segunda-feira, 27 de outubro de 2014

RESULTADO DA ELEIÇÃO DE DILMA NA ECONOMIA NACIONAL.


Veja acima o tombo nas ações de Petrobras e Eletrobras. No gráfico aparece somente o que caiu acima de 10%. A perda de valor do Banco do Brasil foi espantosa também. O mercado avisou com antecedência que não aguentava mais a vovó Dilma. Essa bolsa aí gira a economia, que por sua vez irriga as demais bolsas.
Quem elegeu Dilma deve ficar de prontidão para trabalhar dobrado a fim de pagar a conta. Quem votou em Aécio já o fez por não suportar tanta carga.

Dilma: Em vez de agradecimentos, agressões aos veículos de comunicação.


Até a Globo que blindou o PT durante doze anos entrou na porrada ontem, no discurso de agradecimento de Dilma. Porrada verbal, claro. Com a Veja foi diferente. Pancada física foi o que ocorreu. Vejam os lábios dela. Nada diferente de uma cobra. O gosto de sangue era evidente. Motivo? Bonner ousou lhe perguntar o que perguntou aos demais candidatos. O PT não tolera liberdade, menos ainda a de expressão.
Esperem mais. Isso não é o fim. O que essa turma defende é privilégios. As esmolas para fazer a diferença nas urnas custam pouco. O preço da democracia é muito mais elevado para quem paga as duas contas.
Não temam pela Globo. Já estão todos acertados na intimidade. Tanto a TV quanto o PT precisavam se passar por vitimas. É assim que funciona no bolivarianismo: Liberdade e democracia de mentira e liberdade de imprensa idem.

Minas 'enforcou' o Brasil pela segunda vez. Mas lá, convenhamos, faltou um Lacerda para governador na chapa de Aécio.


Márcio Lacerda (PSB), prefeito de Belo Horizonte. Faltou ele no jogo como Eduardo queria.

Quando Eduardo Campos era vivo e sentava à mesa com Aécio Neves para traçar os rumos do Brasil, uma peça sempre ficava faltando ou no lugar errado. A peça atende pelo nome de Márcio Lacerda. Ele é o prefeito de Belo Horizonte, filiado ao PSB. É militante histórico de esquerda e Eduardo sabia, como Aécio sabe, que Minas tem um lado Norte que também vota e continuará votando com a mente voltada para uma sopinha quente por alguns anos ainda. É natural. Havia uma pedra no caminho: a pedra Tucana. Como poderia Aécio, um mineiro ainda não simpático a São Paulo, lançar em seu estado um candidato do bloco dilmista e não um tucano da gema? Seria enforcado vivo na Avenida Paulista. Certamente não teria conseguido a proeza de abrir quase 7 milhões de votos no mais populoso e produtivo estado d Brasil. Sangrando, nossa militância aprendeu isso. Sangrando e enterrando o maior estrategista eleitoral em plena campanha. Não esqueçamos mais isso. O que falo também explica que disputar com Eduardo no segundo turno seria mais vantajoso, visto que as regiões que votaram em Aécio também votariam em Eduardo, e que em Pernambuco, Paraíba e Alagoas a cantiga seria outra, dando à oposição os votos que faltaram. Mas isto é irrelevante depois que Eduardo nos deixou sem explicação - ainda.
Aécio deixou o projeto de Eduardo de lado (sem margem para manobrar), descartou Márcio Lacerda para a disputa do governo de Minas e escalou o tucano Pimenta da Veiga para a disputa contra Pimentel, do PT. Seria melhor ter lançado uma irmã ou a própria mãe. Venceriam. Mas faltou um Lacerda na disputa para governador. Aí os fatos se consumaram. Primeiro, Aécio não conseguiu eleger seu candidato ao governo, perdendo a disputa para os petistas em casa. Ainda no primeiro turno, também perdeu para Dilma nas montanhas tenebrosas de Minas. Veio então o segundo turno. O cheiro de poder associada à maior ganância fez o resultado: Minas já tinha um governador petista e deu preferência a eleger uma mineira também petista. Poucos fariam diferente, é verdade. Os mesmos mineiros, se contassem com um governador tucano eleito, certamente dariam chance de boa gestão a Márcio Lacerda, elegendo um aliado tucano. O fato é que Aécio não contava mais com nenhum tucano qualificado para disputar o governo do Estado. Sua aposta, junto com Eduardo, sempre foi Márcio Lacerda, do PSB, justamente para distensionar, como bem ensinou Tancredo. Sem Márcio perdemos o governo de Minas. Sem governo de Minas, perdemos o Brasil para o PT outra vez.
Contudo, jamais poderia se esperar que os paulistas entendessem tamanha desfeita. Mais do que compreensível. Pode-se dizer até mesmo que o vice poderia ter saído da Bahia ou do Ceará, o que garantiria a vitória. Mas não deu. Falharam as negociações e Eunilson Oliveira preferiu perder sem mudar o Brasil. A chapa ideal seria Aécio presidente com Tasso Jereissati de Vice, com Eunilson Oliveira governador no campo de Aécio. Ou Aécio com Paulo Souto de vice, com Gedel governador. Uma das últimas costuras, somada a Márcio Lacerda imbatível em Minas, transferindo poder e cheiro de poder federal para o segundo turno, tudo hoje seria diferente.
Mas não é hora de culpar ninguém. Nada disso - melhor cenário - esteve ao alcance de Aécio. Ele fez muito, além até do que poderia se imaginar. Fez tanto que parece um gênio entre os demais políticos. Também faltou a Aécio outro parceiro. E este parceiro se foi no início da campanha. Um estranho acidente levou Eduardo e com ele a articulação que faltava para a campanha funcionar sem sobressaltos, enquanto o combatente final apenas pediria votos. A militância fez muito. Além das expectativas. Mas algumas coisas dependem menos de vontade e mais de dinheiro. Só da Petrobras sangraram 10 bilhões.

VEJAM OS NÚMEROS DO BRASIL E DE MINAS.



Bastaria Minas votar como São Paulo, ou menos, apenas 62,76%. Aécio só precisava tirar de Dilma 1.731.000 votos. Ela terminaria a eleição totalizando 52.770.000 votos. Ele somaria 52.772.000 votos, sendo eleito presidente da República.
Valeu Minas! Um novo Tiradentes foi enforcado em montanhas mineiras. Um novo libertador foi proibido de nos libertar. Que carregue essa mancha para sempre em tua história.
Que não apareçam mineiros culpando os nordestinos. Que não apareçam paulistas fazendo o mesmo. Não queiram que alguém daqui, a quem foi negada a escola ideal e a liberdade indispensável, faça a opção de pegar um ônibus lotado às 4 da manhã para trabalhar bem distante. Não contem com isto. É querer ferir a inteligência dos mais pobres e necessitados. Resignem-se e aceitem continuar trabalhando duro enquanto a rede de outros não rompe os punhos.
Isto também vale para todos os balconistas, atendentes, médicos, domésticas, enfermeiras, vigilantes, motoristas, sapateiros, costureiras, etc, independente da região em que moram. Fiquem todos sabendo que o salário mínimo poderia ser de R$ 3.000,00 e toda empresa pagaria sem reclamar. Basta que o PT desista de roubar tanto e alivie a carga tributária em 10%. Pagaremos melhor salário, venderemos bem mais, todos serão felizes e ninguém precisará andar agarrado à saia da avó malvada e chantagista pro resto da vida. mas este foi o voto vencido.
Para refletirem: Os punhos das redes dos que descansam estão ainda muito resistentes. E os seus punhos de trabalhador e pagador de impostos?
Achas que têm punhos fortes o bastante para enfrentar aquela milícia que ontem parou o discurso da presidente para agredir quem revela a roubalheira? Vá pensando! A chance encerrou-se ontem. Agora aguente. Tudo por tua culpa, Minas Gerais.
Para quem não sabe, até 89% dos votos apurados o presidente eleito era Aécio Neves. O TSE só liberou (geral) quando o PT virou.

YES, NÓS TEMOS JARBAS!

Você lembra dessa imagem que postei nas redes sociais? Você lembra da minha luta solitária aqui em Araripina para fazer a minha parte?
Saiba agora - depois da depressão nacional potencializada, da pressão sobre os órgãos de imprensa, inclusive blogs, da ação desenfreada de militantes orientados para o mal e milicianos instruídos, ou nem tanto, e de toda nuvem negra que se avizinha, que este senhor será a voz mais alta e combativa. Yes, nós temos Jarbas! Minas nos deu o rato. Pernambuco nos deu o Jarbas. Ontem ele me ligou ao meio dia. Estava esperançoso, até eufórico. Ainda não sabia que Minas nos trairia outra vez.
Agrupem-se em barricadas!
A luta só começou.
Viva o Brasil!
Viva os justos!
Viva os destemidos combatentes!
Que Deus não nos abandone agora e nunca. Que Eduardo, Arraes, Tancredo e Ulisses acendam a maior lanterna para clarear lá de cima.
Combatentes de outras praças, a minha senha não mudou. Nem eu. Tudo em lugar seguro.
Forte abraço.

domingo, 26 de outubro de 2014

O Brasil perdeu

Não há o que comentar. O Brasil perdeu com a vitória de Dilma. O mapa eleitoral mostra isso. O país está dividido. Mas o Nordeste ganhou. Que Dilma conclua sem mais falar as obras atrasadas. Já terá feito muito.
O Brasil, contudo, ganhou um líder de oposição. Um líder que conciliou grande parte do País. Aécio é um guerreiro.
Nós, que militamos contra tudo e contra todos, também ganhamos. Ganhamos experiência e unidade. No mínimo. O resto vem depois.
Aqui no Araripe, já temos uma bandeira: O Canal do Sertão. Vamos cobrar desde já. Contra a vinda da água não haverá divisão de forças. E de unidade é tudo o que precisamos. Água nos une. Água já. Dilma não vai negar.

sábado, 25 de outubro de 2014

DOLEIRO DELATOR CORRE RISCO DE MORTE E LEMBRA CELSO DANIEL. PSDB EMITE NOTA URGENTE.


A morte do prefeito Celso Daniel, de Santo André, responsável pela coordenação da campanha de Lula, nunca foi esclarecida.

A campanha de Aécio Neves acaba de publicar uma nota oficial:

COLIGAÇÃO MUDA BRASIL
Nota à Imprensa


Coligação Muda Brasil quer detalhes sobre saúde do doleiro Youssef

O coordenador jurídico da Coligação Muda Brasil, deputado Carlos Sampaio, criticou a falta de informações sobre o estado de saúde e os motivos que levaram à internação o doleiro Alberto Youssef, na tarde deste sábado.

De acordo com a Polícia Federal e com o advogado de defesa de Youssef, ele foi encontrado desmaiado na cela e levado para o hospital Santa Cruz, em Curitiba, onde estaria na UTI. No entanto, nenhum boletim foi divulgado.

Para Sampaio, essas informações são de extrema relevância para o país, já que a hospitalização do doleiro ocorreu depois da divulgação do depoimento em que ele revelou que a presidente Dilma Rousseff e o ex-presidente Lula sabiam do esquema de corrupção na Petrobras.

“Dada a gravidade das informações prestadas por ele, é importante que sejam esclarecidos ao país qual o seu quadro de saúde e o tratamento pelo qual está passando. Afinal, ele é uma testemunha-chave do esquema de corrupção na Petrobras e foi firme ao denunciar que Lula e Dilma sabiam de tudo. O mínimo que se exige, numa circunstância dessas, é que o país seja informado daquilo que, de fato, aconteceu com ele.”

SENSUS: AÉCIO 52,1 x 47,9 DILMA


Corrijam a tabela abaixo. Não perderei mais tempo com isso. O fato é que o Sensus acaba de lançar na praça a mais recente pesquisa. Este instituto foi o único a captar a verdade no primeiro turno. Fiquemos com ele. Deixem que os advogados da máfia defendam a veracidade de Datafolha e Ibope. Esqueçam também a média. O Sensus é o mais recente apanhado pós debate. Não deixem de ler a postagem anterior. Sangue no olho e cara feia para 'advogado da máfia' de agora até encerrar o pleito.

O Instituto Sensus realizou a última pesquisa de intenção de votos para presidente, fechada há pouco, indicando liderança do candidato do PSDB, Aécio Neves, com 52,1% dos votos válidos. A sua oponente Dilma Rousseff (PT), segundo o Sensus, soma 47,9% dos votos válidos. O levantamento foi registrado no Tribunal Superior Eleitoral (TSE), sob nº 01193/2014.

Ao contrário de todos os demais institutos de pesquisa do País, como Datafolha, MDA e Ibope, que apontavam para Marina Silva (PSB) disputando o segundo turno com a candidata do PT, o Sensus foi o único a captar o crescimento de Aécio, na reta final, sobretudo após o debate da Rede Globo, indicando que ele estaria no segundo turno, como de fato aconteceu.

Computando-se todas as intenções de voto, inclusive brancos e nulos, Aécio tem 45,7%, contra 42% de Dilma. Indecisos, brancos e nulos somam 12,4%. As entrevistas foram realizadas nesta sexta-feira (24) e hoje, e a margem de erro é de 2,2 pontos percentuais, para mais e para menos.

O levantamento do Sensus confirma outra pesquisa, divulgada mais cedo pela CNT/MDA, segundo a qual Aécio Neves passou à frente da candidata petista. Ele agora somaria 50,3% das intenções de votos válidos contra 49,7% de Dilma. Na última pesquisa CNT/MDA, divulgada no dia 20 de outubro, Dilma aparecia com 50,5% dos votos válidos, contra 49,5% de Aécio.

A intenção de votos espontânea mostra os candidatos empatados tecnicamente. Aécio tem 44,4% dos votos e Dilma, 43,3%. Na pesquisa estimulada os números vão a 45,3% para o tucano e 44,7% para a candidata à reeleição. (Diário do Poder)

No debate, Dilma humilha economista cearense desempregada: Vai se qualificar no SENAI!"


Parece mentira, mas não é. Assim como Dilma diz que é economista, mas não é; que é candidata, mas não é. A presidente, no debate da Rede Globo, ao ser questionada por uma eleitora indecisa, vinda do nosso vizinho Ceará, economista, preparada, apenas desempregada por ter atingido os 55 anos de idade, ouviu a resposta acima sobre como voltar ao mercado de trabalho de forma digna. Ouça. Espalhe. Faça a sua parte.

sexta-feira, 24 de outubro de 2014

Dilma tentou na justiça barrar circulação da revista Veja de hoje. TSE negou. A ditadura ainda não se instalou. Até domingo ainda não. Depois de domingo, só o eleitor decide.



O ministro Admar Gonzaga, do Tribunal Superior Eleitoral (TSE), negou nesta sexta-feira o pedido de liminar feito pela campanha da presidente Dilma Rousseff de retirada da publicação da reportagem da revista “Veja”, publicada no site e no Facebook da revista, que traz informação atribuída ao doleiro Alberto Youssef de que Dilma e o ex-presidente Luiz Inácio Lula da Silva sabiam do esquema de corrupção na Petrobras.

Para negar o pedido, o ministro Admar Gonzaga justificou que o artigo da lei eleitoral citado na representação (art. 57-D, § 3º, da Lei das Eleições) para pedir a retirada do ar não está em vigor nas eleições deste ano. Ele arquivou a representação, sem julgamento do mérito.

Em seu curto despacho, o ministro Admar Gonzaga afirmou o seguinte: "O dispositivo invocado para a suspensão da veiculação (§ 3º do art. 57-D da Lei nº 9.504/1997), consoante entendimento deste Tribunal Superior (Consulta nº 1000-75), não tem eficácia para o pleito de 2014, razão pela qual indefiro liminarmente a petição inicial e extingo o processo sem resolução do mérito, nos termos do art. 267, I, do Código de Processo Civil."

O parágrafo terceiro do artigo 57-D, citado pela representação e pelo ministro foi incluído na Lei das Eleições pela chamada minirreforma eleitoral, aprovada pelo Congresso e que virou lei no final de 2013, menos de um ano antes desta eleição. O entendimento do TSE é de que as alterações desta lei não iriam vigorar para as eleições de 2014. O artigo trata da livre manifestação do pensamento, mas vedando o anonimato nas campanhas eleitorais. O parágrafo diz que: " Sem prejuízo das sanções civis e criminais aplicáveis ao responsável, a Justiça Eleitoral poderá determinar, por solicitação do ofendido, a retirada de publicações que contenham agressões ou ataques a candidatos em sítios da internet, inclusive redes sociais." (Jornal O Globo)

BOICOTE A PERNAMBUCO: Transnordestina não vai chegar a Suape enquanto não chegar ao porto do Ceará.



Foto: Bobby Fabisak/JC Imagem
Transnordestina vai chegar a Pecém, no Ceará, antes de Suape

A ferrovia Transnordestina, um projeto acalentado pelos pernambucanos desde os tempos do Império, está seguindo para o porto de Pecém, no Ceará. A proposta desenhada no governo Lula era de uma estrada de ferro de três cabeças, nascendo em Eliseu Martins (PI), derivando, em Salgueiro (PE), para Suape (PE) e Pecém (CE). Mas o governo federal optou por fazer logo o sentido Norte e, esta semana, deu as ordens de serviço nos trechos que levam ao litoral do Ceará.

Isso não quer dizer que Suape pode não receber a estrada. Mas enquanto o governo cearense assegura acesso ao terminal marítimo por decisão própria, Suape depende de autorização da Secretaria Especial dos Portos, em Brasília, que sequer analisou a proposta. Suape projeta a ferrovia servindo a um terminal de granéis sólidos e a outro de minérios, na ilha de Cocaia.

As ordens de serviço foram dadas pela ministra do Planejamento, Miriam Belchior, na última terça-feira, em Fortaleza, na presença do governador Cid Gomes, para os trechos entre Missão Velha e Acopiara, num total de 150 quilômetros. Na prática, isso quer dizer que enquanto no sentido Suape (522 km) só existe a terraplanagem, no sentido de Pecém, além do trecho Salgueiro-Missão Velha (CE), existem agora mais dois até Acopiara em obras firmes.

O terceiro Salgueiro-Eliseu Martins tem metade da ferrovia concluída. No Ceará, a Transnordestina só precisa de mais dois trechos (Piquet Carneiro-Quixadá (179,2 km) e Itapiúna-Porto do Pecém (164,3 km)), totalizando 343,3 quilômetros.

Ferrovia de três cabeças

O projeto da Transnordestina prevê 1.728 quilômetros de ferrovia em bitola métrica e de 1,6 m, beneficiando 81 municípios no Piauí (19), Ceará (28) e Pernambuco (34). Na teoria, a ferrovia ligaria o terminal ferroviário de Eliseu Martins (PI) aos terminais portuários de Suape (PE) e Pecém (CE). Mas desde o começo ficou claro que aonde o trem chegar primeiro, a ferrovia se viabiliza globalmente.

Opção Suape

Até a aprovação da MP 595, que virou a Lei nº 12.815, Suape parecia a opção mais viável, pelo potencial de negócios já agregado ao terminal. De granéis líquidos ao complexo industrial, ainda que o único trecho pronto fosse entre Salgueiro e Missão Velha.

Opção Pecém

As dificuldades começaram quando a nova lei tirou de Suape o poder de negociar seus projetos portuários sozinho e subordinando-os à SEP, entregue ao grupo político da família Gomes, do Ceará. A SEP não conseguiu analisar nenhum projeto de Suape.

Doleiro vai entregar as contas secretas do PT e revelou que Dilma e Lula sabiam de tudo. Não sobrará pedra sobre pedra.

Alberto Youssef  (Foto: Aniele Nascimento / Agência de Notícias G/AE)
Alberto Youssefagem: Aniele Nascimento / Agência de Notícias G/AE)

Os trechos mais quentes da reportagem de VEJA deste fim de semana sobre as confissões à Justiça do doleiro Alberto Youssef, um dos cabeças do esquema de corrupção na Petrobras:
• — O Planalto sabia de tudo!
— Mas quem no Planalto? — perguntou o delegado.
— Lula e Dilma — respondeu o doleiro.
• Na semana passada ele aumentou de cerca de trinta para cinquenta o número de políticos e autoridades que se valiam da corrupção na Petrobras para financiar suas campanhas eleitorais. Aos investigadores Youssef detalhou seu papel de caixa do esquema, sua rotina de visitas aos gabinetes poderosos no Executivo e no Legislativo para tratar, em bom português, das operações de lavagem de dinheiro sujo obtido em transações tenebrosas na estatal. Cabia a ele expatriar e trazer de volta o dinheiro quando os envolvidos precisassem.
• Entre as muitas outras histórias consideradas convincentes pelos investigadores e que ajudam a determinar a alta posição do doleiro no esquema — e, consequentemente, sua relevância pa­ra a investigação —, estão lembranças de discussões telefônicas entre Lula e Paulo Roberto Costa sobre a ampliação dos “serviços”, antes prestados apenas ao PP, também em benefício do PT e do PMDB.
• “O Vaccari está enterrado”, comentou um dos interrogadores, referindo-se ao que o do­leiro já narrou sobre sua parceria com o tesoureiro nacional do PT, João Vaccari Neto. O doleiro se comprometeu a mostrar documentos que comprovam pelo menos dois pagamentos a Vaccari. O dinheiro, desviado dos cofres da Petrobras, teria sido repassado a partir de transações simuladas entre clientes do banco clandestino de Youssef e uma empresa de fachada criada por Vaccari.
• O doleiro preso disse que as provas desses e de outros pagamentos estão guardadas em um arquivo com mais de 10 000 notas fiscais que serão apresentadas por ele como evidências. Nesse tesouro do crime organizado, segundo Youssef, está a prova de uma das revelações mais extraordinárias prometidas por ele, sobre a qual já falou aos investigadores: o número das contas secretas do PT que ele operava em nome do partido em paraísos fiscais. Youssef se comprometeu a dar à PF a localização, o número e os valores das operações que teria feito por instrução da cúpula do PT.
• Youssef dirá que um integrante da ­coor­denação da campanha presidencial do PT que ele conhecia pelo nome de “Felipe” lhe telefonou para marcar um encontro pessoal e adiantou o assunto: repatriar 20 milhões de reais que seriam usados na cam­panha presidencial de Dilma Rousseff. Depois de verificar a origem do telefonema, Youssef marcou o encontro que nunca se concretizou por ele ter se tornado hóspede da Polícia Federal em Curitiba.

quinta-feira, 23 de outubro de 2014

BOMBA: Os cabaças da Máfia aparecem nas gravações. O vice Michel Temer já está de prontidão para assumir no lugar de Dilma.



Amanhã, nas bancas, as gravações que mostram que Dilma e Lula sabiam e concordavam com o propinoduto da Petrobras. É caso de impeachment às vésperas da eleição.

R$ 131 Bilhões desviados da saúde. Milhares de morte.


Levantamento feito pelo Conselho Federal de Medicina em parceria com a ONG Contas Abertas afirma que o Ministério da Saúde deixou de usar R$ 131 bilhões entre 2003 e 2014 na saúde pública.O período se refere aos dois mandatos do ex-presidente Luiz Inácio Lula da Silva e ao da atual presidente, Dilma Rousseff, ambos do PT. A conta foi feita com base nos recursos autorizados pelo orçamento no período em relação ao que foi desembolsado pela pasta. Pelo cálculo feito no estudo, somente no ano passado R$ 12,78 bilhões permaneceram nos cofres. Neste ano, até outubro, dos R$ 107,4 bilhões autorizados, R$ 80 bilhões haviam sido usados.

"Há uma histórica subutilização dos recursos. Algo incoerente, sobretudo quando analisamos as necessidades do setor", afirmou o presidente do CFM, Carlos Vital. Ele disse que recursos seriam suficientes, por exemplo para construir 320 mil Unidades Básicas de Saúde de porte 1, destinadas para atendimentos mais simples. "O cálculo é feito apenas para dar uma dimensão do que poderia ter sido destinado para o setor e não foi", completou.

Pelos cálculos do CFM, entre 2003 e 2014 a dotação autorizada para a área da Saúde totalizou R$ 1,021 trilhão. No período, no entanto, desembolsos foram de R$ 891 bilhões. Vital avalia que dois fatores impedem a utilização integral dos recursos. A primeira delas seria o contingenciamento, ordem dada pelo governo para que o dinheiro, embora previsto no orçamento, não seja usado. Em seguida, viriam problemas de competência administrativa. Recursos previstos para serem usados em projetos, em parceria com Estados e municípios, que ficariam intocados por falta da apresentação de projetos adequados.

Interação. "O dono do recurso tem de interagir, ir até seus parceiros, identificar as falhas e ajudá-los a superá-las. Faz parte da sua missão", disse Vital. Esta não é a primeira vez que o CFM faz levantamentos sobre a utilização de recursos destinados no orçamento para o Ministério da Saúde. Em anos anteriores, resultados foram encaminhados para o Ministério Público Federal e para Tribunal de Contas da União.

O levantamento feito pelo CFM mostra que entre 2003 e 2013 foi autorizado o uso de R$ 81 bilhões em ações de investimento em saúde, como construção de Unidades Básicas de Saúde ou aquisição de equipamentos. Desse total, porém, foram gastos R$ 30,1 bilhões - de cada R$ 10 para investimentos, R$ 5,6 deixaram de ser aplicados.

Ainda de acordo com o levantamento, este ano foram reservados para investimentos R$ 10 bilhões mas, até outubro, R$ 3,7 bilhões haviam sido efetivamente pagos. O Ministério da Saúde dá números diferentes. Afirma que para essas ações foi autorizado o gasto de R$ 6,4 bilhões e que até outubro, 67% desse valor já havia sido empenhado. "A execução orçamentária da pasta segue o cronograma e o período do exercício mesmo considerando o ano eleitoral", diz a nota. Por lei, transferências da União para Estados e Municípios ficam suspensas no período de 90 dias que antecedem as eleições. A exceção fica por conta de obrigações que já haviam sido firmadas antes desse período. (Estadão)

quarta-feira, 22 de outubro de 2014

A VITÓRIA NÃO DEPENDE DAS PESQUISAS E SIM DE VOCÊ QUE TRABALHA NO COMÉRCIO MAS É IMPEDIDO DE GANHAR 3 MIL POR MÊS POR PETISTAS QUE ENGANAM E ROUBAM O FUTURO. VEJA OS NÚMEROS.


Quem vota em Aécio tem os melhores argumentos. Quem vota em Dilma tem as piores mentiras. Todas as pessoas sabem disso.
O eleitor de Aécio é o mais escolarizado, foi o que mais ralou na vida, sabe o caminho das pedras. Os eleitores de Dilma repetem jargões utilizados nos piores presídios do Brasil. Aprenderam a repetir como papagaios a verborragia de Zé Dirceu, de Zé Genoíno e de um certo bêbado incorrigível.
Não vem ao caso. O fato é que é preciso fazer a sua parte. Se você subiu na vida decentemente e com muito estudo e esforço, certamente construiu laços de amizade e respeito mútuos. Certamente já serviu de exemplo na vizinhança, no mínimo. É hora de usar esse capital em favor do Brasil.
Marque na agenda uma visita a vinte pessoas que você acredita que pode influenciar. Não perca verbo com petistas que vivem pendurados em tetas do governo. Estes vão te tomar o tempo. Vá direto a algum estudante esforçado que acredita que votar em Dilma é o melhor caminho. Diga a ele que Bolsa Estudante existe desde os tempos da calça boca de sino. Fale que na sua faculdade, (AEDA) por exemplo, todo mundo, antes do PT, obtinha o crédito educativo. Conclua dizendo que se quitava esse débito junto à caixa com dois salários mínimos, decorridos cinco anos após a formatura.
Vá até alguém que trabalha atrás de um balcão. Diga a ele que o salário mínimo poderia ser de até 3 mil Reais e qualquer empresa pagaria sem o menor problema não houvesse uma carga tributária que supera 50% do valor das vendas. Faça as contas: vendendo 100 mil por mês, o governo está levando 50 mil. O restante é para pagar a mercadoria ao fornecedor, pagar funcionários, demais despesas e retirada do lucro. Mostre que diminuindo 10% na carga de impostos, ficariam 10 mil para dividir com quatro funcionários, ou 2.500,00 para cada um além do que ele já ganha. Só aí você já prova para o pobre balconista ou secretária de qualquer empresa que quem de fato paga a conta da Bolsa Família que engana as pessoas sem escolaridade e lhes tira o futuro (sem escola) também lesa e fura o bolso de quem rala todos os dias atrás de um balcão, ou indústria, ou consultório, etc.
Diga que além de pagar o Bolsa Família, cada balconista ou funcionário do setor de comércio ou serviço também paga a conta dos roubos da Petrobrás e os altos salários da turma do PT, que se esconde em todos os momentos mas sempre reaparece com os bolsos cheios de grana na reta final da eleição.
Tem outra. Pergunte a alguém que se autodenomina minoria: quantas vezes, em sã consciência, ele foi agredido verbalmente ou teve direitos negados pela sua condição de 'minoria' Pergunte a alguém do movimento LGBT quantas vezes houve agressão a ele por parte de algum 'tucano' que conhece ou é vizinho. Leve-o a pensar da seguinte forma: Está se valorizando e sendo inteligente nesta eleição ou servindo apenas de massa de manobra? Está votando certo ou está dando mais 4 anos a uma máfia que acaba o Brasil? Está sendo protagonista ou usado por gente sem escrúpulo? Está sendo sincero ou está sendo injusto com as pessoas que sempre souberam das diferenças e sempre apoiaram as decisões, ouviram as queixas e fortaleceram seus laços? Está sendo livre e altivo ou está sendo usado por uma máfia? E quanto ao futuro: Será visto como alguém que tem opções (diversas) diferentes ou como alguém que prejudicou o Brasil apoiando a máfia que destrói empresas e arruína a economia nacional?
Faça isso sem se importar com pesquisas. Pense que o jogo está empatado e que um voto que você conseguir desempata em favor do Brasil. Chame quantos amigos conhecer para tomar parte nessa empreitada. Se quiser, compartilhe o link. Ou fique aí parado assistindo petistas de todos os presídios e de todas as índoles passando à sua frente como se fossem donos da verdade.

terça-feira, 21 de outubro de 2014

A CRISE: Sarney e Renan agradecerão uma nova chance.


Vive enganado quem quer ou se beneficia do esquema montado em Brasília. O fato é que o País está atolado numa crise e só um novo governo pode enfrentar esse furacão devastador de riquezas, economias e esperanças.
As prefeituras, logo elas que de mais perto enfrentam e cuidam dos problemas, estão à míngua, devedoras de salários e de serviços, e sem ter onde nem a quem recorrer para sair da miséria instalada por Dilma.
As incertezas só serão incertezas até 26 de outubro. Dando Aécio, virão as mudanças e a esperança ressurgirá. A classe média, motor da economia, voltará a comprar e a girar. Assim, em poucos meses, tudo voltará à normalidade.
Dando Dilma, a classe média, já sabedora que é sempre chamada a pagar a conta, se retrairá. Não haverá consumo além do básico. E o básico não gera impostos, não tem valor agregado, não gera empregos bem remunerados. Resultado: com seis meses de desânimo e depressão econômica, o Brasil não aguentará e todas as camadas sociais darão apoio ao golpe do PMDB de Renan Calheiros, culminando com o encerramento de uma CPI, que desta vez não vai terminar em pizza, mas sim, na substituição de uma presidente eleita por um vice não testado, mas que, aos olhos da maioria, representará o fim de uma crise.
Portanto, vote logo em Aécio e eleja para governar aquele que você escolheu para votar.
Renan Calheiros e Sarney, os chantagistas, agradecem encarecidamente se você votar em Dilma. É prato cheio para eles.

GUERRA DAS PESQUISAS: Melhor acreditar no seu trabalho e na sua inteligência e triplicar as ações até 17:00 hs do próximo domingo

O senador Aécio Neves (PSDB) seria eleito presidente da República com 53,2% dos votos válidos, caso a eleição fosse hoje. É o que diz pesquisa do instituto Veritá, encomendada pelo jornal Hoje em Dia. A presidente Dilma Rousseff (PT) não seria reeleita pois conta com 46,8% da preferência do eleitor. O tracking tucano mostra, há dias, 54% para Aécio e 46% para Dilma.

A pesquisa foi realizada entre os dias 17 de outubro e ontem e a margem de erro é de 1,4 pontos percentuais para mais ou para menos. O levantamento descarta o empate técnico, já que no pior cenário de Aécio e no melhor de Dilma, o tucano continua à frente. Se forem considerados os votos totais, o senador Aécio Neves teria 47% das intenções de voto. Dilma aparece com 41,4%. Os indecisos somam 7,8% e outros 3,7% votariam em branco ou nulo.

De acordo com o Veritá, a rejeição da presidente Dilma é maior que a do senador. O índice de rejeição dela é de 46,1% dos eleitores. Já 39,1% dos entrevistados afirmaram que não votariam de jeito nenhum em Aécio Neves.

O instituto também perguntou quem os entrevistados acreditam que será eleito o próximo presidente da República, no dia 26 deste mês. Para 56%, o senador tucano vencerá a disputa. Os outros 44% acreditam que a petista sairá vitoriosa.

A amostragem da pesquisa é 7.700 eleitores em 213 cidades de todos os Estados brasileiros. Ela foi registrada com o número 01144/2014 no Tribunal Superior Eleitoral (TSE). O nível de confiança é de 95%.

ASSUNTO NOSSO E DE TODOS
QUE TAL PROCURAR DEZ ELEITORES PETISTAS, DE PREFERÊNCIA INTELIGENTES, E ESCLARECER O SEGUINTE:
1) Dilma mergulhou o país na crise
2) Não ganhará, mas se isto acontecer perderá o poder para Michel Temer, o vice que já planeja o bote para encerrar com chave de ouro essa CPI da Petrobrás que Renan Calheiros instalou para chantagear o PT e assim conseguiu ganhar em vários estados, como inclusive Alagoas;
3) A classe média que é quem emprega, não aguenta mais pagar a conta da roubalheira e mesmo sem querer será obrigada a dividir uma empregada por três casas e até restaurante em condomínios nas capitais, gerando desemprego em massa nos bares e restaurantes;
4) Aécio já se comprometeu com o fim do fator previdenciário, coisa que Dilma não fez. Isto representa aposentadoria digna;
5) Dilma será chantageada por todos os doleiros e petroleiros que fizeram maracutaia junto com ela e punição só mesmo para nós que pagaremos a conta;

sábado, 18 de outubro de 2014

SERCON lança curso preparatório para prova de suficiência do CRC


Para atuar no mercado legalmente, os bacharéis em Ciências Contábeis precisam ser aprovados na prova de Suficiência aplicada pelo Conselho Regional de Contabilidade. Para capacitar profissionais recém formados na região do Araripe e circunvizinhança, o SERCON oferece as ferramentas, através do curso preparatório descrito no 'cartaz' acima.

Bahia também começa a gritar fora PT. Maior multidão da campanha em Salvador para ouvir Aécio.


ACM Neto está de mangas arregaçadas na Bahia. O resultado foi este, até agora. Ninguém pode esperar que o baiano mude de estilo de vida nem fique 100% esclarecido de uma hora para a outra, mas os ventos de Salvador mostram que a diferença na Bahia será bem menor em favor de Dilma. Na Paraiba a missão de diminuir a diferença coube a Cássio Cunha Lima e isto também está acontecendo. Em Pernambuco o PT já foi varrido desde o primeiro turno. Resumo: O Nordeste não vai garantir nada a Dilma. Desta vez a cantiga será outra.

Aécio amplia em Minas Gerais e já coloca 2 milhões de votos de dianteira.


Dilma está fazendo menos votos que no primeiro turno em Minas, colégio eleitoral com mais de 15 milhões de eleitores. É a resposta dos mineiros às agressões do PT.

Pesquisa divulgada ontem pela Multidados Comunicações sobre a preferência dos eleitores mineiros para o segundo turno das eleições presidenciais aponta o senador Aécio Neves, que disputa o cargo pelo PSDB, 12 pontos à frente da presidente Dilma Rousseff (PT), que tenta a reeleição.

De acordo com o levantamento, 50% dos entrevistados afirmaram que votarão em Aécio, enquanto 38% disseram votar em Dilma. Entre os que não escolheram nenhum dos dois candidatos, 5% afirmaram que não rejeitam nenhum deles, e outros 7% ficaram indecisos ou não responderam à pergunta.

Os entrevistados responderam também a questões sobre a imagem que têm dos presidenciáveis. Sobre o tucano, 11% afirmam ter uma imagem ótima; 45%, boa; 12% avaliam o candidato como regular; 10% o consideram ruim; e 18% disseram que sua imagem é péssima. A imagem da petista foi avaliada como ótima por 9% dos entrevistados; boa por 39%; por 14% regular; por 13% ruim; e 22% afirmam ter imagem péssima de Dilma.

A pesquisa foi feita em 85 municípios, entre os quais 72 em que a petista venceu no primeiro turno e 13 onde Aécio foi o vencedor.

A saúde foi apontada por 37% dos entrevistados como tema que mais os preocupa. A segurança foi citada por 24%. Inflação foi escolhida por 13%, e o emprego, por 10%. Educação e moradia ficaram na lanterna, com 5% e 6%, respectivamente. A pesquisa, com o registro BR-01126/2014 na Justiça Eleitoral, foi feita entre os dias 14 e 16 e ouviu 1.254 eleitores. O intervalo de confiança é de 95% e a margem de erro é de 2,8 pontos percentuais.(EM)

sexta-feira, 17 de outubro de 2014

Marina Silva ambientalista e ongueira encosta em Aécio para a transferência máxima de votos.



O primeiro ato público de Aécio Neves (PSDB) e Marina Silva (PSB) foi marcado por trocas de elogios e uma declaração enfática de apoio e voto da ex-senadora para o tucano. O presidenciável classificou a aliança como um momento histórico para a política e o mais importante de sua "caminhada" até aqui. Aécio disse que Marina teve um gesto de "brasilidade" e "patriotismo" ao apoiar sua candidatura.

Marina, que ficou fora do segundo turno, enalteceu a união em nome da "mudança". "Algo maior do que nós, só pode ser feito por todos nós. Tem que ter a humildade de entender que algo grandioso não se faz por um grupo, um partido ou uma pessoa", declarou a pessebista. O tucano ficou visivelmente emocionado ao agradecer o gesto. Disse que o fazia em seu nome e em nome de sua família, momento em que embargou a voz.

"A partir de agora você trabalha como um movimento da mudança, uma mudança que não é mudança pela mudança, mas é a mudança qualificada, que preserva as conquistas, que encara os desafios", disse Marina em evento em São Paulo, ao lado de Aécio.

"É por isso que, neste momento, eu estou aqui como parte desse movimento que se dá em cima de um compromisso que, no meu entendimento, pode ajudar a melhorar o Brasil para todos nós e a unir o Brasil pelo bem de todos nós", acrescentou Marina, apontando compromissos assumidos por Aécio como a recuperação dos fundamentos macroeconômicos e a ampliação das políticas sociais.

Marina participou com Aécio, nesta sexta, do primeiro evento público após ela ter declarado apoio formal ao candidato tucano no segundo turno da eleição contra a presidente e candidata à reeleição, Dilma Rousseff (PT).

Araripina vai se transformar num 'bateu, levou'. Alexandre Arraes dá sinais de que não vai mais apanhar calado.

A médica e agora Deputada Estadual, Socorro Pimentel, dando sequência ao método adotado pelo esposo e também deputado (em final de mandato) Raimundo Pimentel, deu sinais de que não vai esperar 2016 chegar para fazer política eleitoral em Araripina. Dando sequência a uma tática bem sucedida de tomar de Lula Sampaio o espólio da oposição, partiu para o ataque contra o prefeito Alexandre Arraes em sua conta no facebook. A diferença desta vez foi gritante. Sempre acostumado a aguentar calado, Alexandre deu o troco em moeda forte. Cunhou com todas as letras que a Doutora é agressiva, comparando-a a uma metralhadora giratória, e também comparou ao seu mandato os tempos de atuação de ambos na política, juntando Raimundo e Socorro num só mandato. O prefeito de Araripina disse em sua resposta que sequer cumpriu metade do seu mandato de quatro anos e já tem muito o que mostrar em termos de realizações. Quanto ao mandato Raimundo/Socorro, disse que 2015 será o ano 13/16 de um exercício parlamentar sem obras para mostrar. Também 'mandou' a deputada arranjar emprego para a militância no seu gabinete, sugerindo elitismo. E foi além, ao informar que todas as cidades votadas vão exigir obras. Em conversas reservadas, Alexandre informou que 2016 será o ano 14/16 (ou 14 de 16) de um mandato só. Ele acredita e tem repetido que será "14 de 16 anos sem nada para mostrar'.
Resta aguardar para conferir os desdobramentos. E perguntar: Socorro vai mergulhar para não ser cobrada? Ou vai mesmo para cima como tem feito o esposo até agora?
Pelo visto, 'bateu levou' vai balizar não apenas o relacionamento do prefeito de Araripina com seus adversários, mas com os aliados que acendem 'fogueiras amigas' também. Este é o assunto predominante em todas as rodas de conversa por onde aparece um defensor 'esclarecido' do prefeito. "A lista é grande', debochou um militante de oposição que gosta de ver o circo pegar fogo e também de 'entregar' quem foi aliado oculto de Socorro Pimentel na eleição passada. A tática que está sendo utilizada em Araripina é muito antiga. Militantes mais 'graduados' da oposição estudam as divisões internas existentes entre as facções que formam o grupo do prefeito, fazem afirmações e em seguida espalham o boato de que estavam ouvindo aliados criticarem Alexandre. Desta forma, a lista só aumenta e o prefeito fica na dúvida do que realmente seja fogo amigo ou apenas ingenuidade de aliados pouco afeitos ao jogo do poder. De agora até 2016 a oposição cumprirá o seu papel de buscar descontentes para aumentar seu bloco. Para isto, não exitará em colocar palavras na boca de ninguém a fim de aumentar a lista de 'despedidas'.

Quem conhece Dilma de perto vota em Aécio

No Distrito Federal, onde mora e 'trabalha', ou atrapalha, Dilma perde de forma vergonhosa para Aécio Neves. Segundo o Datafolha, os números são reveladores.

quarta-feira, 15 de outubro de 2014

DATAFOLHA: 51% x 49% - Aécio segue na frente, mas pontos ainda não foram devolvidos integralmente


A 11 dias do segundo turno, a disputa pela Presidência da República continua extremamente acirrada, mostra pesquisa Datafolha feita na terça-feira (14) e nesta quarta (15). O senador Aécio Neves (PSDB) tem 51% dos votos válidos, a presidente Dilma Rousseff (PT) alcança 49%. É um empate técnico, com exatamente os mesmos percentuais de voto válido da primeira pesquisa Datafolha do segundo turno, feita nos dias 8 e 9 deste mês. Nos dois casos, a margem de erro é de dois pontos para mais ou para menos.

Em votos totais, Aécio tem 45%; Dilma, 43%. Na rodada anterior, cada um tinha um ponto percentual a mais. Os eleitores dispostos a votar nulo ou em branco oscilaram de 4% para 6%. Os indecisos continuam sendo 6%. O instituto investigou ainda o grau de decisão dos eleitores. Aécio e Dilma também estão empatados na taxa de convicção: 42% afirmam intenção de votar nele "com certeza", o mesmo valor para Dilma.
Há 18% que "talvez" possam votar no tucano (eram 22% na pesquisa anterior) ante 15% para Dilma (eram 14%). Já os que não votam em Aécio "de jeito nenhum" são 38% agora (eram 34% no dia 9), enquanto 42% rejeitam votar em Dilma (eram 43%).

O Datafolha ouviu 9.081 eleitores em 366 municípios. O nível de confiança do levantamento é 95% (em 100 pesquisas com a mesma metodologia, os resultados estarão dentro da margem de erro em 95 ocasiões). O registro do estudo no TSE (Tribunal Superior Eleitoral) é BR 01098/2014. (Folha Poder)

segunda-feira, 13 de outubro de 2014

"E o couro do bode?"


Eu tenho um amigo e parente que é a piada pronta em pessoa. Repete coisas de forma tão engraçada que nem cansa e por cima vira bordão. Roberto Lacerda, ou Nego Beta para os íntimos, já chegou a acordar a esposa Betânia em plena segunda-feira com a mesma pergunta com a qual a fez dormir no domingo, depois da pescaria: "E o couro do bode?"
Betânia só não jogou-lhe um penico cheio na cara  porque não se usa mais isso.
Pois bem. "E o couro do bode?" é uma pergunta que se faz por aqui para cobrar resposta e devolução de algo que sumiu e ninguém deu conta ainda.  Nego Beta pergunta a quem bem entender só para sacanear mesmo. Para divertir, acima de tudo. No caso de Betânia, para começar o dia sorrindo.
Mas o ex-presidente Lula vai fazer essa pergunta a dona Dilma na hora que as urnas do Brasil começarem a mandar o recado final de forma bem diferente.
Lula confiou a Dilma um mandato de quatro anos certo de que a ex-guerrilheira iria devolver a cadeira em 2014. Errou feio. Fez trato com o 'diabo'. Aliás, Dilma não cumpre trato porque não é petista da gema. Quem fundou o partido cumpre trato até sentado nas brasas do inferno - sabe dos riscos.  Por não cumprir tratos, a gerentona levou o PT a sofrer derrotas por todo o País, a perder 30% das cadeiras que ocupa (e suja) no Congresso e, por cima, causou uma morte imperdoável. Todos sabem que jamais Eduardo Campos seria candidato caso Lula estivesse na disputa. Provavelmente o neto de Arraes seria o seu vice e não teria feito aquele voo.
Mas Lula vai fazer a inevitável perguntar a Dilma quando a petralhada for tangida do comando dos cofres, sobretudo da Petrobras: "E o couro do bode, desgraça!". E só vai assimilar a derrota por um simples motivo: Ganhar com Dilma é perder duas vezes. Jamais um petista, nem mesmo Lula, teria coragem de disputar eleição depois do fiasco geral de um segundo mandato dessa senhora. Perder com Dilma agora, para Lula, significa perder apenas um anel. Afinal, um dedo ele já perdeu para o torno mecânico.

Tracking tucano: Aécio 56 x 44 Dilma

Só alegria no anúncio do apoio de Marina, ontem.

Ontem, o tracking tucano fechou com 12 pontos de diferença entre Aécio e Dilma. É menos do que indicou a Pesquisa Isto É-Sensus, é mais do que apontaram as pesquisas Ibope e Datafolha, que deram empate técnico. O apoio da família Campos e de Marina Silva, bem como a pauta negativa para o PT em função do envolvimento do partido, agora comprovado, no propinoduto da Petrobras parecem ter ferido de morte a candidatura de Dilma. Aliás, pelo nível de baixaria alimentada pela campanha petista nas redes sociais, o desespero deve estar grande e descontrolado no lado de lá.

domingo, 12 de outubro de 2014

A BALA DE PRATA DE AÉCIO E O ATAQUE DE NERVOS PETISTA.


A arma de maior poder de destruição do arsenal preparado pela campanha de Aécio Neves para reagir à artilharia pesada já apontada pela candidatura de Dilma Rousseff na direção do tucano é o depoimento de Paulo Roberto Costa, ex-diretor de Abastecimento da Petrobras. Ele detalhou como um grupo de políticos e dirigentes do PT desviou R$10 bilhões, num esquema que funcionou na empresa nos últimos seis anos.

Apesar de a estratégia da campanha continuar sendo a de mostrar a trajetória de Aécio para apresentá-lo como o candidato preparado para as mudanças necessárias em 2015, o arsenal de reação aos ataques inclui os áudios dos depoimentos de Paulo Roberto, que não são sigilosos. E para desmontar a tentativa de desconstruir a imagem de bom gestor de Aécio, a campanha tem um conjunto de gravações de Dilma para provar que ela boicotou Minas Gerais nos governos do presidenciável e de Antônio Anastasia.

O marqueteiro do candidato do PSDB, Aécio Neves, o publicitário mineiro Paulo Vasconcelos, diz que a campanha não pode morder a isca da baixaria que a campanha da petista tenta jogar no segundo turno. Diz que as mentiras sobre Aécio, sobre a gestão Fernando Henrique Cardoso e o economista Armínio Fraga, podem se transformar numa armadilha para Dilma, se o eleitor entender como desespero da candidata. Sobre o escândalo da Petrobras, ele diz que áudios dos depoimentos do ex-diretor e do doleiro Alberto Yousseff podem ser usados no programa de TV, "no limite do respeito ao eleitor".

BOMBA! Cataclismo eleitoral.O áudio completo da delação de Paulo Roberto Costa.





O melhor guia eleitoral de todos os tempos.


Um resumo perfeito da história geral da Terra dos Altos Coqueiros e de seu bravo povo.

sábado, 11 de outubro de 2014

A FALA DO HERDEIRO DE EDUARDO. NÃO HÁ COMO NÃO COMPARAR E ATÉ CHORAR DE EMOÇÃO.

Aécio se dirige a Marina em Pernambuco. É o aceno que faltava.

Aécio segue para o Clube Internacional


Eu hoje no Recife, e não por caso no Recife, apresento um documento de convergência", disse Aécio. "Se eleito, quero ser o presidente da República dos mais pobres, daqueles que precisam das mãos do Estado." O tucano classificou a aliança com o PSB como a "mais estratégica de todas": "Traz o símbolo do que queremos. A capacidade de realizar os sonhos de Eduardo Campos", disse. Sobre os ataques eleitorais do PT, respondeu: "A cada ataque, ofensa e calúnia, eu vou responder com propostas."
O discurso foi feito durante encontro com movimentos sociais organizado pelo PSB de Pernambuco. Após o evento, Aécio vai almoçar com a viúva do ex-governador Eduardo Campos, Renata Campos.
Do evento participaram o vice de Marina, deputado Beto Albuquerque, e políticos locais, como João Lyra Neto, governador de Pernambuco, Paulo Câmara, governador eleito pelo PSB, Geraldo Julio, prefeito de Recife, Fernando Bezerra Coelho, ex-ministro e senador eleito pelo PSB, e o governador do Espírito Santo, Renato Casagrande. Os três filhos mais velhos de Campos também estavam presentes: Maria Eduarda, João e Pedro, além do irmão do ex-governador, Antônio Campos, e de Madalena Arraes, viúva de Miguel Arraes, avô de Campos.
"Acho que a fala dele e o documento apresentado são coerentes e profundos e dialogam com o pensamento da Rede e do PSB. Avança bastante", disse Albuquerque, em referência à Rede, grupo político ligado a Marina.
Ele disse ainda que houve uma conversa direta entre Aécio e Marina, e que há uma expectativa de que ela anuncie neste domingo sua decisão sobre apoio no segundo turno. "Na ultima quinta-feira, foram apresentadas as propostas tanto do PSB quanto da Rede e eu acho que a fala dele responde com profundidade ao documento. Mais do que isso, assume compromissos com essas pautas."
Albuquerque minimizou o fato de Aécio não ter assumido compromisso sobre a maioridade penal. "Não compromete. Não que não seja importante, mas não podemos ter a pretensão de achar que no segundo turno quem passou tenha que assumir 100% das nossas ideias", comentou. "Agora a gente não acredita que esse não e o caminho (reduzir maioridade penal). Hoje 1% dos crimes brasileiros é cometido por menores. O que nós precisamos para os menores brasileiros é escola em tempo integral e não cadeia", defendeu.
Após o encontro com movimentos sociais, Aécio seguiu para um ato público no Clube Internacional, mesmo local onde Marina Silva realizou seu primeiro comício como candidata à Presidência pelo PSB.
(Por Veja)

AÉCIO EM PERNAMBUCO


Com atraso de uma hora e meia, o candidato à presidência Aécio Neves (PSDB) chegou no Recife Praia Hotel, no Pina, Zona Sul do Recife, para reunião com líderes de movimentos sociais acompanhado do prefeito do Recife Geraldo Júlio, do governador João Lyra, do ex-vice-candidato Beto Albuquerque, o governador eleito Paulo Câmara e o senador eleito Fernando Bezerra Coelho. Na reunião, o candidato leu um documento com pontos que irá defender. Algumas das propostas, como a reforma política e o fim da reeleição, fazem parte das condições impostas pela ex-candidata Marina Silva (PSB) para o apoio a Aécio.

O tucano, em sua fala, além de demonstrar apoio a propostas como o aumento real do salário mínimo e a retomada da reforma agrária, lembrou o legado do ex-governador Eduardo Campos e o papel de Marina Silva para a renvação da política brasileira e do desenvolvimento sustentável.

Apesar de o PSB nacional apoiar Aécio para o segundo turno, ainda há grande expectativa quanto à posição que Marina Silva deve tomar. A perspectiva é de que ela anuncie seu apoio neste domingo (12). Nesta sexta-feira (10), a ex-ministra havia anunciado suas condições para apoiar o tucano no pleito. O principal ponto solicitado por Marina foi a discussão da redução da maioridade penal.

As propostas de Aécio foram divididas em três eixos: Juntos pela Democracia, Juntos pela Inclusão e Juntos pelo Desenvolvimento Sustentável. Os principais pontos levantados pelas propostas do candidato são a transformação do Programa Bolsa-Família em política de Estado, aumento da autonomia dos estados e municípios e o fim da reeleição para cargos do executivo, questão que foi criada pelo governo de Fernando Henrique Cardoso, que também é do PSDB.

De acordo com Aécio, o anúncio foi feito em Recife por conta da simbologia da cidade, devido a Eduardo Campos. O tucano afirmou que "Tenho dito a Paulo Câmara que serei seu parceiro". Próximo ao final do evento, os filhos de Eduardo Campos, Maria Eduarda, João e Pedro chegaram.

O candidato deve seguir para ato com a Frente Popular de Pernambuco no Clube Internacional do Recife, na Madalena, Zona Norte do Recife, e depois deve almoçar com Renata Campos, viúva de Eduardo Campos. Depois do almoço, Aécio deve ir a Sirinhaém, na Zona da Mata do Estado.

Aécio em Pernambuco. Leia entrevista de Paulo Câmara à Veja


Hoje Aécio Neves deve estar em Pernambuco para ter com Renata Campos e sua família, lá recebendo o apoio da família. Abaixo, entrevista do governador eleito Paulo Câmara (PSB), concedida para a revista VEJA, que traz Aécio na capa, confirmando que Pernambuco vai estar com o tucano.

Candidato a governador mais bem votado do país, Paulo Câmara (PSB) obteve 68% dos votos em Pernambuco no último domingo – e carrega agora o peso de dar continuidade ao governo de seu padrinho político, Eduardo Campos, morto em acidente aéreo em 13 de agosto. A chapa de 21 partidos com a qual disputou a eleição – também articulada por Campos – elegeu ainda vinte deputados federais, oito deles do PSB, e Fernando Bezerra Coelho ao Senado.

Aliado à comoção que tomou o Estado na esteira da tragédia que matou Campos, o forte palanque resultou, ainda, na vitória de Marina Silva em Pernambuco. Terceira colocada na disputa ao Planalto, ela obteve 48% dos votos no Estado. Na quarta-feira, o PSB anunciou seu apoio ao candidato Aécio Neves (PSDB) no segundo turno da corrida à Presidência. Câmara se torna, assim, um importante cabo eleitoral do tucano em Pernambuco.

No dia seguinte ao encontro com Aécio em Brasília, o governador eleito recebeu a reportagem do site de VEJA na sede do PSB em Pernambuco. E afirmou: "A única candidatura capaz de mudar é Aécio. Essa não era nossa candidatura dos sonhos, mas sim Eduardo e Marina. Mas o Brasil pode melhorar com Aécio. Nós estamos apostando nisso”. A seguir, confira a entrevista do socialista:

Como foram as conversas com Aécio Neves, a quem o PSB anunciou apoio no segundo turno? Estamos entregando um conjunto de ações programáticas, que envolvem questões que o próprio PSB já tinha colocado, tanto por Eduardo quanto por Marina. Essas questões envolvem reforma política, reforma tributária, comprometimento de gastos com a saúde, pacto pela vida, e envolve também o passe livre. Envolve sustentabilidade. São questões programáticas às quais, num primeiro momento, Aécio não se mostrou contrário.

O passe livre é uma promessa que estava no programa do PSB, mas não aparecia entre as ações de Aécio. Ele vai assumir esse compromisso? Ele já está estudando. Nosso apoio é condicionado a questões programáticas, como mostra a carta que entregamos a ele. Estamos com expectativas muito positivas porque ele se mostrou receptivo a tudo. Eu acredito que não vai ter problema porque ele quer governar com pessoas que tenham ideias boas para o Brasil. Não quer fazer uma aliança apenas eleitoral, quer uma aliança para governar o Brasil.

O PSB de Pernambuco foi um dos diretórios do partido que decidiram pelo apoio a Aécio. Foi uma decisão favorável para a sigla? Tive o cuidado, aqui em Pernambuco, de conversar com os deputados federais eleitos, com os deputados estaduais eleitos, com um conjunto de pessoas que conhecem a realidade do Estado para saber qual era o sentimento, fora a minha opinião pessoal. Não houve nenhuma restrição ao apoio a Aécio. Há um sentimento muito forte em Pernambuco de que é preciso mudar. A única candidatura capaz de mudar é Aécio, apesar de ele não ser a candidatura dos nossos sonhos, que era a de Eduardo e de Marina. O Brasil pode melhorar com Aécio. Nós estamos apostando nisso.

Como foi a participação de Renata Campos (viúva do ex-governador) nesse processo? Renata conversou com a gente e colocamos para ela todo o processo de escuta (dos membros do partido). Está muito serena e nos delegou a condução do processo. Está ciente de que o Brasil precisa melhorar. A gente não vê a possibilidade de melhorar do jeito que a gente quer com mais quatro anos do governo Dilma. A gente acha que o Brasil não quebra questões importantes que precisam ser quebradas, como as relações com o Congresso, o jeito de gerir 39 ministérios, a falta de previsibilidade e as instituições que não funcionam. A gente não acredita que isso tudo possa ser consertado com o conjunto de pessoas que estão aí porque eles tiveram quatro anos para fazer e não fizeram e estão entregando o Brasil pior do que receberam. Pioraram em tudo, não há nada melhor.

Aécio na terra livre dos altos coqueiros


O candidato do PSDB ao planalto, Aécio Neves, inicia sua agenda em Pernambuco, daqui a pouco, no Recife Praia Hotel, no Pina, onde tem encontro com lideranças dos movimentos sociais. Ele vai receber sugestões para enriquecer seu programa de governo.
Depois, segue para coletiva no Clube Internacional. Após a conversa com jornalistas participa de um ato com lideranças políticas também no Internacional e em seguida faz uma visita à Renata Campos, na sua casa, em Apipucos. No final da tarde faz carreata e comício em Sirinhaém, Mata Sul do Estado.


Dilma veta pergunta de jornalistas em debates e Folha desiste de participação



A “Folha de S. Paulo” anunciou nesta sexta-feira que deixou o debate que faria em parceria com o SBT, a rádio Jovem Pan e o UOL na próxima quinta-feira (16 de outubro) porque não entrou em acordo com a campanha da candidata à reeleição, Dilma Rousseff.

A petista não permitiu que jornalistas fizessem perguntas aos candidatos e, por isso, o jornal diz não ter visto motivos para participar. O editor-executivo da “Folha”, Sérgio Dávila, considerou a proibição “um passo atrás inaceitável”. Apesar do desacordo, o debate foi mantido, inclusive com transmissão ao vivo também pelo UOL, que pertence ao Grupo Folha.

— Os debates já são bastante engessados por imposição da Lei Eleitoral e dos próprios candidatos. As regras impostas já vetam o direito à réplica para jornalistas. Proibir também as perguntas dos jornalistas é dar um passo atrás inaceitável. Assim, a Folha deixa de fazer parte da organização do evento, pois considera que não terá nenhuma influência para representar os direitos e interesses de seus leitores nele — disse Dávila.

sexta-feira, 10 de outubro de 2014

Prendam os donos de Ibope e Datafolha. Ibope apresenta Aécio 28% à frente no Sul, Datafolha apenas 9% de frente. E tem mais.


Datafolha apresentou um resultado e o Ibope correu para apresentar os mesmos números sobre a corrida presidencial na noite de ontem. Fez malabarismos mil. Só esqueceu um detalhe: corrigir seus dados região por região. Foi um vexame.
Observem os números. Enquanto Aécio vence Dilma com diferença de 28 pontos na região Sul segundo o Ibope, essa diferença cai para apenas 9% no Datafolha. Enquanto o mesmo Aécio abre 21% de vantagem no Sudeste, no mesmo Sudeste na pesquisa Ibope, o Datafolha encontrou apenas 10% de vantagem para o tucano. Ou seja: Os bandidos que manipulam as tabelas, para não passarem o vexame de mudar tão rapidamente do primeiro para o segundo turno, combinam de tirar votos do tucano mas esqueceram de combinar a região. Deu nisso.
Está vergonhoso. Está imoral. As duas pesquisas indicam praticamente os mesmos números nas demais regiões - Norte, Nordeste e Centro Oeste -, e o resultado geral continua sendo o mesmo. É caso de cadeia. Estão fazendo o brasileiro de otário. A rede Globo também é cúmplice, pois não questiona tais números, apenas os apresenta.
É humanamente impossível dois institutos de pesquisa irem à campo numa mesma região como o Sul, nas mesmas datas, e apresentarem resultados tão distantes. É máfia. A mesma máfia que elevava a aprovação a Dilma sempre que um novo escândalo ocorria no País.

quinta-feira, 9 de outubro de 2014

IBOPE: Você não é obrigado a entender nada comparando com Datafolha nem com as anteriores do próprio Ibope.

Aécio 46% x Dilma 44%.
Só a título de registro do blog. Mas elas (pesquisas no Brasil) não valem o que o gato enterra.

DATAFOLHA voltou! 51 x 49 para Aécio.

O Datafolha não tem jeito. Nós avisamos em postagem abaixo. Nada mais previsível. Jamais o instituto que errou quase tudo iria corrigir seus números e devolver os pontos de Aécio de uma vez só. Seria muita desmoralização. Para não ficar tão difícil de explicar o gráfico, o instituto que pode errar o dia da semana de acordo com a margem de erro arranjou 51% para Aécio contra um 49% para Dilma. Natural. Está esperando a esposa de Aécio aparecer ao lado de Marina Silva para cravar o fato novo. Esse Datafolha....

Marina indica sua decisão em NOTA. Espera, entretanto, sinalização dos partidos de sua coligação. Sem delongas, vai apoiar Aécio. Que não espere o segundo turno acabar.


Companheiros,
Partidos são expressão de sonhos. Sonhos de sociedade, de futuro, de razões pelas quais lutar e dedicar a vida. E cada um desses sonhos segue seu próprio caminho no grande universo da política. Mas a busca de todos é o encontro com parceiros com os quais possam fazer sínteses que ampliem as chances de chegar aos seus objetivos com mais legitimidade, a legitimidade que vem da aprovação e da identificação por parte da sociedade.
Nós vivemos intensamente essa experiência nos últimos quarenta dias e ainda a estamos vivendo. Então, minha primeira palavra é de saudação e agradecimento a cada partido aqui presente – o PSB, a Rede Sustentabilidade, o PPS, o PPL, o PRP, o PHS e o PSL – por estarmos juntos, em nome de nossos sonhos, sob a inspiração da liderança de Eduardo Campos, cuja memória aqui homenageio e reverencio.
Conseguimos fazer algo inédito na política brasileira e só isso já pode ser considerado uma vitória: nos unimos em torno de um programa, de ideias, da coragem para mudar o Brasil. Vivemos 40 dias enfrentando uma das campanhas de destruição mais sórdidas e mentirosas já feitas na história do país e estamos fortes, inteiros para continuar nossos caminhos, agora mais qualificados, mais consistentes, mais refletidos, mais desafiados. Pelo reconhecimento das conquistas alheias, pelo esforço de convergência na diversidade, pela insistência na centralidade do programa e no debate de temas relevantes, recusando a guerra suja da destruição, já somos a semente de uma nova política. Desejo que todos nós possamos seguir em frente com a determinação de cultivá-la e fazê-la crescer íntegra, pujante, generosa, em nome do Brasil, do avanço da democracia e de uma sociedade que merece que lhe entreguemos o melhor de nós, de nossos talentos, de nossas crenças, de nossas capacidades.
Reafirmo que temos o dever de fazer da política a alavanca para preparar o Brasil para um modelo de desenvolvimento que tenha em sua lógica, a um só tempo, avanços democráticos, a justiça social, a sustentabilidade ambiental e a qualidade de vida para todos como guia da dinâmica econômica.
Espero estar expressando aqui o sentimento comum de que a participação de cada um de nossos partidos no segundo turno das eleições reflita este legado, reafirme a necessidade de mudanças, não abra mão de compromissos explícitos e objetivos, exija o debate programático de alto nível, repudie a violência dos ataques pessoais, a mentira e a calúnia como táticas políticas, denuncie e repudie o continuísmo que fragiliza a democracia, ameaça seus fundamentos e sufoca o surgimento do novo.
Aguardo com tranquilidade e confiança a manifestação individual ou coletiva dos partidos sobre os compromissos que precisam ser assumidos pela candidatura identificada com o sentimento de mudança, de modo que eles se expressem em atitudes, políticas, ações e modelo de governança que de fato materializem novos tempos para o Brasil. Essa manifestação e a resposta que ela obtiver serão fundamentais para minha manifestação individual, que será feita oportunamente neste segundo turno.
Um abraço fraterno a todos,
Marina Silva

Hoje tem Datafolha? Tem, sim senhor!


Letícia Weber: Esta é a provável futura primeira-dama do Brasil. O Datafolha pode encontrar aí uma boa desculpa para explicar a arrancada de Aécio - "O Brasil está com saudade de uma primeira-dama assim"

Fosse o Brasil um  País sério, todos os donos de Institutos de pesquisas estariam presos. Não pelos erros clamorosos, mas pela intenção de errar  com objetivo de ganhar muito pelo erro elástico e tentativa de indução do eleitor desavisado.
Como diziam nas redes sociais, hoje é quinta-feira, mas considerada a margem de erro do Ibope, pode ser segunda ou domingo.
Pois bem, hoje sairá pesquisa Datafolha. Nunca me baseei nelas quanto a eleição estadual. Sempre me orientei pelas internas e pelos trackings - aquelas ligações telefônicas que os partidos fazem para sentir o termômetro diariamente. Tenho amigos bem posicionados que me passavam tudo em tempo real. Sempre houve uma diferença de 10% entre as pesquisas internas e as que o PT pagava para que os jornais e televisões divulgassem. Deu no que deu na reta final e o "Armandinho Quebra-Tudo" quebrou a cara nas urnas que tentou amaciar com pesquisas fraudulentas.

O DATAFOLHA DE HOJE
Se formos atrás do último levantamento do Ibope e também do Datafolha, veremos que Dilma coloca mais de 10% de frente ante Aécio Neves, num eventual segundo turno - assim era a 'pergunta' antes de Aécio atropelar Marina e quase empatar com Dilma no primeiro turno.
A pergunta que se faz agora é a seguinte: O Datafolha criou vergonha e vai devolver todos os pontos que tomava de Aécio no primeiro e no segundo turno (hipótese de ele haver) ou vai inventar um empate técnico para não ficar tão escancarada a sua má fé nas pesquisas anteriores?
Todas as pesquisas indicavam que Dilma ganhava apenas 1 ou 2 pontos percentuais do primeiro para o segundo turno, e todos os donos das mentiras inventavam mágicas para não entregar esses 60% restantes aos candidatos da oposição. Sim! Mais de 60% dos entrevistados dizem que querem mudar o atual governante. Uma coisa é certa: Vamos gargalhar com o Datafolha de hoje, seja qual for o resultado que ele apresente.  Hoje é quinta-feira, mas dependendo da margem de erro...... No tracking do PSDB Aécio já coloca 12 pontos de frente sobre a 'mulher de Lula'.
Voltando ao título da postagem: Hoje tem Datafolha? Tem sim senhor! E o palhaço, quem é?

Povo que gosta de política! E de espadas?

Foi só postar uma análise crua do quadro político pós eleitoral em Araripina e compartilhar no Facebook para cair uma tempestade de acessos aqui no blog. Povo que gosta de política, esse de Araripina.
Ainda não ouvi a versão de nenhum dos citados. De prefeito que arranca espada das costas a políticos que amolaram os ferros, ninguém disse nada. Nem os militantes, em instância final. Ninguém vestiu a carapuça. Muitas curiosidades no apanhado das urnas falam alto. Mas qualquer um tem tempo para ir atrás. Bom trabalho.

AÉCIO VENCE DILMA EM MAIS UMA PESQUISA: 54,8% x 45,2%.


Mais uma pesquisa mostra Aécio Neves (PSDB) liderando a corrida presidencial no segundo turno. A vantagem é de quase dez pontos sobre Dilma Rousseff, do PT. Resultado é muito semelhante ao obtido pelo levantamento do Instituto Paraná Pesquisas, publicado ontem, que colocou Aécio na frente, mas por uma margem menor: 54% a 46%.
Se as eleições fossem hoje, Aécio teria 54,2% dos votos válidos contra 45,2% de Dilma. A pesquisa foi registrada pelo Instituto Veritá, entre os dias 6 e 8 de outubro, com 5.165 eleitores de todo o País e registrada junto ao TSE sob o número BR-01067/2014.
Na contagem de votos nominais, Aécio tem 42%, contra 36,1% de Dilma, enquanto 17,4 ainda estão indecisos e 4,5% votariam branco ou nulo. Em votos válidos, isso representa 54,8% para Aécio, contra 45,2% de Dilma. Hoje a Rede Globo publica pesquisa Datafolha. 

Araripina 2016: Chegou a hora da onça beber água no grupo de Alexandre Arraes


O prefeito de Araripina, Alexandre Arraes (PSB), apesar de enfrentar dificuldades para visitar e acompanhar de perto o canteiro de obras que abriu e continua abrindo por todo município, e de ter conseguido entregar em tempo recorde uma perimetral reformada e ampliada e uma estrada asfaltada para Rancharia, assim como ser responsável direto por obras como a UPA que se inicia e o Centro de Hemodiálise que está perto de ser concluído, AMARGOU uma derrota eleitoral e política em Araripina. Não só ele, como todo o seu grupo. Com um diferencial: O resultado das urnas apenas acendeu o sinal amarelo no QG do prefeito, que continua no comando do maior município da região e continua contando com o governo do estado para trabalhar por mais dois anos provavelmente no mesmo ritmo. Já não é isso o que acontece com outras lideranças do mesmo grupo e da oposição, severamente avariados pelo resultado das urnas. Estes, pelo que se desenha, terão que procurar um dos lados - o de Alexandre ou o de Socorro Pimentel para declarar adesão desde já.

TRAIÇÃO OU RECADO
Alexandre Arraes está trabalhando e até seus mais severos críticos reconhecem. Alexandre Arraes não faz política e nem ele mesmo nega isto. Seus defensores alegam que no atual momento é preciso fazer escolhas: "trabalhar direito ou fazer politica". Aparentemente, o prefeito de Araripina precisa recorrer à cartilha de Eduardo Campos para aprender a conciliar as duas tarefas. É certo que, para dar visibilidade à esposa, que seria e foi candidata a deputado estadual, abriu espaço para que ela transitasse bem por todas as secretarias e por todos os recantos. É provável que tenha avaliado que 'sumir' para que Roberta aparecesse seria a fórmula para torná-la candidata competitiva. Teria acertado em cheio caso não tivesse recebido uma das duas opções aviso do grupo: "Traição" ou "Recado". Basta fazer  a soma dos votos dos candidatos a deputado federal que dobraram com Roberta para conhecer em profundidade o tamanho do estrago que os dois ingredientes políticos representaram para as pretensões de Alexandre e de Roberta.
Enquanto a primeira-dama atingiu a marca de 14.691 votos em Araripina, os principais candidatos a deputado federal com quem dobou em no município obtiveram 20.066 votos. A saber:
Nunes Rafael:            9.079
Creuza Pereira:          3.960
Betinho Gomes:         2.710   (apoio de Bringel)
Gonzaga Patriota:      2.077   (apoio de João Dias e Maria Francisca)
Wolney Queiroz:           854   (Apoio de Boba Sampaio e Leonardo Farias)
Tadeu Alencar:              561  (Apoio de Dr. Zé Alencar e Iveraldo Nascimento)
Jarbas Vasconcelos:      449   (apoio de Ronaldo Lacerda)
Luciana Santos:             383   (apoio do Vereador Doval)
TOTAL:                   20.066 VOTOS.

Some-se a isso um outro componente político explosivo: Muitos votos dados a Jorge Corte Real foram cruzados com Roberta, via apoio de Valdeir Batista. Outros votos dados a Adalberto Cavalcante e a candidatos a deputado federal evangélicos ou policiais também foram cruzados com Roberta. Isto, em tese, amplia a desvinculação dos votos dados a deputados federais que fizeram dobradinha com a primeira-dama, aumentando a complexidade do componente
TRAIÇÃO/RECADO.

A mesma resposta ao componente explosivo se obtém facilmente realizando a subtração dos votos de Socorro Pimentel dos dois candidatos a deputado federal que dobraram com ela: Luciano Bivar e Fernando Filho. Simples: Enquanto a médica atingiu 16.249 votos, os federais que dobraram com ela só conseguiram 7.185 votos. A diferença fecha perfeitamente com o resultado da soma de TRAIÇÃO + RECADO.
Acompanhe o raciocínio:
Luciano Bivar:    5.677 votos  (apoiado por Socorro Pimentel e três vereadores)
Fernando Filho:  1.505   votos (apoiado por Evilásio Mateus)
TOTAL ............ 7.185 VOTOS.

(Votos Socorro - Votos de seus dois federais em Araripina).... (16.555 - 7.185 = 9.370 votos)
Portanto, 9.064 votos é a diferença entre os votos obtidos por ela em relação aos votos obtidos por seus dois candidatos a deputado federal.

VOTAÇÃO PARA DEPUTADO ESTADUAL

VOTAÇÃO PARA DEPUTADO FEDERAL


(Votos federais de Roberta - Votos de Roberta) ...... (20.066 - 14.691 = 5.375). Levando em conta as margens de erro do IBOPE e Vox Populi, houve um empate técnico entre componente TRAIÇÃO/RECADO e diferença de votos dados a Dra. Socorro versus seus candidatos a deputado federal. O fato é que Roberta nem precisaria dos votos prometidos e não dados em Salgueiro para ser deputada eleita. Bastava que 60% dos que lhe traíram ou mandaram recados dentro do próprio grupo tivessem desabafado ao pé do ouvido ou por meio de mensagens, preservando as urnas. Com 18 mil votos em Araripina Roberta seria deputada. Foi o que eu sempre disse e alertei Alexandre e seus filhos. Eles sabiam disso, mas nada conseguiram fazer para evitar o mal que se abateu. Esperavam que Salgueiro e Bodocó curassem a ferida/lacuna aberta em Araripina. Também falhou por lá.

HORA DA ONÇA BEBER ÁGUA
Em termos quantitativos, é bem provável que o maior número de votos cruzados tenha saído da soma de votos de Nunes Rafael, já que foi o mais votado no geral e sobretudo dentro do grupo de Roberta Arraes. Em segundo lugar vem Betinho Gomes, em terceiro Gonzaga Patriota, em quarto Wolney Queiroz, em quinto Tadeu Alencar e em sexto Jarbas Vasconcelos. Leve-se em consideração que os votos dados a Jarbas Vasconcelos são de pessoas independentes que não compõem o secretariado de Alexandre Arraes tampouco eram a sua porta para pedir ajuda ou recursos para fazer campanha -  ao contrário disso, ajuda foi oferecida e efetivamente dada.
O grupo do prefeito Alexandre Arraes é composto por 10 vereadores, um deputado estadual, três ex-prefeitos e muitos ex-vereadores, vices e suplentes de vereador. É com esse exército que ele vai ter que conversar e se entender.

PÉ NO PESCOÇO
Muita gente vai cobrar espaço e alegar que a maior parte da equipe montada por Alexandre Arraes não tem voto nem nunca terá. Olhos grandes serão dirigidos a pastas estratégicas e gordas, sobretudo saúde e educação. Alexandre terá que levar tudo para a peneira a fim de separar verdades e mitos.  E terá que decidir sem perder o juízo. Só a ele caberá a decisão. Saber quem lhe impõe desgastes sem recompensar com trabalho diferenciado.... etc, etc.
Mais do que isso, se, e quando decidir mudar a rota da nave para manter o poder no município, terá que ouvir e entender outras coisas valiosas. Por exemplo: O governo de Paulo Câmara será mais heterogêneo do que foi o de Eduardo Campos. Câmara certamente governará com uma gama maior de partidos, refletindo o que ocorreu na campanha. E nesta hora Alexandre terá que decidir: Vai ele sozinho com seu núcleo duro atrás dos investimentos estaduais ou verticalizará suas secretarias com base na estrutura que o futuro governador montará? Neste caso, terá que ver o que caberá a parceiros locais e estaduais, como é o caso do PSDB, por exemplo, e do PDT, aqui representados por Bringel e Boba Sampaio. Fará o mesmo em relação a outros parceiros locais que se afinam com lideranças estaduais e nacionais. Antes, porém, terá que arrancar a seguinte frase, publicamente dita e gravada, de seus parceiros locais:
"Eu faço parte do grupo de Alexandre Arraes e apoiarei aquele candidato a prefeito que ele escolher". E completar: "Só serei candidato a prefeito se ele me escolher".  Se isto não ocorrer, Alexandre corre o risco de encerar o seu mandato pior que Valdeir Batista: Dormindo com um candidato e acordando com outros. Ou acerta os ponteiros e vomita os sapos agora ou nunca mais o fará.  



quarta-feira, 8 de outubro de 2014

Aécio larga na frente de Dilma: 54% x 46%. Pesquisa ainda não reflete apoios.


Aécio Neves (PSDB) largou na frente da presidente Dilma Rousseff (PT) neste início da campanha de segundo turno nas eleições presidenciais deste ano. É o que mostra uma pesquisa feita com exclusividade para Revista ÉPOCA, pelo instituto Paraná Pesquisas.
Se a eleição fosse hoje, Aécio teria 49% das intenções de voto contra 41% de Dilma. Não sabe ou não responderam somam 10%. Em votos válidos, Aécio tem 54%, e Dilma, 46%. Na pesquisa espontânea, em que não são apresentados os candidatos, Aécio tem 45%, e Dilma, 39%.
O instituto Paraná Pesquisas entrevistou, entre a segunda-feira (6) e esta quarta-feira (8), 2.080 eleitores. Foram feitas entrevistas pessoais com eleitores maiores de 16 anos em 19 Estados e 152 municípios. A pesquisa foi registrada no Tribunal Superior Eleitoral, sob o número BR 01065/2014. O nível de confiança da pesquisa é de 95%, com uma margem de erro de 2,2% para mais ou para menos. Isso significa que a probabilidade de a realidade corresponder ao resultado dentro da margem de erro é de 95%. Se a eleição fosse hoje, a votação de Aécio variaria, portanto, de 52% a 56%; e a de Dilma, de 44% a 48% dos votos válidos.

Aécio chega à sede do PSB para receber o apoio unânime do partido de Eduardo Campos.



Acaba de chegar a sede da executiva nacional do PSB, em Brasília, o candidato à Presidência da República pelo PSDB, Aécio Neves. Aécio veio receber o comunicado oficial da cúpula nacional do PSB, que decidiu por unanimidade apoiar a sua candidatura à Presidência.

Eduardo Jorge e PV declaram apoio a Aécio

Aécio Neves, Eduardo Jorge, 2º turno (Foto: André Dusek/Estadão Conteúdo)Após reunião da Executiva do PV, o candidato do partido, Eduardo Jorge (dir.), foi a evento de campanha de Aécio Neves para anunciar apoio ao tucano  (Foto: André Dusek/Estadão Conteúdo)
O presidente do Partido Verde, José Luiz Penna, e o candidato derrotado da legenda à Presidência, Eduardo Jorge, anunciaram na tarde desta quarta-feira (8), em Brasília, apoio ao tucano Aécio Neves, que disputará o segundo turno da eleição presidencial contra Dilma Rousseff (PT).
O anúncio foi feito após reunião da comissão executiva do PV, que decidiu, por 33 votos a favor, seis contra e três abstenções.
Eduardo Jorge terminou o primeiro turno em quinto lugar, com 630.099 votos (0,61% do total)
"É claro que nós temos nossas diferenças [em relação a Aécio Neves], mas entendemos que é hora de marcar o nosso interesse pela alternância de poder no Brasil", afirmou José Luiz Penna.
Segundo Eduardo Jorge, a decisão do partido é uma autocrítica em relação à posição adotada em 2010, quando Marina Silva concorreu pelo PV e terminou em terceiro lugar. Naquela ocasião, o PV declarou neutralidade no segundo turno entre Dilma e José Serra (PSDB).
"Chegamos a uma conclusão de que, embora o programa do Aécio fique muito aquém do nosso, é o [programa] que fica mais próximo", declarou Eduardo Jorge.
O PV elaborou um documento de quatro páginas, que foi entregue nesta quarta-feira à campanha de Aécio Neves. O texto explica o apoio do partido e as posições da legenda para o segundo turno. Em quatro blocos, defende temas como a reforma política, o fim do financiamento privado de campanhas, a redução da jornada de trabalho de 40 horas e a defesa do meio ambiente.
Eduardo Jorge afirmou que existem semelhanças entre as propostas do partido e as do atual governo, do ponto de vista de políticas sociais. Mas ele criticou a política ambiental da presidente Dilma Rousseff.
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“O governo do PT é praticamente uma aversão ao equilíbrio ecológico e desenvolvimento ambiental”, disse o candidato do PV, ao criticar a prioridade ao petróleo como principal fonte de energia.
Eduardo Jorge disse o PV dará apoio a Aécio de forma “crítica e independente”. Segundo ele, o partido não irá “arriar as bandeiras” que defende. Também afirmou que o PV não pede nada em troca do apoio. “Entre A [Dilma] e B [Aécio], a candidatura de B é a mais próxima de nossas teses.”
Questionado se o eleitor que votou no Partido Verde no primeiro turno concordará com o apoio a Aécio, Eduardo Jorge afirmou que a razão do partido não é “absoluta” e que a decisão do partido foi feita em um “esforço baseado em argumentos racionais”.
“Minha verdade pode estar parcialmente errada”, disse Jorge. “Nós queremos argumentar. Ninguém é inimigo da gente. Podemos ser adversários em algumas ideias, mas não somos inimigos”, declarou, em referência a Dilma.

terça-feira, 7 de outubro de 2014

Horário eleitoral começa quinta


O TSE (Tribunal Superior Eleitoral) proclamou oficialmente nesta terça-feira (7) os resultados do primeiro turno das eleições. Com isso, fixou a volta do horário eleitoral gratuito, que será exibido a partir das 20h30 de quinta-feira (9). 
Aécio leva uma enorme vantagem em relação a Dilma. Durante o primeiro turno, o tucano teve 20 programas que totalizaram 90 minutos de exposição. Já a petista teve o mesmo número de programas, mas esteve no ar 236 minutos. Isso sem contar a mesma desproporção em termos de comerciais isolados de 15 e 30 segundos nas diversas faixas horárias.
Agora tudo fica igual. Aécio terá 160 minutos em 16 programas até a eleição. Quase 80% a mais do que teve de tempo no primeiro turno para expor as suas ideias. Dilma perde espaço, pois teve 50% a mais de tempo do que terá agora. E o número de comerciais diários será rigorosamente igual para os dois candidatos.
Resta acertar na forma e na dose. Nos debates Dilma não dá conta.