aparece até o bucho (vazio). Quem tem mais garganta e ousadia grita primeiro e mais alto. É o que fazem muitos. Quem estava acostumado a comer sozinho, grita mais ainda. Numa casa há sempre aquele menino mais voraz, que chora alto e chora antes para comer mais e comer só. Pois ele nunca muda, nem velho. Não quer saber se o irmão mais novo, mais fraco ou doente está com fome. A lógica é: 'Pirão pouco, primeiro o meu'.
O problema é que a carne acabou faz tempo e o pirão está se esgotando em todas as partes do Brasil. Quem hoje sorrir da desgraça alheira, da briga na casa dos outros, talvez não entenda de crise. Seria o caso de fazer o teste e. como aqueles gatinhos 'safados', ousar pedir um pouquinho de pirão na casa do falastrão da outra rua ou esquina.
Vou aqui lembrar novamente uma passagem de 200 anos atrás, no Ceará. Uma viúva era mãe de filho único e casou com um viúvo pai de dois meninos, todos da mesma faixa etária. Era seca. A farinha era pouca e a carne o restinho do último boi do cercado. Para economizar, a viúva levava de pouquinho ao fogo. Depois fazia o pirão para render.
Para o filho, colocava só pirão. Para os filhos do viúvo e marido, colocava um pedaço de carne para cada um. O filho da viúva era treinado para chorar sem dizer nada. O viúvo perguntava porque o enteado chorava. Ele apontava para o pirão sem carne e dizia gemendo: "Desce, pirãozinho sem carne danado!" A mãe exclamava: "Esqueci de colocar carne para meu filho!". Nesta hora, os dois filhos do viúvo davam cada um metade da carne ao chorão e ele ficava com um inteiro, contra metade dos que foram caridosos com ele. Essa estória é verdadeira. Meu avô paterno que contava, repetindo o que ouvira de seus avós sobre seca prolongada de dois séculos atrás.
Em todas as partes do Brasil isto está acontecendo sob Dilma, de uma forma ou de outra. As pessoas estão brigando por tudo sem se dar conta que o pirão está acabando e a carne agora é produto de luxo, coisa da Friboi que o PT incrementou com verba do BNDES. Muita gente parou de trabalhar achando que é dever de poucos sustentar pançudos barbudos. Foram estimulados a isso por um governo corrupto e perdulário. Quem já era mal acostumado e da alta sociedade, se sentiu no direito de querer ainda mais sem produzir, sem merecer. Faltou para todos.
O fato é lamentável. Mas quem quiser comer o pirão dos outros e não tiver coragem de plantar a mandioca do seu próprio pirão pode ficar com as costelas descobertas. Mas que isto não resulte em brigas, bate-boca público, ameaças, indiretas, baixaria. Isso é muito feio. Se for por aí, com tanta deselegância, a frase secular vai mudar: 'Em casa que não tem pirão, todos brigam e ninguém tem razão'.

quinta-feira, 9 de abril de 2015

2016 em Araripina: Alexandre Arraes se cansa de 'apanhar' do fogo amigo e 'entrega' Bringel à oposição em 'papel de presente verde'


A Política local entrou em ebulição máxima com uma rádio da cidade  'batendo' impiedosamente na administração municipal. O prefeito Alexandre Arraes, sempre contido, daqueles que contam até mil antes de tomar uma decisão drástica, não se conteve e no dia de hoje responsabilizou diretamente o ex-deputado e ex-prefeito Bringel pelos ataques que vem recebendo, atribuindo a chantagens o noticiário diário que visa desconstruir seu governo.
O prefeito do município teve que recorrer a rádio concorrente, Arari FM, parar dar longa entrevista ao âncora do Programa Canal Aberto, Martinho Filho.

A forma de dar contornos definitivos ao rompimento com Bringel foi inusitada: "Estou mandando Bringel num papel de presente  verde para a oposição. Tomem conta que agora ele é de vocês".

Dirigindo-se diretamente a Bringel, o prefeito Alexandre Arraes lamentou: "Durante os últimos seis meses mais difíceis da minha vida, quando perdemos Eduardo Campos e enfrentamos a doença do meu irmão (Ricardo, que faz tramamento contra um câncer em São Paulo), essa rádio promove um massacre impiedoso". Respondendo quem estaria por trás desse jornalismo de ataque diário, Alexandre foi direto: "Bringel, o ex-tudo". E prosseguiu: "Diferente dele, eu não vou andar falando mau pelas esquinas. Vou dizer diretamente a ele que a partir de agora será dado tratamento de oposição".

QUEM ESTÁ (VA) COM BRINGEL
Até agora não se sabe ao certo quantas pessoas no grupo de Alexandre, com cargos de confiança, são ligadas a Bringel. Fala-se que passam de 50. Contudo, os parentes de Bringel também são parentes de Alexandre, havendo essa intercessão, o que dificulta a decisão do homem que está com a caneta e a missão de 'se livrar do fogo amigo'.
No espectro político, muitos aliados de Bringel cuidaram de se afastar dele e anunciar adesão a Alexandre Arraes. É o caso de Moisés Neri, ex-vereador e secretário de agricultura na segunda gestão do tucano. O mesmo ocorre com Edsávio Coelho.
Quem também se afastou de Bringel mas não indicou preferência foi o ex-vereador Zé Bolacha. . Esta é ainda uma informação incompleta. O blog não teve tempo suficiente para colher informações precisas.

quarta-feira, 8 de abril de 2015

Temer 'recebe' o governo de Dilma. Com PMDB 'governando', Brasil volta a ter uma primeira-dama e pode ganhar rumo.


Na foto, a 'Rainha da Inglaterra', o 'Primeiro Ministro'  Michel Temer e a 'primeira-dama' Marela Temer.

A ex-guerrilheira Dilma não deu conta do recado e sua ruptura silenciosa com o seu criador, o ex-presidente  Lula, expôs seu leque interminável de fragilidades e desvios de conduta. A crise se agravou desde que a criatura decidiu isolar o criador no segundo mandato. O afastamento do centro de decisões daquele núcleo duro e podre ligado ao sindicalismo que deu origem a Lula resultou no esgarçamento do já fragilizado tecido político de Dilma, que de 'mãe' dos pobres passou a ser madrasta de todos, ou de pelo menos 80% dos brasileiros que a rejeitam. A turma de Lula conhece os defeitos da mandatária, e agora desafeto, como nem ela mesma conhece. O tecido político de Dilma sempre foi predominantemente adiposo, com muita energia negativa e nenhum regulador de consumo. A presidente fez regime e alardeou salutar perda de peso. Coincidentemente, a baixa na silhueta expôs o fim de sua 'gordura' política no congresso.
Toda aquela gordura política está agora concentrada no PMDB. Leia-se Eduardo Cunha, presidente da Câmara; Renan Calheiros, presidente do Senado; e o simpático, 'bom gosto' cauteloso e enigmático vice-presidente da República Michel Temer, que além disso tudo, é professor conceituado de Direito Constitucional da Pontifícia Universidade Católica de São Paulo, o que já dispensa o resto das credenciais.

O poder está com o PMDB. A mídia engessada do País esconde a crise de governabilidade, usa sofismas e eufemismos à perder de vista para preservar os dedos, já que as jóias se foram. Mas não há como esconder. Na Câmara, o evangélico Eduardo Cunha arrancou do pescoço e jogou no terreiro do Jaburu o cabresto que durante décadas pôs de joelhos a Câmara dos Deputados. Agora, é um poder independente. Se levado ao pé da letra, o deputado do Rio seria hoje o primeiro-ministro e o vice-presidente Michel o presidente de fato - Sem poderes, como a mandatária de direito.

Vem aí o 12 de abril. Veremos como se comportarão as ruas em todo o País. O Brasil está em crise e em chamas. O mau humor é geral. As pessoas só ganham para pagar impostos, taxas e prestações. Os mais ricos pagam impostos territorial, de carros, seguros, dólar caro etc. Os mais pobres pagam três vezes mais por energia, parcelas intermináveis dos móveis e da segunda geladeira que compraram sem precisar, além de IPVA de carros usados e de motos adquiridas em prestações suaves, que se somam e inviabilizam orçamentos domésticos sertões e periferias à fora.

A crise do Brasil tem nome: Dilma Roussef. Só ela é crise e solução a um só tempo. Solução meio termo não alivia, não resolve. Chamar Temer para governar sem renunciar só aumenta a insegurança. Seria mais digna se assumisse a falta de preparo e renunciasse. Poderia jogar a culpa em Sérgio Moro. Ninguém questionaria. Seus aliados em apuros até agradeceriam a retirada. Poderiam ao menos respirar e parar de sonhar com a Polícia Federal - sem garantias de liberdade, claro.

O Brasil precisa se livrar do Bolivarianismo. Dilma deu o primeiro passo. A multidão precisa empurrar no próximo domingo.

terça-feira, 7 de abril de 2015

Parque Eólico: Paulo Câmara recebe executivos da Casa dos Ventos


O governador Paulo Câmara recebe, nesta quarta-feira (8), o presidente da Casa dos Ventos, Mário Araripe, e executivos do grupo que investirá R$ 6 bilhões em parques eólicos em Pernambuco nos próximos anos. A GE Wind, subsidiária de energia eólica da General Electric, terá dois centros de serviços de operação e manutenção de turbinas eólicas para atender os empreendimentos da Casa dos Ventos. A reunião acontece cerca de um mês após o governador Paulo Câmara visitar o empreendimento da Casa dos Ventos em Marcolândia, no Piauí, durante o primeiro ciclo do seminário Todos Por Pernambuco.

A Casa dos Ventos investe no Complexo Eólico Caetés da Casa dos Ventos, no Agreste, com capacidade prevista para atender 1,3 milhão de residências. O Complexo do Agreste está dividido entre os municípios de Paranatama, Caetés e Pedra. O empreendimento será implantado em três etapas. No final, serão sete parques ao todo - Santa Brígida I a VII -, que terão a capacidade instalada para gerar 600 megawatts (MW). Isso significa, em média, 25% de toda a energia consumida no Estado.

Quando completo e no pico de operação, o parque eólico vai incluir mais três cidades: Venturosa, Pesqueira e Capoeiras, também no Agreste. A previsão é que a primeira fase comece a funcionar no segundo semestre deste ano. O restante será instalado até janeiro de 2019. No Araripe, os parques da Casa dos Ventos serão capazes de fornecer energia para 2,8 milhões de domicílios e terão operações em Araripina, Ouricuri e Santa Filomena.

DEM e PTB vão ser um mesmo organismo. Pimentel e Lula se desentenderão ainda mais. Como ficará José Ramos em Araripina é a grande dúvida.


O DEM e o PTB estão se fundindo. Leiam direito. A fusão dos dois partidos, um de oposição e outro meio termo, abre discussão sobre a decisão de seus líderes. Em Araripina, por exemplo, o partido é disputado por Lula Sampaio, que o comanda atualmente, e também por Raimundo Pimentel, que pretende ser o 'parceiro' preferencial do Ministro Armando Monteiro na região. Já o DEM é comandado desde sua fundação pelo ex-governador José Ramos.
Resta agora esperar a anunciada fusão para saber com quem ficará o comando do partido em Araripina. Das três, uma: Lula Sampaio, Raimundo Pimentel ou José Ramos. O único vereador do PTB em Araripina é Aurismar Pinho. Ele já foi aliado dos três e continuará sendo de apenas um - a saber.
Já se cogita que Armando Monteiro poderá abandonar o PTB para ingressar no PDT. Isto complica ainda mais. Se ocorrer essa 'fuga' do ministro, Evilásio Matheus não poderá esperar eternamente pela criação do novo PL. Invariavelmente ele ficará sujeito ao controle de Raimundo Pimentel ou de Lula, caso fique no atual partido comandado no estado por José Queiroz.
Confirmando-se a saída de Armando Monteiro do PTB, com o controle da sigla ficando em Pernambuco para Mendonça Filho, José Ramos poderá, até em comum acordo com Valmir Filho e Alexandre Arraes, convidar Evilásio Mateus para comandar a nova sigla em Araripina. Mas, para isto, teria o vereador de Lagoa do Barro que dar guinada em sua carreira política, voltando às origens. Neste caso, Lula e Pimentel teriam que buscar novas siglas. A briga seria pelo PDT.

Ilimar Franco (O Globo)

A fusão entre o DEM e o PTB foi praticamente aprovada hoje. A Executiva do DEM reuniu-se ao meio dia e, por 21 votos contra quatro, aprovou a fusão. No final da tarde (18h30), será a vez da Executiva do PTB deliberar, mas já há ampla maioria. O novo partido adotará o nome PTB e o número 25, que pertence ao DEM. Sua bancada deve ter 43 deputados e sete senadores, partindo da expectativa de que o novo partido perderá quatro deputados e um senador de Pernambuco. Eles são ligados ao ministro Armando Monteiro (Desenvolvimento).

A nova sigla se posicionará na oposição. Mas alguns de seus militantes preveem que haverá divisão, pois na Câmara o DEM é de oposição e o PTB governista. Os dois partidos planejam promover convenções no início de maio e depois pedem registro ao TSE. O martelo foi batido num encontro no Rio, na noite de ontem, do qual participaram o prefeito de Salvador, ACM Neto (DEM); os presidentes do DEM, senador José Agripino, e do PTB, deputada Cristiane Brasil; o líder do DEM na Câmara, Mendonça Filho; os deputados federais Rodrigo Maia (DEM), José Carlos Aleluia (DEM e Benito Gama (DEM); e, o vereador Cesar Maia (DEM).

Moro quer prisão antes de concluir processos

O juiz federal Sérgio Moro, que conduz as ações relativas à Operação Lava Jato no Paraná, defendeu, hoje, em Brasília o projeto que prevê a execução imediata de penas em condenações já na 1ª instância, no caso de crimes graves. Moro foi alvo de críticas nos últimos dias após apresentar a proposta junto ao presidente da Associação dos Juízes Federais do Brasil (Ajufe), Antônio César Bochenek, em artigo publicado no Estadão.

A intenção de possibilitar a prisão antes do trânsito em julgado das ações é evitar, por exemplo, a prescrição das punições. "O que nós assistimos é que a morosidade da justiça brasileira, no campo criminal, gera muitas vezes impunidade", disse Moro.

A proposta foi elaborada no ano passado no âmbito da Estratégia Nacional de Combate à Corrupção e à Lavagem de Dinheiro (Enccla), que conta com a participação de diversos órgãos e entidades, e será encaminhada pela Ajufe ao Congresso Nacional. Após a apresentação da proposta em artigo publicado no domingo, 29, a Ordem dos Advogados do Brasil (OAB) criticou o projeto. Para a OAB, a ideia atinge a presunção de inocência.

"Achei engraçado que, depois do artigo, tivemos críticas de que o momento não é oportuno. Ao contrário, acho que momento é oportuno porque são situações que nos dão condições de chamar atenção para problemas reais existentes", disse Moro. "Não pode ser nosso objetivo que casos criminais complexos cheguem a bom termo apenas por motivos circunstanciais", disse Moro. Segundo ele, são poucos os casos de corrupção e lavagem de dinheiro, por exemplo, que chegaram a "bom termo" nos tribunais.

Lula sem moral: Só 400 o atendem e vão à Paulista 'defender' Dilma

O ex-presidente Lula está mesmo vivendo o seu ocaso. Não bastasse figurar em segundo lugar nas pesquisas eleitorais, bem atrás de Aécio Neves, o ex-líder sindical não está sendo atendido sequer pelas centrais sindicais que ajudou a criar e a irrigar os cofres durante seu reinado no Planalto. Hoje, segundo a Polícia Militar, uma 'multidão' de 400 pessoas foram à avenida Paulista 'protestar' contra o nada. Lula não é o mesmo. O PT está levando-o ao fundo do poço. Ou o oposto.

A CPI do fim do PT


(Folha) A oposição pediu nesta terça (7) a criação de uma CPI (comissão parlamentar de inquérito) no Senado para investigar irregularidades em fundos de pensão das empresas estatais a partir de 2003. Com o apoio de 32 senadores, o tucano Aloysio Nunes Ferreira (PSDB-SP) pediu oficialmente a abertura da CPI, que só será instalada depois de lida em plenário e com as indicações de seus membros pelos líderes partidários.

Os tucanos e senadores "independentes", aliados do governo Dilma Rousseff, querem investigar denúncias de desvios milionários nos fundos de pensão Postalis (Correios), Petros (Petrobras), Funcef (Caixa Econômica Federal) e Previ (Banco do Brasil). As investigações começam em 2003 por ser o ano em que o PT assumiu a Presidência da República, com a posse do ex-presidente Lula.

Aloysio Nunes assina o pedido de criação de CPI ao lado da senadora Ana Amélia Lemos (PP-RS), com o apoio de outros 30 congressistas –entre eles, Aécio Neves (PSDB-MG) e os peemedebistas Ricardo Ferraço (PMDB-ES), Rose de Freitas (PMDB-ES) e Luiz Henrique da Silveira (PMDB-SC).

Em discurso no plenário do Senado, Aloysio Nunes citou denúncias envolvendo as entidades fechadas de previdência complementar. "Mais da metade dos prejuízos contabilizados pela chamada indústria dos fundos de pensão, provem exatamente de deficit desses fundos de operações prejudiciais a esses fundos no âmbito das empresas estatais", disse o tucano.

PREVI E POSTALIS
Aloysio afirmou que a Previ, o maior fundo de pensão do país, contabilizou no ano passado deficit de R$ 7,8 milhões. E que o Postalis, dos Correios, corre o risco de ser socorrido por funcionários dos Correios com reduções salariais para cobrir um rombo de R$ 5,6 bilhões.

"Quem é que vai pagar esse prejuízo? Já se começa a ver agora a necessidade de aumentar a contribuição desses funcionários. Há quem diga que o Tesouro deve contribuir para tapar os buracos que foram abertos pela incúria, pela corrupção em consequência da atribuição e da direção desses fundos a partidos políticos e a sindicatos que não estão comprometidos com os trabalhadores que representam", disse o senador.

Para que a CPI seja criada, é preciso que o requerimento da oposição seja lido no plenário do Senado. Depois, são conferidas as assinaturas, que precisam ser de no mínimo de 27 senadores, um terço do total da Casa. Em uma última etapa, os líderes partidários têm que indicar os membros da CPI que, após eleger seu presidente e relator, estará oficialmente instalada.

2016: Valmir Filho prepara a estrutura. Supostos vices aparecem nas conversas.


O médico e vice-prefeito de Araripina, Valmir Filho, vem intensificando as ações em torno de sua pré-candidatura a prefeito, considerando que o pleito ocorrerá em 2016.
Recentemente ele foi contemplado com o horário gratuito que cabe ao PMDB no município, e fez veicular mensagem direcionada à infraestrutura de estradas e drenagem. No dia de ontem teve longa conversa com o prefeito Alexandre Arraes, com quem 'definiu algumas metas', segundo relatou, sem entrar em detalhes.
O pré candidato vem recebendo sugestões para a definição de um nome (único) para usar na política. Alguns aliados vêm sugerindo que ele use apenas o nome Dr. Valmir, para associar de forma direta ao padrão de administração e seriedade do seu pai, que foi prefeito do município. Outros sugerem Dr. Valmir Lacerda Filho e há quem defenda apenas Valmir Filho. Ainda sem ter feito testes em grupo, o médico apenas avança na montagem de sua estrutura de som para a campanha. Está decidido a reformar o trio elétrico que ganhou de presente do tio Antônio Lacerda e os três carros-de-som que já dispõe.  Sua meta é montar seis carros próprios, chegando a um total de 15 no decorrer da campanha, sendo nove alugados.

FILIAÇÕES
O PMDB está de olho na reforma política que tramita no Congresso para decidir a melhor forma de atuar neste pleito em relação a filiações. Há duas tendências, uma com o fim das coligações e outra caso sejam mantidas as regras atuais. Nos dois casos, o partido pretende eleger um terço da câmara atual.  Valmir Filho vem mantendo contatos com diversos pré-candidatos e estimulando nomes que podem somar e levar uma mensagem nova ao eleitor.

ESCOLHA DE VICE: Evilásio Matheus estaria entre os cogitados.
Questionado sobre preferência de nomes para compor sua chapa, a resposta foi evasiva: "É muito cedo. Chapa se decide com grupo, de preferência coeso", esquivou-se. "Não tratei desse assunto com Jarbas Vasconcelos nem com Raul Henry", despistou mais ainda, com sorriso incontido, certo ele de que tais assuntos se discute é no âmbito local e que as conversas já acontecem a algum tempo.
Evilásio não foi localizado pelo blog, mas especula-se que o mesmo não aceitaria perder a indicação no seu grupo, "nem mesmo que chegue outro para somar', como gostam de dizer aqueles que vêem o líder de Lagoa do Barro apenas como eterno vereador.
Há rumores também de que o vereador Luciano Capitão leva a simpatia de muitos integrantes do grupo e é um velho amigo de Valmir Filho, com quem sempre conversa e se aconselha em vários assuntos.

domingo, 5 de abril de 2015

GE e Parque Eólico: Araripina na rota dos negócios bilionários da energia limpa.

Araripina prepara pacote de ofertas para atrair a gigante mundial GE, que implantará dois Centros de Operação e Manutenção no estado de Pernambuco. O empreendimento vai gerar 100 empregos para engenheiros e técnicos.


Veja reportagem do Jornal do Comércio:
Clique na imagem para ampliar.

quinta-feira, 2 de abril de 2015

FACULDADE DE MEDICINA PARA ARARIPINA....

Para Arcoverde e (ou) Salgueiro....


As tentativas de Araripina vêm se arrastando a dois anos. Já tinha 'batido na trave' meses atrás em virtude do número de leitos apresentados. Uma distorção foi corrigida na proposta local. Leitos de Ipubi foram incorporados para atender aos requisitos. Forças políticas locais, com suporte de grupos interessados, correram em busca de base para atender às obrigações do MEC e Ministério da Saúde.
Veja postagem do Diário de Pernambuco. A lista de Pernambuco restou em  três cidades interioranas. A lógica deve ser a da interiorização. Araripina é a cidade mais distante da capital. Também é a mais distante de uma faculdade de medicina no Estado. Arcoverde está bem próximo a Garanhuns e Caruaru, e também de Recife ou das capitais alagoana e paraibana, ou de Campina Grande. Se houver exclusão nessa decisão em virtude da necessidade de chegar mais perto do elemento 'carência', que se exclua quem está mais próximo de tudo.
Vejamos agora com lupa o comportamento dos nossos senadores e deputados federais com lastro político no interior, se houver componente político ou exclusões em virtude de exigências de estrutura. Gonzaga Patriota nasceu em Sertânia mas se diz de Salgueiro. Olho nele! Arcoverde conta com o deputado federal Zeca Cavalcanti, do PTB de Armando Monteiro. Por este motivo, olho em Armando Monteiro, pois de Zeca Cavalcanti não podemos esperar nada.
Neste momento, então, se for o caso e se necessário para conquistar a Faculdade de Medicina, nos valhamos dos deputados federais votados aqui. Que sejam acionados Tadeu Alencar, Fernando Filho, Gonzaga Patriota (para sair do muro). Cuidado também com Kaio Maniçoca, que é de Floresta, mais próximo a Arcoverde.
Pressão em Paulo Câmara!
Pressão em Fernando Bezerra!
Pressão em Armando Monteiro!
Pressão em Humberto Costa!
A luta é no sentido de arrancar compromissos. Compromissos para equipar o Hospital Santa Maria com o que for necessário. Compromisso para ampliar o Aeroporto, se for uma exigência dos médicos professores. Compromisso para melhorar a estrutura dos leitos do SUS espalhados pela região. Compromisso para abrir unidade de saúde do estado, que neste caso poderia ser a UPA em andamento. Pressão, pressão e pressão. Até hoje Araripina só conseguiu na pressão associada à articulação.
O prefeito do município, Alexandre Arraes,  atuou até agora para que a cidade de Araripina chegasse à essa habilitação. Até onde temos conhecimento, o IMIP com sua excelência, a UNINASSAU e universidades do Centro Oeste entrarão na briga pela faculdade de Medicina de Araripina.
O estado é dono de um hotel fechado em nossa cidade. Que o doe ao melhor concorrente para nós, que é o IMIP. Lá, com poucas adaptações, teríamos pronto o prédio para funcionar a faculdade.


O QUE DIZ A REPORTAGEM DO DIÁRIO DE PERNAMBUCO
Araripina, Acoverde e Salgueiro são os três municípios pernambucanos da lista de 22 cidades selecionadas pelo Governo Federal para a criação de cursos de Medicina em instituições particulares. As localidades estão localizadas em oito estados do Norte, Nordeste e Centro-Oeste, regiões com menor proporção de vagas de graduação e médicos por habitantes. 

A medida faz parte da estratégia do Programa Mais Médicos para ampliar a oferta do curso superior nas regiões que mais precisam.“A criação de cursos de Medicina é uma das medidas mais estruturantes do Mais Médicos, pois permite chegarmos a meta de 600 mil médicos em todo o país até 2026. Mas sabemos da importância de expandir as vagas invertendo a lógica que existia antes. Agora, vamos ampliar a formação médica conforme as necessidades identificadas pelo governo federal”, destacou o ministro da Saúde, Arthur Chioro. “Os municípios são chamados a aderir e a se comprometer com as condições para abrir os novos cursos. Este edital permite ampliar a formação médica com a qualidade adequada para a população”, afirmou.

Segundo o ministro da Educação, Luiz Cláudio Costa, “o novo edital dá seguimento à política de expansão de vagas de graduação por meio do Mais Médicos, corrigindo assimetrias regionais no que se refere a proporção de médicos por habitantes e selecionando cidades com condições de atender os critérios de qualidade.”

O edital foi publicado no Diário Oficial da União desta quinta-feira (2). As prefeituras interessadas deverão confirmar participação entre os dias 13 e 24 de abril, por meio da página do Ministério da Educação (http://simec.mec.gov.br). Esta é a segunda seleção de municípios para abertura de cursos de Medicina desde o lançamento do Mais Médicos. Na primeira, realizada em 2014, 39 cidades de 11 estados tiveram cursos autorizados, com previsão de 2,4 mil novas vagas.

Com o objetivo de focar em municípios com maior escassez de médicos, o Governo Federal definiu algumas regras inovadoras em compararão com a seleção anterior. Nesta chamada, só foram pré-selecionadas cidades que se localizam em estados com relação de vagas em curso de medicina por 10 mil habitantes inferior a 1,34 e com índice de médicos a cada mil habitantes menor que 2,7. Também é necessário que o município esteja a pelo menos 75 quilômetros de qualquer curso de medicina existente.

Além desses requisitos, foram utilizados também outros critérios objetivos para a pré-seleção: não ser capital de estado; não ter curso de medicina; ter mais de 50 mil habitantes; e estar localizado em região com estrutura de saúde e de equipamentos públicos, cenários de atenção na rede e programas de saúde adequados para comportar a oferta de graduação em medicina.

PRÓXIMAS ETAPAS – Após a adesão dos municípios interessados, serão realizadas visitas técnicas in loco, entre 11 de maio a 26 de junho. A finalidade é verificar se a estrutura da rede de saúde local atende o mínimo necessário para comportar as atividades práticas do curso de medicina.

Para ser selecionado, o município precisa ter número de leitos do SUS por aluno igual ou maior a cinco; número de alunos por equipes de atenção básica menor ou igual a três; leitos de urgência e emergência ou pronto socorro; adesão ao PMAQ, programa de reestruturação de unidades básicas de saúde; centros de atenção psicossocial; hospital de ensino ou unidade hospitalar com mais de 80 leitos; e existência de, pelo menos, três programas de residência médica nas especialidades prioritárias (como Medicina Geral de Família e Comunidade), que podem ser abertos no primeiro ano de funcionamento do curso.

As cidades escolhidas farão parte do edital de seleção de instituições. Os municípios que não obtiverem conceito satisfatório na verificação presencial podem ser excluídos do processo ou ficar em lista de espera até solucionar as pendências. O resultado final, após as visitas e avaliações, será divulgado em 31 de julho.

AÇÕES ANTERIORES – Medidas de expansão da graduação em Medicina já vinham sendo implementadas desde 2013, quando foram pré-selecionadas os primeiros municípios aptos a receberem curso de medicina. Em 2014, 39 deles foram avaliados positivamente nas visitas in loco e selecionados em caráter definitivo. Após a seleção das cidades, foi aberto edital de concorrência para as instituições de ensino interessadas em abrir os cursos. A previsão é que a lista de instituições selecionadas seja divulgada em 24 de junho.

O Governo Federal também vem expandindo as vagas de Medicina em cursos já existentes. Já foram autorizadas 4.680 novas vagas de graduação no país, sendo 1.343 em universidades públicas e 3.337 vagas em instituições privadas. A meta é chegar à oferta de atingir 11,5 mil até 2017. Em relação à residência médica, está prevista a criação de 12,4 mil vagas para formação de especialistas até 2018, com o foco nas áreas prioritárias para o SUS.

Em conjunto com a expansão da formação, o Programa Mais Médicos também trouxe profissionais para atender a demanda imediata apontada pelas prefeituras. Em 2015, com a ocupação das 4.146 vagas apontadas pelos municípios no novo edital, o Governo Federal garantirá a permanência de 18.247 médicos nas unidades básicas de saúde de todo o país, levando assistência para aproximadamente 63 milhões de pessoas. Serão 4.058 municípios beneficiados, 72,8% de todas as cidades do Brasil, além dos 34 distritos indígenas.

Diário de Pernambuco

terça-feira, 31 de março de 2015

2016: Menos candidatos a vereador com o fim das coliçações


A reforma política avança no Congresso. Já passou com folga no senado em primeiro e segundo turnos uma PEC que acaba com as coligações partidárias. Veja o texto breve e preciso na imagem acima.
A nova Lei seguirá ritmo acelerado na Câmara dos Deputados. Ela interessa a todos os partidos que se enquadram de médio para cima. Até mesmo ao PT, que perdeu identidade com a invasão de filiados sem matriz ideológica. Interessa também ao PMDB que patrocina a aprovação, PSB, PSD, PTB, PPS, DEM e por aí vai.
O texto é curto e claro. Implica no fim das coligações para disputas proporcionais, só sendo possível as coligações para pleitos majoritários.
Isto quer dizer que, aprovando-se até outubro, ou um anos antes das eleições, valerá para 2016. Eduardo Cunha, o presidente da câmara, que neste particular conta com o apoio da base de Dilma, promete usar a força de um trator para entregar aprovado até junho.

As consequências práticas são muitas, especialmente na diminuição do tamanho dos palanques. Aprovada como está, e até outubro, todos os municípios brasileiros passarão a se deparar com candidatos mais qualificados. As coligações deixarão de existir e os partidos com líderes fortes serão obrigados a lançar apenas os filiados, não podendo recorrer ao agrupamento de pessoas que não se entendem, apenas se juntam para atingir o quociente eleitoral. Ou seja, deixarão de existir dezenas de chefes de partido e  passarão a existir estruturas mais sólidas e fáceis de serem entendidas pela sociedade.
A proposta aprovada não fala no fim do quociente eleitoral nem no voto majoritário, mecanismo segundo o qual se elegem apenas os mais votados. Mas indica que o candidato deve procurar uma sigla com inserção social e capacidade de aglutinar e levar uma campanha até o fim com estrutura mínima para vencer  e propostas bem definidas.

Remédios vão subir 7,7%


(G1) Os remédios poderão ficar mais caros a partir desta terça-feira (31) em todo o país. A Câmara de Regulação do Mercado de Medicamento (CMED) fixou em até 7,7% o ajuste máximo permitido este ano aos fabricantes na definição do preço dos medicamentos. A decisão foi publicada no "Diário Oficial da União" desta terça-feira. A regulação é válida para um universo de mais de 9.000 medicamentos e os ajustes são autorizados em três níveis, conforme o perfil de concorrência dos produtos.
O nível 1, que tem o maior percentual de reajuste, inclui remédios como omeprazol (gastrite e úlcera); amoxicilina (antibiótico para infecções urinárias e respiratórias). No nível 2, cujo percentual é de 6,35%, estão, por exemplo, lidocaína (anestésico local) e nistatina (antifúngico). No nível 3, que tem o menor índice de aumento, 5%, ficarão mais caros medicamentos como ritalina (tratamento do déficit de atenção e hiperatividade) e stelara (psoríase).
A autorização para reajuste leva em consideração três faixas de medicamento, com mais ou menos participações de genéricos. O reajuste segue a lógica de que nas categorias com mais genéricos a concorrência é maior e, portanto, o reajuste autorizado pode ser maior.
O ajuste de preços considera a inflação acumulada em 12 meses até fevereiro, calculada pelo Índice de Preços ao Consumidor Amplo (IPCA), e que ficou em 7,7%. Em 2014, o reajuste máximo autorizado foi de 5,68%.

domingo, 29 de março de 2015

Lula quer esconder o PT em 2016 e 2018. Quer eleitor envergonhado trabalhando e votando calado.


Preocupado com o desgaste da imagem do partido, o comando petista discute a adoção de um caminho que, na prática, poderá encobrir sua sigla, PT, nas futuras eleições. Segundo petistas, o ex-presidente Lula é um dos incentivadores da criação de uma frente inspirada no modelo uruguaio: uma grande coalização que reuniria sindicatos, associações, outros partidos, ONGs e outras entidades de movimentos sociais. Por essa fórmula, as candidaturas seriam lançadas em nome da coalizão, não mais pelos partidos que a integram.

No Uruguai, a Frente Ampla, que congrega diferentes legendas e grupos sociais, governa o país desde 2005. É composta por siglas autônomas sob o comando de uma direção unificada. O ex-presidente José Mujica, por exemplo, é do partido MPP. Mas sua candidatura foi lançada pela frente.

O presidente do PT, Rui Falcão, afirma que essa solução será tema de debate no 5º congresso do partido, em junho, na Bahia. Ele diz, no entanto, que a intenção não é apagar a sigla PT das disputas majoritárias, mas reanimar a discussão interna e atrair movimentos sociais. "Vejo com simpatia a ideia de que, no bojo da reforma política, se abra espaço para a criação de um movimento que leve a uma experiência como a da Frente Ampla, no Uruguai, e a da Concertação, no Chile", disse, numa alusão também à aliança que, em 1988, derrotou o ditador Augusto Pinochet.

Assessor especial da Presidência e um dos conselheiros de Lula, Marco Aurélio Garcia afirma que o PT precisa discutir "uma política mais complexa" de organização partidária. "A Frente Ampla é uma das alternativas que contam com nossa simpatia. Eu e Lula já conversamos muito sobre esse sistema", diz. Segundo Garcia, "o momento é adequado" para isso, desde que também haja uma reflexão mais profunda sobre o partido.

Para explicar o funcionamento do sistema aos petistas, a secretaria de assuntos internacionais do PT está organizando uma palestra com um representante da Frente Ampla uruguaia. Esse debate expressa um esforço de Lula em busca de uma saída para a crise petista, acentuada agora pela baixa popularidade de Dilma e pelas acusações contra membros do partido na Operação Lava Jato. Embora a proposta enfrente resistência interna, a discussão de um novo modelo poderia atrair movimentos sociais em defesa do governo.

Segundo petistas, Lula tem repetido que Dilma "não pode sair [do governo] pela porta dos fundos". Ao pregar a renovação, ele tem dito que o "operário de fábrica de hoje é totalmente diferente do da década de 70". O ex-presidente conhece bem o modelo uruguaio. Em 2011, foi até orador de honra no aniversário de 40 anos da frente do país vizinho.

Outro simpatizante do modelo é o ex-ministro Tarso Genro (PT-RS). Em suas conversas, ele diz que uma "boa frente política para o país deve se inspirar no segundo turno que elegeu a presidente Dilma Rousseff", incluindo, por exemplo, "do economista Luiz Carlos Bresser-Pereira a Lula; do deputado Jean Wyllys ao ex-ministro Roberto Amaral". Na opinião de Tarso, essa frente poderia funcionar a partir de 2018, ano da próxima eleição presidencial.

O arrocho é nos fracos. Dilma escolheu seu eleitor para bater forte.

Eduardo Cunha: Um cara forte com o dedo no olho do PT


(Entrevista publicada em O Globo de hoje) O presidente da Câmara, Eduardo Cunha, tinha ido dormir às 3h da madrugada. Às 8h de quarta-feira, estava de pé na porta da residência oficial para receber O GLOBO. Meia hora antes, na sala decorada com porta-retratos com imagens das quatro filhas, do filho e da mulher, já havia se reunido com o deputado Hugo Motta (PMDB-PB), indicado por ele para presidir a CPI da Petrobras.

Pediu ao garçom uma vitamina, pôs no prato uma fatia de melão — que ficou praticamente intocada —, e passou a discorrer com acidez sobre erros da presidente Dilma Rousseff, mostrando-se bem à vontade na condição de “bicho-papão” do governo e do PT. Fez um resumo da relação do partido dele, o PMDB, com o governo: “Na prática, a gente finge que está lá (no governo). E eles fingem também (que o PMDB está no governo).”

Cunha afirma que seu poder vem do cargo que ocupa e da percepção de que, para chegar ali, ele derrotou o governo e a oposição. Diz achar que Dilma se cercou de pessoas fracas, mas nega que ele e o presidente do Senado, Renan Calheiros tenham tomado o comando do país.

O senhor defende a redução pela metade dos ministérios. É declaração de guerra ao Planalto?
Eu não estou fazendo crise! Os ministros (do PMDB) não têm ministério (relevante). Sempre foi assim. Na prática, a gente finge que está lá (no governo). E eles fingem também (que o PMDB está no governo).

O PMDB tem dito que não quer mais cargos no governo. É real?

Ninguém quer. Para quê? Você acaba apadrinhando, tem que ser tudo técnico, né? Só que é ladrão técnico, não é ladrão político. Eu conheço ladrões técnicos, muitos ficam buscando os políticos, e muitos (políticos) são inocentes e apoiam. Alguns, eventualmente, podem até ter motivos escusos, não vou dizer que só tem santo. Mas, com certeza, esse ladrão não diz para ele o que está fazendo. Fica um monte de pilantra circulando os políticos, pedindo apoio. Para ficar livre do cara, você diz que apoia. E os caras são ladrões, que querem ter apoio para roubar.

A oposição diz que, na prática, quem está governando é o PMDB, e não Dilma...
Quem tem a caneta?
É ela. Quem edita medidas provisórias? É ela. Quem libera o Orçamento? É ela. Quem nomeia e indica a cargo? É ela. Então, é ela quem governa. A devolução da MP 669, do ajuste fiscal, pelo Renan, foi um gesto político. Tanto que o governo revogou a MP, para poder mandar o projeto de lei.

O senhor diria que governo está em colapso político e gerencial?
Não diria que ele está em colapso gerencial. Eu diria que ele está em uma inércia de comunicação. Ele pode até estar gerenciando, mas não comunica o que está fazendo. Eu acho que o governo passa a sensação de estar parado. Ou de não ter o que fazer. A Petrobras foi responsável por 1% do PIB de perda este ano. A Petrobras está parada. O Comperj mandou 19 mil embora. Tem gente na rua pedindo esmola lá (em Itaboraí, RJ). Foi embora a perspectiva de o Rio produzir 85% do petróleo do país, e hoje não refina nem 10%, de poder agregar renda, desenvolvimento. E o processo econômico do Rio é dependente do petróleo. Então, o meu estado está em situação complicadíssima. A gente vê essa paralisia em vários lugares. Ela (Dilma) tem que responder a essa paralisia com ação.

Dilma está conseguindo governar?

Não acho que ela esteja parada. Acho é que está todo mundo no meio de uma crise política que não acaba.

De onde veio a crise?
Essa eleição foi muito diferente das outras três eleições do PT. Eles não tiveram hegemonia eleitoral, mas uma vitória apertada. E não entenderam esse processo. A crise começou no dia em que a presidente ganhou a eleição. Ela não disse o que ia fazer com o país. Isso foi gerando a crise política. Ficou claro e nítido que eles estavam fazendo uma opção de enfraquecer a todos nós.

A presidente não soube manter a base política construída por Lula?
Ela tinha a estrutura e não precisava implodi-la. A leitura que foi feita quando veio aquela operação Tabajara, do Kassab (Gilberto Kassab, ministro das Cidades, que patrocina a criação do PL, visto pelo PMDB como uma tentativa de diluir seu poder), que não podia dar certo. Porque não ia achar uma turma de pessoas experientes da política que assistisse isso acontecer. Eu ouvi uma frase ótima outro dia: “Dá 60 deputados para o Kassab para ver se ele não ia ficar igual”. Kassab virou formador de partido.

Formador de partido para barganhar com o governo?

Eu não quero acusar o Kassab. Foi a opção que ele fez e, se deram corda para ele, quem deu a corda é que está errado. Cada um propõe o que quiser. Quem aceita, ou não, é o outro.

Isso influenciou a crise política?
No dia da eleição, ela (Dilma) foi erraticamente discutir reforma política com plebiscito, e optou por esse caminho de formar um partido falso, inexequível. E isso jamais ia ter sustentação política. Ele (Kassab) foi ajudado por todo mundo para fazer aquele partido.

Foi uma tentativa de a presidente ficar mais independente de Lula e do PT?
Eu acho que não foi contra o Lula. Foi contra a gente mesmo, contra o PMDB.

Mas o PMDB já estava independente na Câmara antes de começar a formação desse novo partido...
Mas a independência do PMDB na Câmara foi por outro movimento errado dela. Ali juntaram dois problemas. Do período eleitoral em que o PT queria a hegemonia e não abria mão. O resultado é que Lindbergh Farias acabou em quarto lugar no Rio. Ao mesmo tempo, aquela reforma ministerial da desincompatibilização (substituição dos ministros que deixaram os cargos para se candidatar em 2014), usar aquilo para acerto eleitoral do PT? Reagimos e ficamos independentes.

Essa ação para afastar o PMDB partiu da presidente ou do PT?
Não sei se foi estratégia do círculo dela. Quando você escolhe as pessoas para fazer parte do seu círculo de intimidade, naturalmente escolhe em qual linha atuar. Pepe Vargas e Miguel Rossetto (ministros da articulação política) não estão no padrão de um processo desse tamanho. Você deve colocar pessoas do mesmo tamanho que você ou maiores. É erro de formação de equipe.

Mercadante tem comando?
Eu não convivo naquela intimidade para saber. Ricardo Berzoini (Comunicações) tem uma doutrina ideológica forte, é patrocinador da regulamentação da mídia, da radicalização dos atos políticos e continua no núcleo do processo. Jaques Wagner (Defesa) pode não estar com poder, mas está no bojo da articulação. É mais maleável.

A articulação precisa de alguém que tenha coragem de enfrentar a presidente e dizer onde está errando?
É preciso ter uma articulação que busque a integração de todos e não deixar prevalecer um ponto de vista. Dilma saiu da máquina. É a primeira presidente da República que não foi parlamentar. Ela não conhece o Congresso.

É hora de pôr alguém de fora do PT?
O problema não é ser ou não do PT, mas de comportamento. Briguei com o (deputado) Henrique Fontana durante a minha campanha, porque não pode o líder do governo dar uma coletiva contra mim, líder do PMDB. Eles, às vezes, misturam muito o papel de PT com governo.

O senhor já pensou em assumir a Presidência da República?
Essa pergunta você sabe que não vou responder, não vou cair nessa (risos).

Basta que duas pessoas viajem para o senhor assumir a Presidência.
Para quê? Para ficar lá cinco minutos e só? Vou usar a caneta para quê? Se o Cid (Gomes) ainda fosse ministro, eu podia demitir o Cid. Mas não vou poder nem demitir o Cid.

O senhor é oposição ou governo?

Nesse momento, sou o presidente da Câmara. Não posso me comportar nem como oposição, nem como governo. Tenho que me comportar como poder independente. Preguei na minha campanha que ia ser independente, não ia ser submisso, e que daria governabilidade. Vou cumprir o meu programa.

O senhor divide opiniões. O senhor é anjo ou demônio?

Eu sou o Eduardo Cunha (risos). Não sou nem anjo, nem demônio. Sou coerente com o que falo.

Controla a CPI e impediu a convocação de Fernando Baiano (apontado como operador do PMDB na Petrobras), como dizem seus adversários?

Não é verdade. Quem controla uma CPI? Por mim, pode convocar quem quiser. O que houve foi a conscientização de não trazer pessoas presas para cá. O caso do Renato Duque é diferente, porque ele ainda não estava preso quando o convocaram.

O senhor está tranquilo quanto às acusações dos delatores?

Absolutamente tranquilo. (Meu advogado) falou que o (doleiro) Youssef fala que não me conhece. Que não tem absolutamente nada contra mim. Forçaram a barra do Youssef perguntando de mim, aí ele fala que ouviu do Júlio Camargo. Ele não me acusa de nada. Diz que não me conhece, não sabe nada de mim.

Mas seu nome foi incluído.

A partir de agora, estou em guerra aberta com o (procurador-geral da República, Rodrigo) Janot. Tudo é possível. Vamos ver até que nível que vai. Ele me escolheu. Está muito claro.

É o maior escândalo do país?

Além de ser inacreditável, foi o maior escândalo de corrupção do mundo. O que mais me incomoda é a gente olhar que tem um escândalo desse tamanho e achar que todo mundo está igual. É a percepção que passa quando abre um inquérito para um e para o outro que não roubou.

O senhor acusou o governo de atuar para te incriminar...
Eu já disse que tinha a mão do governo. Já acusei claramente.

O Congresso atual é conservador?
Ele é! O Congresso é conservador na sua maioria porque a sociedade é conservadora em sua maioria.

Eduardo Cunha é conservador?
Sou um político de centro, que acredita no mercado. Busco essa linha. E sou conservador de costumes sim. Defendo a tese da vida e da família. Aborto, todo mundo é contra. A questão não é só evangélica. É católica. Cristãos que defendem a vida.

sábado, 28 de março de 2015

A esperteza do bode



Foto de Acássio Lacerda (facebook)

Há ovelhas na paisagem. Há casa caída também. Mas quem marca a cena é o bode em cima da parede da velha casa que caiu. Ele está de cambão no pescoço, bem peculiar por estas bandas de Sertão, prova de que não fica contente com pouca coisa, muito menos ao ver o quintal do vizinho com pasto verde, mais suculento do que o seu.
Pode ter certeza de que ao lado dessa casa que caiu apareceu outra novinha e bem melhor.  O sertanejo é assim, bem ao estilo do bode que não espera tempo bom e encara até avelós, mas não se entrega.
A foto serve para ilustrar o momento que vivemos, em que o verde surge forte e a dor dos que perderam seus bens com as fortes chuvas também é forte. Forte como o povo daqui, que certamente vai se recuperar do baque sofrido e, de preferência, fazendo uma casa nova mais ao lado, mas nunca no mesmo lugar por onde a água quer passar todo santo ano.
O bode deveria ser o símbolo do povo sertanejo. Bem melhor que a foto do mandacaru, que só espinhos mostra, ou de Lampião, que lembra violência.

O pulo de Paulo


Pernambuco é uma exceção na queda geral de arrecadação dos estados neste início de ano.
A arrecadação de ICMS no primeiro bimestre subiu 8% em valores nominais em comparação com o mesmo período do ano passado.
Mas o estado governado por Paulo Câmara, claro, não escapa do quadro de crise: em 2014, Pernambuco investiu 3 bilhões de reais. Neste ano, investirá 1 bilhão de reais. (Lauro Jardim, Veja)

Escrevam aí: Se Dilma não atrapalhar muito, será o melhor governador de todos os tempos. Certamente, será um dos melhores do País, independente do cenário que predomine nos próximos quatro anos.

Americanas na porta da igreja



Os dias estão passando rápido mesmo. Em Araripina, mais ainda. Nem parece que há crise por aqui, tamanha a força do povo deste lugar e o empreendedorismo latente.
As Lojas Americanas também estão chegando. O prédio sobe rápido na 'porta' da igreja matriz da capital do gesso e da farinha, bem em frente àquele antigo viveiro, que pouca gente lembra que existiu. Exatamente onde o grande 'Senhor do Gesso', o saudoso empreendedor Teotônio Pinto sentava em seu charmoso e imponente casarão, fincado na esquina mais cobiçada da nossa terra. Pois foi lá, exatamente lé, onde tem gente até nos domingos à noite, que as Lojas Americanas decidiram aportar. Coladinha também na Caixa Econômica, de onde sai gente toda hora com dinheiro no bolso.
Que seja bem vinda, mais ainda nesses tempos bicudos de crise, para que nosso povo tenha mais esta mola para impulsionar a economia, varrendo para bem longe esse mal estar geral que assola o resto do Brasil.
Hoje, sábado de feira-livre, andei pelo centro para sentir o termômetro real. Descobri que o São João já começou. Uma loja, para enfrentar a crise, contratou um grupo de forró autêntico para tocar na porta. Essa turma que combate os efeitos maléficos do PT é mesmo a salvação da lavoura. Até serviço para sanfoneiro os empreendedores que tocam em frente nosso lugar dão um jeito de arranjar. Crise se combate com trabalho e também com animação.

Dia 12 vem aí: Tempestade só chega ao fim dois anos depois de Dilma descer a rampa.


O Brasil está de pernas pra cima com o PT de cabeça na areia. PIB oficial de 0,1%, e por cima mentiroso, pois é negativo em 2014, com retração brusca da economia já admitida pelo próprio governo em 2015; desemprego crescendo; Lava-Jato avançando; programas sociais derretendo e o PT tomando o lugar dos outros bandidos nos presídios são sinais de que o ciclo desses moços sem juízo e sem caráter chegou ao fim.
Vendo aqui de longe de Brasília, fica a impressão de que o Brasil só se livrará da crise na economia dois anos depois de se livrar de Dilma. Portanto, se ela ficar até o fim do mandato, somente em 2021 nos livraremos dos efeitos nefastos do PT no Planalto Central. Se ela sair até junho, renunciando ou sendo afastada, em 2017 veremos a luz no fim do túnel.
Ninguém aqui confia mais no governo. Lá fora, ninguém confia mais no Brasil. Nem o PT confia no PT, para ser mais fiel aos fatos. Ninguém sabe quem pode comprar, muito menos quem vai pagar. E assim ninguém vende e ninguém faz na esfera federal. É um caos.
Dia 12 vem aí. Acho que até petistas vão sair às ruas pedindo o fim de tudo isso. Acho que os petistas, aqueles que se esforçaram para eleger Dilma, são os mais envergonhados, os que mais sofrem, pois se sentem responsáveis diretos pelo desastre. Acho que eles são os que mais torcem para que Dilma renuncie, pois sabem que diferente disso é querer o pior: Votação do impedimento ou mesmo um golpe militar. Entrar para a história das duas últimas formas é mais trágico do que sair renunciando e usando algum discurso mentiroso, daqueles usados por qualquer demagogo incapaz.
O único risco de uma renúncia é o barbudo chefe da gangue querer voltar 'nos braços do povo' em 2018, se valendo do fiasco dos dois próximos anos na economia.
Dia 12 vem aí. Se você é petista mas não é burro, vá também para a rua. À francesa, para não chafurdar.

Humbertinho está em todas.


Um ex-gerente aposentado da Petrobrás é um novo personagem das investigações da Operação Lava Jato envolvendo o pagamento de propina para campanhas do PT. Em uma declaração gravada no dia 15 de março – durante os protestos contra a corrupção e o governo Dilma Rousseff -, em Recife, Carlos Alberto Nogueira Ferreira afirmou que assinou dois cheques nominativos para as construtoras do cartel no valor total de R$ 14 milhões destinados à campanha ao governo de Pernambuco, em 2006, do atual senador Humberto Costa (PT-PE).

“Assinei um cheque de R$ 6 milhões nominativo a Schahin Construtora e outro cheque de R$ 8 milhões nominativo a Odebrecht. Esses R$ 14 milhões de reais em 2006 foram para a campanha do senhor Humberto Costa, candidato a governador de Pernambuco em 2006 e arrecadador financeiro do PT aqui”, afirma Ferreira.

A gangue



Está vendo esse senhor de barba branca sentado à frente do presidente do PT, Rui Falcão? É o secretário de Finanças do partido, João Vaccari Neto. Sabe onde eles estão? No Posto da Torre, localizado no centro de Brasília. Pois é, foi a lavagem de dinheiro do dono do posto que levou a Polícia Federal a iniciar a investigação da Lava Jato, referência ao estabelecimento. Dali chegou-se aos milhões desviados da Petrobras para os cofres do partido. Vaccari e Falcão passaram lá recentemente para fazer uma boquinha. (Época)

Lula Sampaio na sela do "Alô Vaqueiro", hoje à tarde.


Deu aquela 'coceirinha' na língua do ex-prefeito Lula Sampaio. Hoje ela estará sendo entrevistado por Danda Simeão, de quatro às seis horas, no Programa Alô Vaqueiro, da Rádio Arari FM.
O que dirá Lula Sampaio em pleno sábado? A conferir.

quarta-feira, 25 de março de 2015

PENSATA: Com as fortes chuvas e seus transtornos, a indústria da seca foi a mais atingida.

Não há salvação fora da Lei. Não há o que fazer sem decreto de Calamidade Pública para dispensa de licitação e busca de ajuda fora da esfera municipal. Quando há seca e quando há sol em excesso o remédio é um só: Decretar Estado de Calamidade Publica.
O que poucos sabem é que o remédio que serve para uma coisa só amarga para outra.
Vale o trocadilho: Chuva forte causa maiores estragos na indústria da seca.
Meio termo: O decreto só deve atingir a zona urbana, onde a chuva de fato caiu como se derramada do tambor.

Prefeitura informa principais medidas para enfrentar estragos da chuva

Leia nota da Assessoria de Imprensa da Prefeitura de Araripina.


"Comitê de Apoio as vítimas da enchente


O prefeito Alexandre Arraes, acompanhado da primeira Dama Roberta Arraes, desceram no Aeroporto de Araripina com os oficiais da CODECIPE - Cia de Defesa Civil de Pernambuco e foram direto para o bairro do Zé Martins, o mais prejudicado com o temporal.
Feita a observação, em seguida as falas para os moradores que eles não estavam sós, que a Prefeitura de Araripina nas suas diversas secretarias estariam presentes juntos com os órgãos do Estado e a população solidária de Araripina.
No mesmo instante começaram as táticas para enfrentamento do problema que podemos assim resumir:
1- Criação de um comitê central para funcionar em local amplo e que receberá as demandas;
2- Assistência nos lugares afetados quanto a limpeza, segurança, saúde, de onde não sairão as equipes da Polícia Militar, Defesa Civil, Agentes de Saúde, até que esteja restabelecida a normalidade;
3- Criado os subcomitês em cada bairro prejudicado para intermediar as demandas com o Comitê Central;
4- A defesa civil ficará até que tudo esteja sob controle,
5- Cadastro das pessoas e casas prejudicadas a fim de que possam receber melhor assistência;
6- Cada secretaria terá um representante no comitê e estes funcionarão nas igrejas dos bairros prejudicados;
7- Alimentação desde agora, com entrega de cestas básicas para a população atingida;
8- Avaliação dos imóveis para os que estiverem precários não serem habitados.


Estes foram os principais pontos definidos na reunião do Gabinete do Prefeito, junto com a sua equipe, os oficiais do Corpo de Bombeiros e a presença dos oficiais enviados pelo governador Paulo Câmara, membros da CODECIPE, do Vice Prefeito Valmir Filho e ainda os vereadores Francisco Edvaldo e Tico de Roberto, representando o Poder Legislativo.
Com efeito, este corpo composto com estas agremiações sob a liderança do prefeito Alexandre Arraes, será de fundamental importância para que os araripinenses vitimados pela cheia, tenham a devida assistência."