terça-feira, 31 de janeiro de 2012

Garota Safada em Ouricuri


Este foi um 'presente' de Ivo Bezerra a Ronaldo Lacerda, lá no Facebook, de onde 'raptamos' para você.

Araripina: Muita certeza pode ser sinal de tolice.

Andei conversando com vários 'especialistas' em política araripinenses e, também, com alguns líderes experientes. Antes de fazer qualquer divagação distingo um e outro. "Especialista" é aquele cara que não vai a campo, que não sai do ar condicionado, só abrindo excessão ao bar, ao restaurante ou à mesa de conspiração do chefe. Já o líder experiente, embora mais primário, faz o percurso inverso, optando por uma passagem no sítio, na sede do distrito, na periferia, nas repartições públicas, onde o termômetro é real e as verdades saltam como rãs em quartinha de água fria.

RESUMO
Quando se ouve os 'especialistas', a impressão que se tem é que tudo já está resolvido; que 'diamantes' políticos perderam o brilho e o fio de corte, e por outro lado, os 'talcos' passaram a brilhar e a cortar do dia para a noite.
Diferente disso, quando se ouve um líder experiente, a impressão é oposta: uma redonda e preocupante certeza de que está tudo ainda por ser costurado, tudo por ser feito, tudo por ser amaciado. Uma Circular Interna que li me deixou propenso a acreditar na versão dos líderes experientes e não no que dizem os 'especialistas' de plantão.
Para tirar a teima, andei ouvindo, entre um e outro, o dono da verdade, o povo. Tenho 'balcão' privilegiado de escuta. Tenho muita sorte de ter bons 'informantes' no meio das massas.
E, pelo menos por enquanto, a verdade é a seguinte:
Os especialistas estão no lado oposto da realidade;  E os líderes expeerientes estão pegando fragmentos de realidade para transformar em verdade absoluta, certos de que as ruas estão bem perto de dar seu veredicto. Experientes que são, estão aguardando em movimento e ação constante a decisão do povo, para só então se manifestar - com o jogo batido, claro. O problema é que o povo já se manifestou. O povo, na verdade, cansou de quase tudo e só não teve ainda a oportunidade de responder a um questionário elaborado com coragem pelo contratante de pesquisas, menos ainda de assinalar na urna o seu recado incontestável.
Querem uma dica? Levem a campo uma pesquisa perguntando ao eleitor se ele prefere os que aí estão, os que estiveram, ou alguém que represente uma verdadeira ruptura com o presente e passado!
Não indiquem nomes antes de colher esta informação. Não forcem respostas, apenas escutem.
Saber mais que os outros pode ser sinal de tolice. Evite ser um tolo. Prefira escutar a verdade que o povo está guardando.
Ou, se preferir, bata com a cabeça na porta para abrir o ferrolho.

Penas tucanas paulistas

Manchete da matéria da Folha: Kassab eleva pressão para PSDB apoiar Afif. Abaixo o texto:


O prefeito de São Paulo, Gilberto Kassab (PSD), elevou ontem a pressão para o PSDB abrir mão de candidatura própria e apoiar o vice-governador Guilherme Afif Domingos (PSD) na eleição municipal. Ele disse que não manterá a aliança com um tucano na cabeça de chapa e avisou que avançará nas negociações para indicar o vice de Fernando Haddad (PT) caso o PSDB não aceite logo a sua proposta. "Esta é a relação que a gente quer ter com o PSDB: o apoio à candidatura do Afif", disse o prefeito. "A conversa está encerrada e nós aguardamos a posição do PSDB." 

Kassab afirmou que não vai parar as conversas com o PT à espera de uma resposta dos tucanos. "As coisas podem acontecer em paralelo. Não tem por que [esperar]." Segundo ele, não há "nenhum sentido" em negociar se o PSDB lançar candidato, como deseja o governador tucano Geraldo Alckmin. Os dois são virtuais adversários na eleição estadual de 2014. Kassab definiu o lançamento de Afif como "prioridade" e um eventual apoio a Haddad como "alternativa". "Mas não é um leilão", disse. O prefeito descartou a hipótese de o ex-governador José Serra (PSDB) concorrer. "Ele não será candidato." Nos bastidores, aliados de Kassab acusam Alckmin de recusar apoio a Afif para enfraquecer o prefeito, mesmo que o PSDB não tenha um candidato forte. E sugerem que, neste caso, o governador pode apoiar veladamente Gabriel Chalita (PMDB).
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Título da matéria do Estadão: Kassab dá conversas por encerradas com o PSDB e faz proposta formal com o PT. Agora vejam o texto produzido para a mesma entrevista, dada na mesma hora.

Ao falar em conversas “encerradas” com o PSDB, o prefeito de São Paulo, Gilberto Kassab (PSD), declarou nesta segunda-feira, 30, que fará uma proposta formal de aliança com o PT na eleição para a Prefeitura de São Paulo. A oferta de coligação com os petistas foi chancelada por Henrique Meirelles (PSD), ex-presidente do Banco Central no governo Lula. “A partir de hoje, iniciamos formalmente as propostas ao PT, caso o PT queira”, disse Kassab ao Estado, após se reunir com os dirigentes do PSD na capital. “Eu sempre manifestei que tenho simpatia pelo candidato do presidente Lula e do PT”, declarou Meirelles ao sair do encontro. 

Apesar da sinalização ao PT e de integrantes do PSD apontarem a aliança com os petistas como o foco principal na eleição, Kassab afirmou ainda ser “prioridade” lançar a candidatura própria, com o vice-governador Guilherme Afif Domingos na cabeça de chapa. Na segunda-feira ele disse que Afif deu “sinal verde” para a sua candidatura - ele resistia entrar na disputa sem o apoio do PSDB. “Guilherme tem motivação para ser (candidato). Não postula, mas aceita a missão. Deu sinal verde”, afirmou o prefeito. 

segunda-feira, 30 de janeiro de 2012

TSE entende que PSD deve ter tempo de TV e fundo partidário. Ponto para Kassab.

A assessoria do Tribunal Superior Eleitoral redigiu um parecer de teor explosivo. O texto reconhece o direito do PSD de Gilberto Kassab de ter acesso ao fundo que financia com verbas públicas o funcionamento dos partidos políticos brasileiros. Afora o dinheiro, o documento menciona também outra mercadoria de inestimável valor político: o tempo de propaganda eletrônica. Anota que, uma vez reconhecido pela Justiça Eleitoral, o PSD tornou-se beneficiário dos “direitos inerentes à constituição regular” de um partido. 

Entre eles o direito “de receber o fundo partidário” e de “ter acesso gratuito ao rádio e à televisão”. Se prevalecer esse entendimento, as verbas e o tempo de propaganda serão subtraídos dos partidos que perderam deputados para o PSD. A legenda que mais perde é o DEM. Mas não é a única. Estão na fila, por exemplo: PTB, PR, PP e, em menores proporções, PSDB, PPS, PSB e PMDB. Os cálculos ainda não foram concluídos. Mas estima-se que migrarão para as arcas do PSD mais de R$ 22 milhões por ano. Leia mais no Blog do Josias, uma notícia que ficou perdida no final de semana.

Dinheiro brasileiro financia a opressão em Cuba

Brasil enterra U$ 1 bilhão em Cuba para vendas de U$ 642 milhões em 2011.

Toda o comércio internacional entre Brasil e Cuba atingiu U$ 642 milhões em 2011. Somente para construir o Porto de Mariel, em obra financiada pelo BNDES para a Odebrecht, eterna doadora das campanhas petistas, o financiamento é de U$ 600 milhões ao governo cubano. Em outubro passado, o BNDES também liberou uma linha de crédito de U$ 350 milhões para a ilha-prisão. E agora vai liberar não sei mais quantos milhões na visita que Dilma começa a fazer hoje à ditadura cubana. Em outras palavras, o Brasil vende com dinheiro dele mesmo. E sabe-se lá como e quando vai receber. O governo petista está fazendo cortesia a um regime totalitário e assassino apenas porque ele é de esquerda. Alguma coisa de muito podre existe atrás da relação Brasil-Cuba. E não nos surpreendemos se a ilha socialista não for o paraíso fiscal dos petistas mais estrelados, que tanto viajam para lá.

Quem diria que entre as exportações que financiamos com linhas de crédito para Cuba estariam U$ 524 mil em vodca. É o Brasil substituindo a velha e camarada Rússia. Também financiamos U$ 877 mil em bombons, caramelos, confeitos e pastilhas sem cacau para adoçar o bico dos comunistas de lá. os dados são da Balança Comercial entre os países, fornecidos pelo MDIC do Pimentel.

As estrelas decadentes do idem Forum Social Mundial



A imprensa do mundo inteiro registra a decadência do Forum Social Mundial, realizado até o último domingo em Porto Alegre e em várias cidades petistas da região. De presidentes de países, apenas Dilma deu uma passada por lá. A outra grande estrela da festa foi o assassino italiano Cesare Battisti, recebido com honras de estado no Palácio Piratini, pelo seu protetor, o governador e ex-ministro da Justiça que lhe concedeu abrigo, Tarso Genro. Mas quem brilhou mesmo, como uma estrela cadente, foi Marina Silva, com a sua lenga-lenga 2.0 e a sua "nova política" que prega o fim da agricultura e da pecuária brasileiras, em nome de um planeta faminto e da perpetuação da fome que ataca um bilhão de pessoas no mundo. Aliás, em uma das palestras, em meio a ambientalistas, hippies e outras tribos, a "Garota Natura" passou por momentos de encantamento. A mediadora pediu para que a plateia fizesse um minuto de silêncio e fechasse os olhos para sentir a "pulsação do planeta". Quanta sustentabilidade!

Angu de caroço

O que indica a nota abaixo é que Bringel está colocando o pé no 'bucho' do dito 'frentão'. Veja o que publicou o blogueiro porta-voz oficiosodo Palácio:
"O acordo – O secretário Ranilson Ramos (agricultura) está tentando unir em Araripina o PSDB e o PSB. Ele vai agendar um encontro do ex-deputado Emanuel Bringel (PSDB) com Eduardo Campos cuja pauta é a sucessão do prefeito interino Alexandre Arraes (PSB). Nas pesquisas, Bringel é o 1º para prefeito".

O danado é que, resolvido o 'problema' de Bringel, o Palácio ficará obrigado a chamar todo mundo e a família re Zé Raimundo para conversar. Ou alguém acha que Araripina está automaticamente linkada?

Uma não notícia; talvez um jabá.

Mais vergonhoso do que o lixo que o nosso estado recebeu dos Estados Unidos é a atitude desses dois senhores: Do deputado que faz render uma vergonha e do jornalista que planta uma nota dessas. Envergonhe-se ainda mais de Inaldo Sampaio:
"O obrigado – Como havia prometido, o deputado José Augusto (PTB) espalhou outdoors na BR-232 agradecendo a Eduardo Campos, Armando Monteiro e Humberto Costa o apoio recebido para que o lixo hospitalar que iria para Santa Cruz do Capibaribe fosse devolvido aos EUA. Com isso, disse ele, limpou-se o nome da cidade “e a soberania nacional foi respeitada”".

Onde está a notícia? Mais fácil encontrar o jabá.

domingo, 29 de janeiro de 2012

Creche Zero: Dilma não entrega uma só em 2011.


Para cumprir uma promessa de campanha feita pela presidente Dilma Rousseff, o Ministério da Educação terá que inaugurar pelo menos 178 creches por mês, ou cinco por dia, até o fim de 2014. Na disputa presidencial de 2010, Dilma afirmou que iria construir 6.427 creches até o fim de seu mandato, mas a promessa está longe de se concretizar. O Fundo Nacional de Desenvolvimento da Educação (FNDE), responsável pelo ProInfância - que cuida da construção dessas creches - pagou até agora R$ 383 milhões dos R$ 2,3 bilhões empenhados. No primeiro ano de governo, a execução do ProInfância ficou em 16%. Nenhuma obra foi concluída.

Principal aposta do PT nas eleições de 2012, o ex-ministro da Educação Fernando Haddad deixou o ministério para se candidatar à Prefeitura de São Paulo sem entregar nenhuma das creches prometidas pela presidente. Nas últimas campanhas em São Paulo, as creches têm sido destaque. Seu sucessor, Aloizio Mercadante, tomou posse na última terça-feira prometendo atender à promessa de Dilma. "Vamos cumprir a meta de criar mais de 6 mil creches e dar às crianças brasileiras em fase pré-escolar acolhimento afetivo, nutrição adequada e material didático que as preparem para a alfabetização", disse o ministro.

Na campanha, Dilma chegou a fixar a meta de construir 1,5 mil unidades de ensino por ano. Reforçou a promessa no programa de rádio da Presidência: "A creche é também muito importante para as mães, para que possam sair para trabalhar tranquilas, sabendo que seus filhos estão recebendo atenção e cuidados," disse na última segunda-feira. (Do Estadão)

Globo 'lança' Eduardo Campos. O que o jornalão está querendo com isso?


Maria Lima, O Globo
Neto e herdeiro político de um dos ícones das esquerdas no Brasil — o ex-governador Miguel Arraes —, com seus olhos azuis e um sorriso permanente de propaganda de pasta de dentes, o governador de Pernambuco e presidente nacional do PSB, Eduardo Campos, de 46 anos, vem fazendo no Nordeste, sorrindo, o que antes o todo poderoso Antonio Carlos Magalhães fazia gritando na Bahia.
Pelo poder conquistado não só na região e o aniquilamento da oposição em seu estado, já é chamado de o novo “painho” do Nordeste.

Em parceria com o também pernambucano ex-presidente Lula, mudou a economia do Estado, transformando-o num canteiro de obras, ganhou a queda de braço de 30 anos com outros estados nordestinos por uma refinaria da Petrobras, foi eleito o melhor governador do Brasil por dois anos seguidos com 86% de avaliação positiva, é aliado fiel do governo Dilma Rousseff e comanda o partido com pulso de ferro.
Mas, entre os aliados, paira uma desconfiança de que o político mais poderoso do Nordeste vá lhes dar uma rasteira em 2014.
Leia mais em Eduardo Campos, o novo ‘painho’ da política no Nordeste

sábado, 28 de janeiro de 2012

A mais perfeita definição

UM PARTIDO SEM RUMO.
Leia abaixo o artigo do historiador Marco Antonio Villa, publicado no Estadão com o título "Oposição sem Rumo": 

Nesta semana fomos surpreendidos por uma entrevista de Fernando Henrique Cardoso. Não pela entrevista, claro, mas pela análise absolutamente equivocada da conjuntura brasileira. Esse tipo de reflexão nunca foi seu forte. Basta recordar alguns fatos. 

Em 1985 iniciou a campanha para a Prefeitura paulistana tendo como aliados o governador Franco Montoro e o governo central, que era controlado pelo PMDB, além da própria Prefeitura, sob o comando de Mário Covas. Enfrentava Jânio Quadros, um candidato sem estrutura partidária, sem programa e que entrou na campanha como livre atirador. Fernando Henrique achou que ganharia fácil. Perdeu. No ano seguinte, três meses após a eleição municipal, propôs, em entrevista, que o PMDB abandonasse o governo, dias antes da implementação do Plano Cruzado, que permitiu aos candidatos da Aliança Democrática vencer as eleições em todos os Estados. Ele, aliás, só foi eleito senador graças ao Cruzado.

Passados seis anos, lutou para que o PSDB fizesse parte do governo Fernando Collor. Ele seria o ministro das Relações Exteriores (e o PSDB receberia mais duas pastas). Graças à intransigência de Covas, o partido não aderiu. Meses depois, foi aprovado o impeachment de Collor. Em 1993, contra a sua vontade, foi nomeado ministro da Fazenda por Itamar Franco. Não queria, de forma alguma, aceitar o cargo. Só concordou quando soube que a nomeação havia sido publicada no Diário Oficial (estava no exterior quando da designação). E chegou à Presidência justamente por esse fato - e por causa do Plano Real, claro.

Em 2005, no auge da crise do mensalão, capitaneou o movimento que impediu a abertura de processo de impeachment contra o então presidente Lula. Espalhou aos quatro ventos que Lula já era página virada na nossa História e que o PSDB deveria levá-lo, sangrando, às cordas, para vencê-lo facilmente no ano seguinte. Deu no que deu, como sabemos. Agora resolveu defender a tese de que a oposição tenha um candidato presidencial, com uma antecedência de dois anos e meio do início efetivo do processo eleitoral. É caso único na nossa História. Nem sequer na República Velha alguém chegou a propor tal antecipação. É uma espécie de dedazo, como ocorria no México sob o domínio do PRI. Apontou o dedo e determinou que o candidato tem de ser Aécio Neves. Não apresentou nenhuma ideia, uma proposta de governo, nada. Disse, singelamente, que Aécio estaria mais de acordo com a tradição política brasileira. Convenhamos que é um argumento pobre. Ao menos deveria ter apresentado alguma proposta defendida por Aécio para poder justificar a escolha.

A ação intempestiva e equivocada de Fernando Henrique demonstra que o principal partido da oposição, o PSDB, está perdido, sem direção, não sabendo para onde ir. O partido está órfão de um ideário, de ao menos um conjunto de propostas sobre questões fundamentais do País. Projeto para o País? Bem, aí seria exigir demais. Em suma, o partido não é um partido, na acepção do termo.

Fernando Henrique falou da necessidade de alianças políticas. Está correto. Nenhum partido sobrevive sem elas. O PSDB é um bom exemplo. Está nacionalmente isolado. Por ser o maior partido oposicionista e não ter definido um rumo para a oposição, acabou estimulando um movimento de adesão ao governo. Para qualquer político fica sempre a pergunta: ser oposição para quê? Oposição precisa ter programa e perspectiva real de poder. Caso contrário, não passa de um ajuntamento de vozes proclamando críticas, como um agrupamento milenarista.

Sem apresentar nenhuma proposta ideológica, a "estratégia" apresentada por Fernando Henrique é de buscar alianças. Presume-se que seja ao estilo petista, tendo a máquina estatal como prêmio. Pois se não são apresentadas ideias, ainda que vagas, sobre o País, a aliança vai se dar com base em qual programa? E com quais partidos? Diz que pretende dividir a base parlamentar oficialista. Como? Quem pretende sair do governo? Não será mais uma das suas análises de conjuntura fadadas ao fracasso?

O medo de assumir uma postura oposicionista tem levado o partido à paralisia. É uma oposição medrosa, envergonhada. Como se a presidente Dilma Rousseff tivesse sido eleita com uma votação consagradora. E no primeiro turno. Ou porque a administração petista estivesse realizando um governo eficiente e moralizador. Nem uma coisa nem outra. As realizações administrativas são pífias e não passa uma semana sem uma acusação de corrupção nos altos escalões.

O silêncio, a incompetência política e a falta de combatividade estão levando à petrificação de um bloco que vai perpetuar-se no poder. É uma cruel associação do grande capital - apoiado pelo governo e dependente dele - com os setores miseráveis sustentados pelos programas assistencialistas. Ou seja, o grande capital se fortalece com o apoio financeiro do Estado, que o brinda com generosos empréstimos, concessões e obras públicas. É a privatização em larga escala dos recursos e bens públicos. Já na base da pirâmide a estratégia é manter milhões de famílias como dependentes de programas que eternizam a disparidade social. Deixam de ser miseráveis. Passam para a categoria da extrema pobreza, para gáudio de alguns pesquisadores. E tudo temperado pelo sufrágio universal sem política.

Em meio a este triste panorama, não temos o contradiscurso, que existe em qualquer democracia. Ao contrário, a omissão e a falta de rumo caracterizam o PSDB. Para romper este impasse é necessário discutir abertamente uma proposta para o País, não temer o debate, o questionamento interno, a polêmica, além de buscar alianças programáticas. É preciso saber o que pensam as principais lideranças. Numa democracia ninguém é líder por imposição superior. Tem de apresentar suas ideias.   
MARCO ANTONIO VILLA, HISTORIADOR, É PROFESSOR DA UNIVERSIDADE FEDERAL DE SÃO CARLOS (UFSCAR)

Pelo rasgo na saia, a festa foi boa!

Já ouvi falar da sabatina de uma mãe a uma filha que teria chegado às altas horas da madrugada com um lado da longa e apertada saia severamente rasgado. Vinha a moça de uma festa pública, onde os olhos da fiscalização se perdem em meio à multidão e o 'pecado' entra pela mente de muitos que ali se encontram em meio a tanta perdição.
A mãe já teria começado pelas últimas, embora baixo, para o pai não ouvir: "Pelo rasgo da saia, a festa foi boa!", para em seguida passar a mão pelas 'partes afetadas', a fim de conferir de perto o 'estrago' que deixava a filha 'feliz e radiante'.
Considerando que nossa terra poderia ser comparada à moça e que a saia da cidade foi vista rasgada, há que se perguntar:
Pelo rasgo da saia, a festa foi boa?
Pelo rasgo da saia, a festa continua boa?
Pelo rasgo da saia, a festa continuará boa?
Mas.... boa para quem?
Do alto da minha inocência, comecei a sentir o cheiro de dois 'temperos' que inundam a cena em véspera de período eleitoral: a chantagem e a propaganda  política caminhando em direções opostas.
Geralmente, a chantagem acompanhada da contra-propaganda e a propaganda acompanhada da bajulação.
Algo difícil de digerir; algo sem conteúdo; algo descasado da realidade.
Vence aquele que tem mais força para conspirar. Ou seja: Quem conseguir colocar mais conspiração favorável sai vencedor. É claro que o custo da vitória é sempre elevado, muitas vezes tornando-se tão cara ao ponto de ficar  inviável.
A nós parece que está faltando chegar alguém para puxar pelo braço os 'defloradores' e proteger a moça e a saia. Está faltando alguém para falar com autoridade que acabou o estupro.
Se isto não acontecer, se ninguém com autoridade aparecer, recomento que procurem logo as boas costureiras e encomendem tecidos reforçados. Saias da querida cidade chegarão rasgadas dos dois lados, sinal de que, "Pelos rasgos nas saias, a festa continuará boa até para os chantagistas que não estão agora gostando de festa'.

Indignação de juiz

"É muito grave (venda de sentenças), é gravíssimo. Se há isso, é crime, e o autor disso, me desculpe a expressão, se for um juiz, deve ser enforcado em praça pública".

Marcus Faver, presidente do Conselho Permanente dos Tribunais de Justiça do Brasil, sobre denúncias de venda de sentenças no Judiciário

Indelicado; faltando com a verdade.

Segundo o Painel da Folha, Geraldo Alckmin, que segundo versões extra-oficiais não havia pedido audiência alguma com o Lula, presenteou o ex-presidente com o livro "Curar", do neurocientista francês David Servan-Schreiber. A obra trata da "visão holística e integradora da medicina das emoções". Ao que consta, este tipo de obra não é vendida na revistaria do Sírio-Libanês. É óbvio que Alckmin pediu alguns minutos para beijar a mão de Lula, mesmo que a justificativa oficial tenha sido a assinatura de convênios com o hospital. Aliás, o presente oferecido para Lula é uma tremenda gafe, sob vários aspectos. A primeira é que Lula não lê, a segunda é que está fazendo um agressivo tratamento quimioterápico e radioterápico, o terceiro é que o hospital é um centro de referência mundial em medicina convencional. O autor do mimo dado para Lula sugere medicina alternativa baseada em acupuntura, hipnose e ajuste do relógio biológico, entre outras cositas mas. Não é a cara do Geraldo Alckmin?

Garanhuns vai ter a chance de provar que não se rende

Leia o recado de Eduardo Campos dirigido aos líderes de Garanhuns, que esperneiam em virtude do 'intruso' de Lajedo que foi lançado pelo Palácio candidato a prefeito naquela cidade:
Ponto final – O PSB deu por encerrada ontem a discussão sobre a escolha do seu candidato à prefeitura de Garanhuns. É Antonio João Dourado e ponto final. O empresário Givaldo Calado, que também postulava a indicação, saiu da reunião contrariado mas se submeteu à decisão. O próximo passo do prefeito de Lajedo é ir atrás do apoio dos outros partidos da Frente Popular.

Trazendo para o nosso contexto, é como se o governador fosse lá em Granito, pegasse Ronaldo Sampaio, que ora governa a cidade, levasse ao cartório e fizesse sua transferência de domicílio, para depois de um mês chegar em Araripina e dizer: "Este aí é o meu candidato. Engulam ou se expliquem porque vomitam". Isto, apontando a caneta que assina portaria de demissão.
Nada contra Ronaldo Sampaio, mas tudo a ver com o respeito às lideranças locais. Ronaldo Sampaio é digno de govermar até mesmo o Estado de Pernambuco. Provavelmente, seria melhor para o Araripe do que esse que só manda conta de imposto e multa para quem achar ruim. E vento no lugar de água.

sexta-feira, 27 de janeiro de 2012

Leitura exata de Brasília

Alta ansiedade

Dora Kramer, O Estado de S. Paulo

A demissão do diretor-geral do Departamento Nacional de Obras contra as Secas (Dnocs), Elias Fernandes, não é um fato que em si vá contribuir ou influir no desgaste das relações entre o PMDB, o governo e o PT.
Inclusive porque o líder do PMDB na Câmara, Henrique Eduardo Alves, só faltou pedir que a presidente Dilma Rousseff apressasse a demissão ao se referir a ela em tom de desafio para defender o apadrinhado, abraçar uma causa ruim e resguardar interesses paroquiais.
Ontem de manhã a avaliação era a de que o deputado cometera um erro estratégico ao duvidar que Dilma bancasse a demissão ao custo de arrumar briga "com metade da República, com o maior partido do Brasil".
No tom, no método e no mérito do caso, Henrique Alves não contou com o respaldo do partido. Mas expressou a insatisfação crescente não só no PMDB, mas também em legendas com menos poder de vocalizar descontentamentos, como PR e PP, com a adoção de pesos e medidas diferenciados no trato dos partidos aliados.
O problema é mais amplo: diz respeito ao que é visto como a execução de um plano para fortalecer a hegemonia do PT, proteger quem atenda aos interesses desse projeto e enfraquecer os que possam representar alguma ameaça ou almejem algo mais que o papel de meros coadjuvantes.
Isso tanto no cotidiano do governo como nas disputas eleitorais que se avizinham. Com exceções aqui e ali, o PMDB e adjacências enxergam nos movimentos do PT a intenção de coagir os partidos da base governista a marchar com os candidatos do partido em detrimento das postulações dos aliados.
O sentimento é o seguinte: fortalecida pela popularidade, Dilma trata os parceiros com pragmático desdém.
Recorre a eles quando precisa "blindar" ministros considerados intocáveis sob a ótica do Planalto, mas não age da mesma forma na contrapartida. Ao contrário. Aproveita ocasiões em que as suspeitas recaem sobre o lado mais fraco para firmar imagem de austeridade.
Leia a íntegra em Alta ansiedade

1 Trilhão ao PT em 2011

Os brasileiros pagaram uma quantia recorde de impostos e contribuições no ano passado. Segundo dados divulgados nesta sexta-feira, 27, pela Receita Federal, a arrecadação federal somou R$ 969,907 bilhões no ano passado. O volume representou um crescimento de R$ 143,388 bilhões em relação ao verificado em 2010, que já havia sido o maior da história até então, quando totalizou R$ 897,988 bilhões. A arrecadação do ano passado registrou uma alta real de 10,10% em relação ao ano anterior. O crescimento ficou abaixo da projeção feita pelo Fisco para 2011, que era um intervalo de alta entre 11,00% e 11,50%. Especificamente em relação a dezembro do ano passado, a arrecadação somou R$ 96,632 bilhões, o que significa uma queda real de 2,69% na comparação com o mesmo mês de 2010, mas uma alta de 21,76% na comparação com novembro. O resultado do mês passado ficou dentro do esperado por analistas consultados pelo AE Projeções, que previam uma arrecadação de R$ 94,8 bilhões a R$ 104,9 bilhões, mas abaixo da mediana projetada, de R$ 98 bilhões. Leia mais aqui.

Jogo de cena in Cuba

Apesar de o governo brasileiro ter concedido visto para a blogueira cubana Yoani Sánchez, que se tornou uma das principais vozes críticas ao governo de Cuba, a presidente Dilma Rousseff não pretende incluir em sua agenda o pedido de audiência feito por oposicionistas daquele País. A concessão do visto e a nota publicada pelo Itamaraty anunciando a decisão foram consideradas um "gesto público forte" do governo no sentido de posicionar em relação à questão. Auxiliares da presidente asseguram que receber os oposicionistas seria um ataque direto ao regime cubano, o que atrapalharia o bom rendimento da visita de três dias de Dilma a Havana, que começa na próxima segunda-feira. Leia mais aqui.

Quase voltei

Aos pouquinhos estou tomando pé das coisas. Quase uma semana afastado daqui, ou fazendo de conta que tomava conta. Urgências, pendências e outras 'ências' estão me tomando muito tempo.
É a vida normal ficando mais normal ainda. Entendam e desculpem.
Qualquer hora a gente volta a bater um bolão, com uma atrás da outra, como de costume. É só ter um pouquinho de paciência.
Volto já.

quinta-feira, 26 de janeiro de 2012

Você paga

É impressionante. Tem roubo descarado no Ministério das Cidades, que deveria fazer esgoto e infra-estrutura. Leia aqui. Tem roubo escancarado no DNOCS, que deveria fazer obras contra a seca. Leia aqui. Tem roubo desenfreado na Funasa, que deveria distribuir remédios e cuidar da prevenção de doenças. Leia aqui. E os ladrões ainda ameaçam os outros ladrões, como gangs protegendo seus territórios. Leia aqui. E também tem roubo na Justiça, que deveria prender os ladrões. Leia aqui. Várias quadrilhas estão saqueando o país. O Brasil é uma república de ladrões.

Eduardo Campos vai ao ataque e ameaça PT com candidatura de FBC, que continua sob fogo da turma de Zé Dirceu

Leia o recado mandado pelo gobernador ao PT, via Inaldo Sampaio:
"Ministro Fernando Bezerra continua sendo opção do PSB para a prefeitura do Recife
O ministro Fernando Bezerra Coelho, apesar do tiroteio em que ainda se encontra, continua sendo a opção do PSB para, se for o caso, disputar a prefeitura do Recife.

2- Foi o que disse ontem e reiterou hoje o governador Eduardo Campos, padrinho político do ministro.

3- Ele disse que embora seja muito cedo para tratar de eleição, a posição do PSB sobre a prefeitura do Recife não se alterou.

4- Ou seja, o PSB não pode ficar eternamente na dependência do Partido dos Trabalhadores, que continua rachado em duas alas.

5- Uma advoga a reeleição do prefeito João da Costa e a outra defende a candidatura do deputado federal João Paulo, líder nas pesquisas.

6- O governador disse também que pelo que conversou segunda passada com o ex-presidente Lula, em SP, ele está disposto a contribuir para a unidade do PT.

7- Ele (Lula), segundo garantiu, não vai poder interferir em todas as cidades onde o PT terá candidato. Mas nas principais, sim.

8- Textual: “Onde a palavra dele puder ajudar, acredito que ele vai participar na hora certa. Mas não me parece que seja a hora”.

9- O governador reiterou o seu desejo que a Frente Popular permaneça unida em torno de um só candidato.

10- Se não for possível, concluiu, “temos uma opção partidária para oferecer à Frente” (o ministro FBC).


Acabo de chegar de Recife. O desgaste de João da Costa é bem maior do que refletem as pesquisas. Não existe a marca de sua gestão na cidade. Não sondei uma única pessoa que acredite no sucesso do petista. Ao contrário disso, todos apostam na vitória do ex-prefeito João Paulo, sendo este o candidato. E isto apavora Eduardo Campos, que ensaia apoio a Costa mas teme arcar com os custos da derrota.
Há namoros acontecendo de muitas lideranças com vistas ao segundo turno. Todos com um úncio objetivo: derrotar o governador e começar a tirar deste o poder em 2014. É aguardar para ver quem assume que atorou a primeira flexa pelas costas.

quarta-feira, 25 de janeiro de 2012

PT usa gangues para atacar repórteres e Brasil desaba no ranking da liberdade de expressão.

No domingo passado, um carro da Globo foi incendiado por militantes de esquerda insuflados por um assessor presidencial. Hoje um fotógrafo da Folha de São Paulo levou uma pedrada dos mesmos militantes de esquerda. E um repórter do Estadão foi agredido. A esquerda, ao contrário de outros países mais civilizados no trato da imprensa como o Haiti, Botswana e Moldávia, está no poder no Brasil. Imagina se não estivesse no governo.

Segundo ranking divulgado hoje pelos Repórteres Sem Fronteira, o Brasil ocupa a 99a. posição em liberdade de imprensa. Caiu 41 posições em um ano! O Haiti, ocupado pelo exército brasileiro, está em 55o. lugar. Segundo O Globo, a organização lembrou que três repórteres morreram no Brasil em 2011. Há dez dias, a entidade International News Safety Institute (Insi) considerou o Brasil o oitavo país mais perigoso para o trabalho da imprensa. Segundo o instituto, o país só fica atrás de quadros graves de violência contra a imprensa, caso do México, com o agravamento da violência do tráfico de drogas, e de países em conflito no Oriente Médio. O ranking foi baseado no número de jornalistas assassinados no exercício da profissão.

terça-feira, 24 de janeiro de 2012

Ciro Gomes joga duro e volta a ser a voz do povo nordestino, com cara de candidato a presidente

Enquanto Eduardo Campos perde brilho e megulha para fugir do tiroteio, Ciro Gomes coloca a cara e chama paulistas e jornalões para a briga.
Veja o que está publicano no blog de Inaldo Sampaio:

Ciro diz à Rede Record News que quem priorizou Pernambuco não foi o ministro Fernando Bezerra Coelho e sim Lula
O ex-ministro Ciro Gomes disse ontem à noite à Rede Record News que quem priorizou Pernambuco na distribuição de verbas federais não foi o ministro Fernando Bezerra Coelho e sim o ex-presidente Lula.

2- Segundo ele, foi Lula quem decidiu fazer em Pernambuco a refinaria Abreu e Lima, a indústria naval (estaleiro Atlântico Sul), a Hemobrás, etc.

3- Disse também que o governo Dilma fez aliança com o PMDB para evitar a instalação de CPIs contra o seu governo, como as que infernizaram a vida de Lula, e não para fazer as reformas de que o país precisa (política, tributária, etc).

4- Garantiu não ser contra a aliança com os peemedebistas, e sim à forma como ela foi feita: na base do loteamento de cargos.

5- Sobre o fato de a imprensa do sul ter dito que o Ministério da Integração é um “feudo” dos nordestinos, disse que o trocaria tranquilamente pelo Ministério da Fazenda, que é “feudo” dos paulistas.

6- O ex-ministro atacou também a campanha do jornal “O Estado de São Paulo” para tentar derrubar o ministro Fernando Bezerra, apontando a obra de transposição das águas do São Francisco como inócua.

7- Ele disse que quando era ministro da Integração Nacional, para evitar a roubalheira das empreiteiras, dividiu a obra em 14 lotes. E fez concorrências diferentes.

8- “A obra não acabará enquanto as 14 partes não estiverem concluídas”, disse ele, acrescentando que, em alguns trechos, foi preciso renegociar os valores.

9- E enquanto o Ministério e as empreiteiras não chegarem a um acordo, a obra pára.

10- O ex-ministro disse ainda que, para decepção do “Estadão” e dos paulistas que enxergam o Nordeste com a cara atravessada, a obra será concluída e 12 milhões de nordestinos vão se beneficiar dela.

A herança maldita de Gabrielli na Petrobras.

O economista José Sergio Gabrielli deixa a Petrobras num momento em que o mercado "pune" a companhia ao dar um preço para suas ações abaixo do potencial de crescimento da empresa. O motivo é, principalmente, a capitalização realizada em 2010, que, ao aumentar a participação da União na empresa, elevou também a possibilidade de ingerência política em sua gestão. O resultado é que o valor de mercado da estatal caiu por dois anos seguidos, em 2010 e 2011, embora comece a esboçar reação neste ano.


No fim de 2005, ano em que Gabrielli assumiu, a companhia estava avaliada em R$ 171,4 bilhões. Com a descoberta do pré-sal, chegou ao pico de R$ 429,9 bilhões em 2007, segundo a consultoria Economática.Fechou 2011 em R$ 291,6 bilhões -reagiu nos primeiros dias de 2012 e valia R$ 331,8 bilhões na sexta.O valor das ações caiu 23% em 2010 e 18,3% em 2011. Gabrielli responsabiliza o recuo ao fato de o mercado não ter compreendido o sentido da capitalização. Ele diz que a operação foi vital para que a empresa tivesse fôlego para investir no pré-sal. Em setembro de 2010, a Petrobras fechou a capitalização de US$ 120 bilhões com a emissão de novas ações. Desse total, US$ 74 bilhões foram para a União, como pagamento das reservas ainda não licitadas do pré-sal transferidas à estatal.


Para analistas, no entanto, com maior participação da União, a estatal fica mais sujeita à ingerência política, como nas decisões de segurar o preço dos combustíveis. Gabrielli era diretor financeiro da estatal e assumiu a presidência quando José Eduardo Dutra deixou o posto para concorrer ao Senado. Em sua gestão, aumentou o quadro de empregados em 48%, chegando a 80 mil ao fim de 2010.(Da Folha de São Paulo)

Brasil do PT é o último do mundo em retorno dos impostos para o cidadão.

Pelo segundo ano consecutivo, o Brasil ficou em último lugar em um ranking internacional sobre o retorno que os cidadãos obtêm para os impostos que eles pagam. A lista considera os países que, proporcionalmente, mais arrecadam impostos. A futura pagadora de impostos nem desconfia. O brinquedo, as roupas, o lanche. Em tudo a mãe de Rafaela paga imposto. Em média, 35% da riqueza produzida no Brasil vai parar nas mãos do governo. “Está muito pequena ainda, mas ainda vai pagar muito imposto na vida”, diz a dona de casa Andrea Gan.


Não tem escolha. No mundo inteiro, os governos recolhem parte da riqueza da sociedade para financiar as obrigações do Estado, como saúde, educação e segurança. Deveria ser uma via de duas mãos, mas um estudo que acaba de ser divulgado mostra que o Brasil está entre os países em que a população tem o pior retorno. Os pesquisadores cruzaram a carga tributária dos 30 nações que proporcionalmente cobram mais impostos com o IDH, o Índice de Desenvolvimento Humano das Nações Unidas, que leva em conta expectativa de vida, educação e renda. E assim calcularam o retorno de bem-estar à sociedade.


Com carga tributária em torno de 25% do PIB e altíssimo índice de desenvolvimento, Austrália, Estados Unidos e Coreia do Sul são os países que mais devolvem o que cobram de imposto. Pelo segundo ano seguido, o Brasil ficou em último lugar, bem atrás de vizinhos como Uruguai e Argentina. Isso porque o país arrecada muito tributo, mas ocupa apenas a posição 84 no ranking de desenvolvimento. “Transporte público, hospitais, escolas, não funcionam como deveriam funcionar”, reclama uma mulher. Uma das explicações, segundo o coordenador da pesquisa, João Eloi Olenike, é que o governo tem o orçamento engessado por despesas com funcionalismo, juros da divida e previdência: “Sobra um pouco desses recursos para aplicação nesses investimentos em infraestrutura para melhorar a qualidade de vida do povo brasileiro”, avalia.


O tributarista Fernando Zilveti lembra que a pobreza caiu com programas de transferência de renda, mas que ainda é preciso atacar outros problemas para o Brasil ser um país mais justo: “Significa gastar melhor, zelar para que não haja corrupção e não haja desperdício. Se você atacar o desperdício, você vai melhorar muito a qualidade do serviço público”. O Ministério da Fazenda informou que os impostos são devolvidos para a sociedade e que um reflexo disso é a redução da taxa de pobreza de 26% em 2002 para 12% em 2010. Segundo o ministério, o Índice de Desenvolvimento Humano da ONU não reflete os avanços do Brasil porque não capta as mudanças estruturais de cada país. (Do Jornal Nacional)

FHC desenhou as derrotas de Serra. Só faltou dizer com todas as letras o que a gente denunciou aqui.


Obrigado, Serra, por ter evitado FHC na campanha de 2010. Teus 44 milhões de eleitores anti-PT agradecem.

Sempre dissemos que os 44 milhões de votos de Serra são anti-PT e não tucanos. Como o grande nome do PSDB dá uma declaração internacional de desejo de união com o PT, finalmente, a justiça é feita: os votos anti-PT também são de José Serra. Abaixo, a síntese produzida pela Folha de São Paulo.


Em entrevista na qual faz diversas críticas ao PSDB, o ex-presidente Fernando Henrique Cardoso atribui a José Serra parte da responsabilidade pela derrota tucana nas eleições de 2010 e afirma que o "candidato óbvio" do partido para disputar a Presidência em 2014 é o senador mineiro Aécio Neves. As declarações foram publicadas pelo blog "Americas View", da revista britânica "The Economist". Para o ex-presidente, Aécio está mais apto a formar alianças, e Serra deveria abrir espaço para outros. "No caso do PSDB, o ex-governador Serra faz o papel do Lula: ele tem coragem, gosta de competir. Eu não sei até que ponto ele vai se convencer de que [a disputa] não é para ele, a abrir espaço para outros", diz o tucano.


FHC prevê também uma "briga interna muito forte no PSDB, entre Serra e Aécio" na corrida para 2014. Ele, no entanto, diz que o cenário estará mais claro apenas depois das eleições municipais. Outra avaliação de FHC é que o governador de São Paulo, Geraldo Alckmin (PSDB), não está no páreo. As declarações representam uma mudança de tom do ex-presidente. Em maio do ano passado, em entrevista ao portal iG, FHC já havia afirmado que Aécio tinha uma vantagem sobre Serra, mas dizia que a questão não estava fechada e ainda considerava Alckmin no cenário.


A entrevista de FHC deve aumentar a tensão entre Serra e Aécio, que disputam a indicação do partido para concorrer à Presidência em 2014. No final do ano passado, quando Aécio disse publicamente que queria disputar a Presidência em 2014, Serra rebateu pelo microblog Twitter: "Querer colocar o carro adiante dos bois só atrapalha e desorganiza a oposição". Ao rever o desempenho tucano em 2010, FHC avalia que o PSDB cometeu "erros enormes" na campanha. Não fosse por isso, afirma, seu partido poderia ter vencido a disputa com a hoje presidente Dilma Rousseff.


"O que estou tentando dizer é que era possível ter vencido. Foi falha nossa", diz FHC na entrevista, que foi publicada na última quinta. O ex-presidente é então questionado se o PSDB poderia ter vencido com "o mesmo candidato". "Bem, talvez não", diz. Para FHC, um dos fatores que pesaram contra os tucanos foi o isolamento do partido, em parte provocado pelas características de Serra. "Não formamos alianças. Foi uma espécie de arrogância. Nosso candidato estava isolado, mesmo internamente", diz FHC, que concorda quando a entrevistadora pergunta se Serra afastou as pessoas: "Sim. E foi muito ruim". Procurado, Serra afirmou por meio de sua secretária que não havia lido a entrevista e não poderia comentá-la.


SONHO COM LULA

Na entrevista, FHC conta que teve um sonho recente com o ex-presidente Lula: "Sonhei que nós, Lula e eu, estávamos propondo juntos consenso nacional [risos]". Na vida real, o tucano propõe que o petista se afaste um pouco para permitir a chegada de novos líderes. "Deixe-me falar sem personalizar: nos últimos 20 anos, houve apenas dois líderes", diz, logo após concordar que ele ainda é uma das vozes mais importantes do PSDB, "pela falta de alternativas". FHC pondera, porém, que há uma nova geração: "É uma questão de tempo. Provavelmente, se Lula não estivesse envolvido -o mesmo se aplica a mim-, seria melhor". Quanto a 2014, FHC diz que ninguém sabe qual será o papel de Lula. Porém, ele afirma que o petista deve querer disputar a eleição, porque é "um animal muito competitivo, um animal político".

segunda-feira, 23 de janeiro de 2012

Saída precipitada de Gabrielli da Petrobras confirma que os próximos dois anos serão "negros" para a companhia.

Por que José Sérgio Gabrielli deixaria a vitrina da Petrobras a dois anos das eleições para ir ser um reles secretário de estado na Bahia, onde pretende se candidatar ao governo do estado pelo PT? A explicação só pode ser uma: os próximos dois anos mostrarão um péssimo desempenho da Petrobras e Dilma quer blindar o companheiro, colocando em seu lugar Maria Caveirão, que não tem pretensões políticas, para arrumar a casa, o que implica, inclusive, em aumento significativo do preço da gasolina.


Gabrielli é o maior responsável pela bilionária capitalização de 2010, para investir na exploração do pré-sal, na qual o governo ampliou significativamente sua participação na companhia, diluindo a dos minoritários, gerando prejuízos incalculáveis para uma grande parcela de pequenos poupadores que acreditaram nas promessas do governo. 

Em 2011, a estatal teve a segunda maior perda de valor de mercado do mundo, num tombo de US$72,39 bilhões, segundo levantamento com mais de cinco mil empresas da base de dados da Bloomberg News. E caiu, assim, duas posições no ranking das maiores petroleiras do planeta, para a quinta posição.

sábado, 21 de janeiro de 2012

Bahia tem o prefeito mais velho do mundo

Na companhia de dois dos seus filhos, Edvaldo no ato de fisgar um camarão

Dom Macedo Costa, miserável município do Recônca o Baiano, distante cerca de 80 quilômetros de Salvador e habitado por menos de quatro mil pessoas, entrou, hoje, definitivanente no Livro Guinness dos Recordes. É o lugar com o prefeito mais velho do mundo - Edvaldo Oliveira, 94 anos de idade, filiado ao PSD, partido criado pelo prefeito Gilberto Kassab, de São Paulo.

Até a última quinta-feira, Dom Macedo Costa era governado por Deraldo Barreto, também do PSD. Foi quando o fígado dele, sub judice há alguns anos, emitiu sinais de que pifaria de vez em breve. Convocado às pressas, Edvaldo, servidor público aposentado, pai de nove filhos e morador de Salvador, chegou à cidade e assumiu a vaga do prefeito enferno que morreu esta manhã

No passado remoto, quatro vezes vereador de Santo Antônio de Jesus, hoje um dos 20 municípios mais prósperos da Bahia, Edvaldo alimenou por várias décadas o sonho de ser prefeito de Dom Macedo Costa. Mas para isso era preciso que Dom Macedo fosse promovido à condição de cidade. Não passava de distrito. Edvaldo fez o que podia e o que não podia para que tal coisa acontecesse.

Finalmente Dom Macedo virou cidade. Quanto a virar prefeito, já não dependeu só dele.

PT revoltado com a perda da Ciência e Tecnologia.

DIRIGENTES DO PT se dizem revoltados com a escolha de Marco Antonio Raupp para substituir Aloizio Mercadante como ministro de Ciência e Tecnologia. Queriam um quadro do partido. NÃO CONTA a qualificação de Raupp para o cargo: físico, PhD em Matemática por Chicago, ex-presidente da Agência Espacial Brasileira, entre outros predicados. O importante é a carteirinha do PT. MAIS UMA vez fica escancarado o projeto de poder do partido. Não interessa competência profissional, mas ocupar espaço na máquina do Estado para instalar nela mais um aparelho subordinado aos comissários petistas.

Dilma adquiriu luz própria. Lula errou nos cálculos.

Fica cada vez mais distante a possibilidade de uma candidatura de Lula em 2014...

A presidente Dilma Rousseff atingiu no fim do primeiro ano de seu governo um índice de aprovação recorde, maior que o alcançado nesse estágio por todos os presidentes que a antecederam desde a volta das eleições, informa reportagem de Bernardo Mello Franco, publicada na Folha deste domingo. Segundo pesquisa Datafolha, 59% dos brasileiros consideram sua gestão ótima ou boa, enquanto 33% classificam a gestão como regular e 6% como ruim ou péssima. Ao completar um ano no Planalto, Fernando Collor tinha 23% de aprovação. Itamar Franco contava 12%. Fernando Henrique Cardoso teve 41% no primeiro mandato e 16% no segundo. Lula alcançou 42% e 50%, respectivamente. O Datafolha ouviu 2.575 pessoas nos dias 18 e 19 de janeiro. A margem de erro do levantamento é de dois pontos percentuais, para mais ou para menos.(Da Folha de São Paulo)

Araripina: Secretários além da máquina

A capacidade dos secretários Gustavo Pinheiro e Everardo Alves, anunciados recentemente pelo prefeito Alexandre Arraes, está muito além do que a máquina pode oferecer de suporte e bem distante do que essa própria máquia pode apresentar de entreves, alguns deles corporativos e outros políticos. 
Quem conhece os dois e torce pelo sucesso fica com duas sensações bastante diferentes: a de felicidade pelo acesso de gente técnica e de boa índole ao poder decisório; e a preocupação de que se desgastem desncessariamente, em virtude da transitoriedade da gestão.
Everardo é preparadíssimo para cuidar da administração, mas a insegurança jurídica da liminar que sustenta Alexandre no cargo faz com que suas ordens sejam 'demoradamente entendidas' pelo corpo. Já Gustavo, um dos maiores empreededores de Araripina, ficou com a missão de atrair empresas para um município sem água nas torneiras, com energia insuficiente e burocracia travada.
O medo que faz é que o bom conceito de Gustavo esteja sendo usado pelo governo do Estado, que pretende  dizimar o bioma caatinga e em seu lugar plantar 300 mil hectares de eucalipto, o que mais adiante será transformado em carvão e cinza, depois de catastróficos incêndios.
Araripina torce por Everardo e Gustavo, assim como pelo sucesso de Alexandre. Mas o convite a ambos deveria ter sido feito mais atrás, para que podessem pelo menos sentar com calma na cadeira de secretário e influenciar nas primeiras medidas incompreensíveis do prefeito em exercício.
Terão os novos secretários que desfazer o que foi feito em um mês, a fim de dar a nova largada? Há tempo para isso?

A China inova

Merval Pereira, O Globo
A China, revelada esta semana mais urbana que rural, busca agora um crescimento qualitativo tanto no seu desenvolvimento social quanto no tecnológico.
O processo de evolução das empresas chinesas está baseado no amadurecimento de sua capacidade de desenvolver tecnologia e produtos inovadores. O 12º Plano Quinquenal, que está em vigência desde março do ano passado, tem o objetivo central de fazer migrar o padrão de desenvolvimento da China para indústrias avançadas e desenvolvimento tecnológico, em busca do que classificam de “harmonização da sociedade”.
A intenção é promover um “pouso suave” para um crescimento médio de 7% do PIB nacional “com qualidade”, com metas que incluem a promoção do consumo, redução das diferenças sociais através da melhoria do salário mínimo e metas de eficiência energética.
O plano quinquenal pretende mudar a expressão Made in China, ligado a produtos de baixa qualidade, por Designed in China, com a ambição de tornar a China um país “orientado para a inovação” até 2020.
Essas são algumas das conclusões de um documento resultado de um “termo de cooperação” entre a Secretaria de Assuntos Estratégicos (SAE) da Presidência da República, sob o comando do ministro Moreira Franco, do PMDB do Rio, e a COPPE (Instituto Alberto Luiz Coimbra de Pós-Graduação e Pesquisa de Engenharia) da UFRJ abrangendo três setores que, combinados, produzem sinergias poderosas na conformação da base tecnológica de uma indústria nacional/regional: químico, eletroeletrônico e metal-mecânico.
Leia a íntegra em A China inova

Para blindar Haddad, PT cancela o ENEM de abril.

A edição do ENEM ocorreria em peno início da campanha eleitoral para a cidade de São Paulo, onde Haddad é candidato. Entre a prova, correção e publicação, se estenderia por no mínimo três meses. Com todos os problemas que têm, o ENEM afundaria de vez as pretensões do petista de se eleger prefeito de São Paulo.
O Ministério da Educação (MEC) confirmou nesta sexta-feira que não realizará a edição de abril do Exame Nacional do Ensino Médio (Enem) 2012. De acordo com nota oficial da pasta, a empresa de gestão de risco contratada concluiu que duas edições da avaliação federal no ano "sobrecarregariam as estruturas de logística do exame". Com a decisão, o Enem 2012 só será aplicado uma vez, nos dias 3 e 4 de novembro.


Na manhã da quinta-feira, após participar de um programa de rádio, o ministro Fernando Haddad já havia dado indícios de que o MEC cancelaria a aplicação do exame em abril. O motivo seria a decisão da Justiça Federal no Ceará, proferida nesta terça-feira, que determina que todos os participantes do Enem tenham acesso à correção de suas redaçãoes - uma reivindicação de muitos estudantes. A decisão, vale lembrar, é de primeira instância, e a Advocacia Geral da União (AGU) já anunciou que vai recorrer, representando o MEC.


"Não podemos colocar a máquina em fadiga. Há uma questão tecnológica a ser resolvida. É um problema novo que foi colocado e que não é tão simples assim", disse Haddad, que se despede do MEC na próxima semana, transferindo o posto a Aloizio Mercadante. "Por enquanto, teremos um por ano até que tenhamos fôlego para atender às exigências. A questão está sendo discutida e pode não haver [o exame] em abril."

No entanto, antes mesmo da decisão da Justiça Federal no Ceará, Haddad já havia colocado em xeque a realização das duas edições do Enem em 2012. No último dia 11, o ministro declarou que Instituto Nacional de Estudos e Pesquisas Educacionais (Inep), autarquia do MEC responsável pelo Enem, enfrenta dificuldades para "dobrar o esforço da realização de uma prova de 5 milhões de pessoas".

A nova orientação do ministro contraria portaria publicada no dia 20 de maio de 2011 no Diário Oficial da União. O texto determinava a realização do Enem "pelo menos duas vezes ano ano", a partir de 2012, e definia até mesmo as datas de aplicação da avaliação federal no primeiro semestre: 28 e 29 de abril. De acordo com as declarações do ministro nesta manhã, a portaria, assinada pela presidente do Inep, Malvina Tuttman, corre sério risco de virar letra morta. (Da Veja)

Sociedade começa a acordar para a realidade: Estudantes voltam às ruas em função dos aumentos nas passagens

Os estudantes que protestaram, ontem,contra o aumento das passagens de ônibus retomarão o movimento na próxima segunda. Dez manifestantes ficaram feridos e um está hospitalizado. Outros quatro foram detidos pela polícia, segundo o portal Pernambuco. com.

A decisão de dispersar foi tomada após negociação que envolveu Henrique Mariano, presidente da Ordem dos Advogados do Brasil em Pernambuco, e a tropa de choque da Polícia Militar, que estava posicionada em frente à Faculdade de Direito do Recife, onde os estudantes estavam concentrados.

sexta-feira, 20 de janeiro de 2012

GRANDES INCÊNDIOS em 300 mil hectares de Eucalipto é o que Eduardo Campos planeja para o Araripe. O Blog conseguiu ata reservada de monitoramento do governo.


Gerôncio Figueiredo, prefeito de Trindade, tremeu diante da plateia de ambientalistas recentemente no Centro Tecnológico. Ele estava escalado por Eduardo Campos para defender em nosso território o extermínio das espécies vegetais e animais da chapada do Araripe, em troca do plantio de 300 mil hectares de eucalipto, a fim de atender a interesses da Aracruz Celulose e de meia dúzia de empresários endividados que vêem nos inevitáveis incêndios que virão caso a maléfica exótica seja implantada em nossas serras uma forma de se livrar de dívidas astronômicas. Por cima, planejam contrair mais empréstimos a fim de nunca pagarem.
Não é preciso ser profeta para antecipar incontroláveis incêndios em períodos de longas estiagens e a falta de preparo para combater tais incêndios.
Leiam a ata acima. O Meu Araripe a conseguiu com muito esforço e excelentes fontes infiltradas nos diversos órgãos do estado.
A luta será árdua. O governador tem compromissos com multinacionais e não vai pestanejar na hora que for preciso atropelar órgãos de defesa do meio ambiente. O PV e seus ambientalistas já foram silenciados com uma secretaria e seus cem empregos.
O prefeito de Araripina, seu parente Alexandre Arraes, já entrou calado e saiu mudo do debate, dando a entender que nada fará para defendar o nosso bioma. A deixa de que está alinhado com o pensamento devastador do governador já existe: um secretário empresário foi nomeado sob o pretexto de 'atrair indústrias'. Saliente-se que, querendo, o governador manda indústrias geradoras de emprego conversando diretamente com o prefeito e a sociedade. Aliás, deveria fazer funcionar uma fecularia (maior do Nordeste) atraída no governo anterior.
Queira Deus que as indústrias planejadas não sejam do ramo de celulose.
Terá reação. Até a João Pedro Stédile nos aliaremos para enfrentar os gestores 'monóxido de carbono'.

Imprensa sulista aperta ainda mais os 'Bezerras' de Eduardo Campos

Um lobista de empreiteiras que obtiveram contratos com o Ministério da Integração Nacional trabalha no gabinete do filho do ministro Fernando Bezerra (Integração), o deputado Fernando Coelho (PSB-PE). Emendas apresentadas pelo deputado ao Orçamento de 2011 asseguraram R$ 1,8 milhão em recursos da pasta para duas construtoras representadas pelo lobista, Aerolande Amós da Cruz. Porém, o chefe de gabinete do deputado nega que Cruz trabalhe no gabinete de Coelho Filho. O ministro Fernando Bezerra Coelho tem sido alvo nas últimas semanas de suspeitas de que teria beneficiado Pernambuco. Ele também é suspeito de privilegiar seu filho, o deputado Coelho Filho, na liberação de verbas do ministério por meio de emendas parlamentares. Informação do jornal Folha de São Paulo.

quinta-feira, 19 de janeiro de 2012

Audiência sobre péssimos serviços da Compesa termina em grosseiria do enviado de Eduardo

Hoje, no Centro Tecnológico de Araripina, houve um show de grosserias quando se tratava dos maus serviços prestados pela Compesa.
Quando apresenta um relato da situação, demonstrando as razões que levam à precariedade dos serviços (não) prestados, um funcionário da empresa foi interrompido grosseiramente pelo enviado do governador, batizado no local de Dr. Frnando 'Cavalo'. Este mandou que o competente funcionário recolhesse sua apresentação, de forma dura e deselegante, justamente quando a mínima plateia que compareceu começava a entender os reais motivos de tanta falta d´água.
Em seguida, foi a vez do prefeito Alexandre Arraes demonstrar um desconhecido autoritarismo, ao cortar a palavra de um popular, este com vasta experiência na articulação dos movimentos sociais: "Viemos aqui para ouvir o dr. Fernando ("Cavalo") e não a sua conversa", desautorizou o chefe do poder executivo.

Quando o Tribunal de Contas avaliar com critério e sem paternalismo os gastos e (des)serviços prestados em Araripina, onde se diz fazer ampliação e melhoria da rede, é provável que alguns escândalos ganhem as páginas dos jornais.
Houve boicote ao evento. Da região, quase ninguém marcou presença. Vereadores, nem pensar. Apenas religiosos seguidores de Eduardo Campos apareceram em pequeno número para abafar as vozes discordantes.
Uma coisa está ficando evidente: Eduardo Campos começa a conhecer oposição.

Noventa vereadores do Araripe podem acampar no Palácio de terno e gravata como forma de pressionar uma audiência com Eduardo Campos

Lideranças políticas da região estão falhando na tentativa de marcar uma audiência com o governador Eduardo Campos, momento que os vereadores da região aguardam para expor os principais problemas que afligem o Araripe, especialmente água.
As esperanças de que o encontro aconteça começam a desaparecer e já se cogita uma 'Greve de Paletó' em fente ao Palácio do Campo das Princesas. A ideia que se espalha é simples: Todos iriam ao Recife por conta própria e lá acampariam em frente ao palácio, até que o governador decidisse descer do salto e convocar os representantes do povo para um momento de diálogo.

Ouvindo fontes na capital, o blog foi informado de que nem mesmo os deputados conseguem audiência no Palácio.

Facisa fica em sexto lugar no rancking de aprovação na OAB em Pernambuco

Veja, abaixo, o índice de aprovação das faculdades de direito do Estado no último exame da Ordem:
1 – Universidade Federal de Pernambuco (UFPE) 55,45%
2 – Fac. Damas da Instrução Cristã (Fadic) 28,57%
3 – Universidade Católica de Pernambuco (Unicap) 22,22%
4 – Fac. Boa Viagem (FBV) 18,18%
5 – Fac. de Ciências Aplic. e Sociais de Petrolina (Facape) 18,39%
6 – Fac. de Ciências Humanas e Soc. de Araripina (Facisa) 13,04%
7 – Fac. de Direito de Caruaru (Fadica) 12,35%
8 – Fac. de Direito de Garanhuns ( FDG) 12,24%
9 – Fac. Integrada de Pernambuco ( FIR) 11,45%
10 – Fac. do Vale do ipojuca (Favip) 10,39%
11 – Fac. Integrada Barros Lima (Fibam) 9,68%
12 – Fac. Mauricio de Nassau (FMN) 7,44%
13 – Fac. escritor Osmam da Costa Lins (Facol) 6,19%
14 – Fac. Salesiana do nordeste (Fasne) 4,88%
15 – Fac. Guararapes (FG) 4,62%
16 – Inst. Pernambucano de Ensino Superior (Ipesu) 4,48%
17 – Inst. Pernambucano de Ensino e Cultura (Ipec) 3,85%
18 – Fac. Marista (FMR) 3,23%
19 – Fac. Integrada de Pernambuco (Facip) 3,03%
20 – Univ. Salgado de Oliveira (Universo) 2,24%
21 – Fac. de Ciências Humanas de Pernambuco (FCHPE) 2,22%
22 – Fac. de Ciências de Timbaúba (Facet) 1,89%
23 – Inst. de Ensino Superior de Olinda (Ieso) 1,61%
24 – Fac. de Ciências Humanas e Soc. De Igarassu (Facig) 0,00%
25 – Fac. de Olinda (Focca) 0,00%

Idelfonso do Mel ainda não tem candidato a prefeito definido

O PSL, partido ao qual Idelfondo do Mel está filiado, não sabe ao certo com quem marchará na eleição de outubro. O apoio a Alexandre Arraes não é fato consumado, segundo informações que circulam. A base dessas informações é a pauta das reuniões do grupo, que além de Idelfonso conta com mais de 20 pré-candidatos.
A insatisfação de Idelfonso e demais partidários seria grande e crescente, não só pela falta de espaço no governo, mas também em virtude do isolamento a que estaria se submetendo o prefeito, que antes abria espaço na agenda para ouvir e agora está procurando manter distância dos pesselistas.
A invasão das bases por parte de secretários recém nomeados e vereadores que praticam o chamado 'fogo amigo' também é um dos motivos da insatisfação.
Uma fonte nos revelou que a interlocução do prefeito com pré-candidatos sem mandato é zero.
Como se percebe, o jogo está aberto. A bola foi jogada pra cima no escuro e o time de fora é bem maior do que o que foi escolhido para jogar.
O que se fala é que o 'operador político' do prefeito é o irmão Ricardo Arraes. Pelo visto, terá muito trabalho pela frente, mesmo dispondo de todas as máquias possíveis ao seu dispor - municipal, estadual e federal. Se falhar, não será por falta de lençol para cobrir os santos.

Imprensa investe mais contra Eduardo Campos: MPF investiga 10 casos de transposição de dinheiro do Rio São Francisco para bolsos de corruptos.

A obra de transposição do Rio São Francisco, principal projeto tocado pelo Ministério da Integração Nacional, é alvo de pelo menos dez investigações do Ministério Público Federal (MPF). A maior parte dos inquéritos concentra-se em Pernambuco, Estado do ministro Fernando Bezerra Coelho. Três investigações foram abertas na gestão do ministro. A Procuradoria da República em Pernambuco apura indícios de superfaturamento no Eixo Leste e de descontrole no pagamento de aditivos na gestão de Bezerra. Entre os contratos suspeitos estão o 34/2008, que será retomado na primeira quinzena de fevereiro, e o 29/2008. O primeiro teve reajuste de 14,6% do valor inicial, que passou de R$ 235,5 milhões para R$ 269,9 milhões. O aumento contratual do segundo foi de 21% (de R$ 250,9 milhões para R$ 303,6 milhões).


Outro fato que está sendo apurado é que as medições dos serviços executados estavam sendo feitas pelas empresas construtoras e não pelas supervisoras. Os problemas foram apontados por uma auditoria do Tribunal de Contas da União (TCU), realizada entre 7 de abril e 27 de maio do ano passado, e remetida ao MPF. A procuradoria solicitou ainda informações sobre uma denúncia formulada pelo Sindicato Nacional da Indústria da Construção Pesada (Sinicon). O sindicato aponta a omissão da comissão de licitação do ministério na concorrência 2/2007. A investigação está em fase de instrução e a procuradoria aguarda a manifestação final da Corte de Contas para tomar as providências judiciais, caso as irregularidades sejam confirmadas.


Os processos sobre a transposição do São Francisco estão nas mãos da ministra Ana Arraes, mãe do governador de Pernambuco, Eduardo Campos. O governador é presidente do PSB, partido do ministro da Integração. Bezerra está no centro de uma crise política desde que o Estado revelou que quase 90% da verba antienchente do ministério foi destinada para Pernambuco.


Há investigações em outros Estados. No Ceará, dois procedimentos foram abertos no ano passado pelo Procurador da República Marcelo Mesquita. O primeiro apura, com base em relatório de fiscalização do TCU, aditivos feitos pelo ministério em contratos do Eixo Norte. O segundo apura a instalação de trechos do Eixão das Águas, projeto do governo estadual que irá escoar na transposição em áreas indígenas. De acordo com a Procuradoria, o estudo de impacto ambiental não considerou a existência da terra indígena Tapeba.Leia mais aqui.

A maior chaga social do Brasil.

O que é feito contra 20 milhões de aposentados da inciativa privada para preservar as benesses e os altíssimos salários de 1 milhão de servidores públicos inativos é a maior chaga social do Brasil. A perspectiva dos mais oobres é sempre crescer com o desenvolvimento do país. O aposentado privado, no entanto, só tem um horizonte: receber cada vez menos, ver o seu salário ser corroído ano a após ano.


Enquanto o déficit do INSS, que atende a mais de 20 milhões de aposentados da iniciativa privada, registrou queda em 2011, continuou crescendo o rombo na Previdência do setor público, com um milhão de servidores aposentados. Ao anunciar nesta quarta-feira que o déficit no regime do funcionalismo foi de R$ 56 bilhões em 2011, incluindo civis e militares, o ministro da Previdência, Garibaldi Alves, estimou que, mantido o comportamento dos últimos anos, ele deve superar R$ 60 bilhões em 2012. O governo estabeleceu como prioridade máxima, na volta do Congresso em fevereiro, a aprovação do projeto que cria o Regime de Previdência Complementar do Servidor Público da União (Funpresp). Mas o projeto acaba só com o déficit do servidor civil, que responde por R$ 25 bilhões a R$ 28 bilhões do rombo - a proposta não mexe ainda com a aposentadoria dos militares. Além disso, a criação da previdência complementar não reduz o déficit de imediato.


A estimativa de déficit de R$ 60 bilhões este ano considera projeção de elevação anual de 10% no déficit - em 2010, o dado consolidado mostrou déficit de R$ 51,2 bilhões, indo em 2011 a R$ 56 bilhões, embora o dado oficial do ano passado ainda não tenha saído. Para Garibaldi, a aprovação do Funpresp é importante para tornar o sistema "sustentável para o futuro": - É o maior déficit. Se o Congresso não chegasse a aprovar (o projeto do Funpresp), que vai, iria crescendo 10% ano a ano. O secretário de Políticas de Previdência Complementar do Ministério da Previdência, Jaime Mariz de Faria Júnior, confirmou ao GLOBO que os dados oficiais apontam para déficit de R$ 56 bilhões em 2011 e que há curva de crescimento de 10% a cada ano: - Mantendo, pode passar de R$ 60 bilhões este ano.


Mas a mensagem enviada pela presidente Dilma Rousseff com a proposta orçamentária, em agosto do ano passado, apontava montante bem inferior para cobrir o déficit da Previdência do servidor em 2012, na ordem dos R$ 50 bilhões. Em 2010, a despesa total com o regime previdenciário de servidores civis e militares da União foi de R$ 73,9 bilhões (R$ 52,5 bilhões dos civis, R$ 21,4 bilhões dos militares), com arrecadação de só R$ 22,7 bilhões (R$ 12,2 bilhões da contribuição patronal e mais R$ 10,5 bilhões da dos servidores) - o que gerou a diferença de R$ 51,2 bilhões. A pressa do governo em aprovar o Funpresp é porque a situação pode piorar: técnicos calculam que, em quatro ou cinco anos, haverá "boom" de aposentadorias, com 40% da atual força com condições de se aposentar. Mantidas as atuais regras, o déficit só aumentará. Hoje, são cerca de 955 mil aposentados para 1,1 milhão de ativos. Para o sistema não ser deficitário, o ideal eram quatro ativos (que contribuem com alíquota de 11%) para cada aposentado. Os militares são regidos por outro artigo da Constituição e não há intenção de mexer na questão agora. Para os técnicos, mesmo com o Funpresp a curva do déficit só passa a cair em 12 anos, com efeito positivo em 20 a 30 anos. Segundo a Fazenda, a economia será de R$ 20 bilhões em 2070. Em dezembro, foi feito na Câmara texto de consenso ao projeto que cria os fundos de Previdência Complementar do Servidor, mas acordo entre os líderes pôs a votação para fevereiro. (O Globo)

Serra reafirma: não será candidato.

O presidente do PSDB, Sérgio Guerra, afirmou ontem que seria "patético" apelar a José Serra para que se candidato. No final de semana, diante da crescente pressão do partido, Serra comunicou novamente a aliados que não irá disputar a eleição. "O PSDB não pode decidir desde que o ex-governador Serra, que foi nosso candidato à presidente da República, ache que não pode", afirmou Guerra, após reunião com Alckmin e o senador Aécio Neves O presidente do PSDB paulistano, Julio Semeghini, afirmou que, se Serra quiser agora ser candidato, terá ser disputar as prévias. Apesar disso, ele lembrou que o PSDB não tem "um nome tão forte" no momento.(Folha de São Paulo)

Pernambucano 2012 tem muito Ladão de Bode.

Começou tudo de novo. Ontem à noite o Bode do Araripe foi mais uma vez roubado pelo juiz da partida, na cidade de Caruaru, onde enfrentou o Central, chamado de Patativa do Agreste.
Resta saber se as autoridades vão continuar sem manifestar repúdio a tudo isso que acontece, visto que até urina foi jogada na torcida, e sequer policiamento foi solicitado para proteger os torcedores que se deslocaram até a dita Capital do Agreste.
Tem volta. Saibam os centralinos, desde já, que a única Patativa que respeitamos e curtimos á a Patativa do Assaré.

Saúde de Araripina como nos anos 60: Pé na estrada para Ouricuri; Pague ou morra; E até pagando morre.

O editor deste blog conhece um exemplo de família que perdeu a primogênita na mesa de parto. Natutal de Araripina, saiu às pressas, num Jepp, com destino ao já 'famoso' hospital de Ouricuri. O hospital Santa Maria sequer existia. O médico recém formado da cidade também dava plantão lá na terra de Felipe Coelho. A outra opção seria o Crato, bem mais distante.

COMO FOI
Depois de sentir as dores naturais da contração, percebendo que não havia possibilidade de ter filho sob os cuidados apenas das parteiras, o pai saiu às pressas para Ouricuri com a esposa, num Jepp, andando por aquelas estradas ainda não afaltadas.
Chegando lá, a surpresa: Informação de que não havia anestesia, ou anestesista, sabe-se lá. A versão do pessoal de enfermaria, sob sigilo, foi de que a anestesia que existia estava sendo reservada para alguém ligado aos Coelho de lá, que sequer tinha dia certo para ir ao bloco curúrgico.
A criança não nasceu viva. Foi extraída morta, sob olhar aterrorizado da mãe que via tudo e que guardou sequelas irreversíveis para o resto da vida, mais ainda por nunca mais ter gerado uma menina, como queria.

AINDA HOJE ISSO ACONTECE
Quem acompanha o noticiário, ou quem se interessa pelo sofrimento dos mais humildes, está cansado de saber que dramas semelhantes ainda acontecem em Araripina, sob as barbas dos políticos, e agora sob olhar do atual prefeito, que por sua vez é primo do atual governador, que por sua vez nada faz para amenizar o sofrimento da nossa população e que também por sua vez fornece água apodrecida e a conta-gotas a uma população que sofre pacientemente com eternas diarréias, muitas vezes já combalida pela dengue que assola nosso território.

REPÚDIO
Não é possível fazer blog ou gerar notícia fechando os olhos para isso; não dá para apoiar qualquer político ou administração conhecendo tal realidade quando nada é feito para minorar o sofrimento. Silenciar é ser omisso, mercenário e vendilhão.

quarta-feira, 18 de janeiro de 2012

Fogo amigo consome Alexandre

Parentes, amigos e leitores fiéis que têm lado não se ofendam com as verdades. Antes disso, reflitam sobre a necessidade de moderar em tudo e de enxergar a verdade. Pois a notícia com verdade não é o que desgasta ou atrapalha - O que atrapalha é a realidade que se tenta esconder.
Parece escolha, e é. Alexandre Arraes, prefeito interino de Araripina, enfrenta o maior fogo amigo que se teve notícia em Araripina. Sequer existe disfarce nas chamas lançadas contra a administração do novo chefe do poder municipal. Basta passar dez minutos ligado numa 'emissora amiga' para perceber a altura do fogo.
A pólvora tem várias origens, nenhuma estranha ao prefeito. Ou vêm dos novos aliados (ex-oposição), ou vêm de antigos aliados ligados ao prefeito afastado, Lula Sampaio.
É simples de entender: os aliados de Bringel o querem candidato. E é este o pensamento dos aliados de Valdeir Batista, Valmir Filho, Raimundo Pimentel e de qualquer um que pense em ser alçado ao posto de candidato do grupo. Já os aliados de Lula Sampaio acendem fogueiras com razão especial. A margem para Alexandre crescer é muito pequena, insuficiente, até porque ele se apequenou, ou se acovardou, na hora de dar sua largada 'magistral'.
Daí a pergunta: Qual a chance que Alexandre Arraes terá de se firmar candidato em tão pouco tempo, tendo que vencer um batalhão tão grande e bem treinado de militantes e, por cima, tendo que administrar o interesse por cargos, sabendo que ele fez a opção de manter a maioria dos indicados de Lula, justamente a fim de conquistar parte do eleitor que pensava ser seu calo na disputa?

Vale salientar que a fogueira foi acendida primeiro pelo próprio Alexandre, ou por gente de sua intimidade, quando começou a desautorizar secretários ditos fortes, dando ouvido e espaço a quem foi tratado como adversário da nova administração. Desta forma, rompeu-se o tênue laço de confiança que se formava e surgiu uma grande cratera de descofiança. Quem avança, no momento, é a turma que derrama gasolina e risca fósforo.
Quem for bom de oração já pode iniciar os ciclos. Com força, pois os aliados de Lula já planejam voltar por cima, antes ou depois do carnaval.
Não faço esse comentário na tentativa de desanimar uma e animar outra militâcia, pois o que se colhe de informação junto a um e outro lado tem tanto valor quanto uma nota de 3 Reais. Mas, fatos são fatos. As chances de Lula retornar são reais, senão agora em fevereiro, mas provavelmente dentro do prazo estipulado pela própria justiça. Só isso já basta para impor moderação aos 'afoitos' de plantão que perdem amizades em troca de vantagens questionáveis, ou sem nenhum valor.É para os que brigam entre família e até dentro de casa que me dirijo: Não vale a pena brigar, provocar, se atritar. Mesmo que a recompensa fosse grande, a amizade seria mais valiosa.

Decisão da Justiça escancara problemas do ENEM.

A Justiça Federal no Ceará determinou na noite de ontem que o Inep, órgão ligado ao Ministério da Educação, dê acesso às cópias da redação do Enem (Exame Nacional do Ensino Médio) e à grade de correção a todos os candidatos. Cabe recurso. O texto da decisão afirma ainda que os candidatos poderão optar por pedir revisão das provas. Em caso de mudanças no resultado, os candidatos poderão usar as novas notas no Sisu (sistema de seleção para instituições federais que usa nota do Enem). Essa decisão, portanto, pode modificar a situação do Sisu. As inscrições foram encerradas na quinta-feira e o resultado foi divulgado no dia seguinte. Os alunos que tiverem suas notas modificadas poderão recorrer na Justiça.

A decisão do juiz Luís Praxedes Vieira da Silva afirma que o "receio de dano irreparável é evidente". Silva atendeu a um pedido do Ministério Público Federal no Ceará. O juiz baseou sua decisão na Constituição Federal, que assegura o acesso dos cidadãos a informações, ao contraditório e à ampla defesa. O Inep informou que vai recorrer, apesar de não ter sido notificado ainda. O Ministério da Educação já havia afirmado que todos os alunos terão acesso pela internet de uma cópia da redação a partir do Enem 2012.O governo e o Ministério Público Federal assinaram um TAC (Termo de Ajustamento de Conduta) prevendo que o procedimento de vistas da prova seja automatizado. A medida não foi disponibilizada na última edição por conta de questões técnicas, afirmou o ministério.(Da Folha)

Eucalipteiros correram dos CAATINGUEIROS no território 'sagrado' de Araripina.

O governo do Estado e empresas interessadas em destruir o bioma caatinga no Araripe escolheram o desgastado e desnorteado prefeito de Trindade, Gerôncio Figueiredo (PT?), para defender a troca da caatinga por eucalipto na  vasta chapada, a fim de atender interesses privados, especificamente da Aracruz Celulose; para  livrar a pele do governador Eduardo Campos, que se nega a resolver a questão da matriz energética para o Pólo Gesseiro; e sobretudo para encontrar forma de doar fortunas de recursos públicos aos devastadores do nosso bioma em forma de empréstimos milionários a nunca serem quitados, para em seguida conceder o perdão da dívida e autorizar o uso da área plantada como 'moeda' de pagamento de dívidas mais antigas ainda de não mais que dez privilegiados devedores.

GERÔNCIO, O 'DIZIMADOR' DO FUTURO, TEMEU OS AMBIENTALISTAS
Uma casa de 'caboclo' estava erguida dentro do Centro Tecnológico. Gerôncio já conhece parte da plateia e negou fogo. Temeu ser vaiado. Sequer ousou falar a palavra que lhe ensinaram. Falou apenas de reflorestamento e, na condição de "Deus Falso e Mentiroso" escolhido pelos eucaliteiros, mentiu sem parar anunciando o fim 'dos verde, mas nunca ousando proferir a palavra maldita (eucalipto).
O Meu Araripe estava lá, através de cinco escutas, pronto para reagir a partir da base. Gerôncio, apesar de ter recebido tratamento com óleo de peroba por longos dias, foi muito fraco para as pretensões gigantescas da Aracruz. A turma especializada no tema 'Trindade' não teve sequer a oportunidade, por falta de motivos, de pegar o microfone e 'mandar' o senhor Gerôncio cuidar melhor daquilo que deixa se acabar no abandono: a cidade que governa (?).
Resumo:Gerôncio, como patrono da causa do eucalipto, não teve coragem de pisar o braseiro preparado pelos caatingueiros no Centro Tecnológico. Ficou devendo argumentos mais consistentes ao governador Eduardo e a Aracruz Celulose. Talvez não reapareça para pagar. Também não se notou a presença de Clementino Coelho ou do irmão Fernando Bezerra, patronos da causa defendida na "Integração" Nacional, que em outros momentos já chegou a prometer o Pólo Florestal em apenas seis meses..
A nossa munição continua guardada, intacta.

MATERIAL PARA GERÔNCIO VOLTAR A BANCA ESCOLAR

terça-feira, 17 de janeiro de 2012

A temida desindustrialização já é realidade. Os números preocupam.

O desempenho da economia brasileira em 2011 foi modesto: o PIB cresceu menos de 3%, a segunda pior performance desde 2004. O freio da economia foi a indústria de transformação, que permaneceu estagnada.
A produção de bens de consumo durável declinou quase 2%. Pior foi o caso dos não duráveis: no ramo têxtil, a produção caiu 15%; em calçados e artigos de couro, menos 10%; no vestuário, -3,3%. De fato, o setor industrial anda de lado, ou, dependendo de onde, para trás. Até hoje não retomou o nível de produção anterior à crise de 2008-2009.
O leitor pode perguntar-se: como é possível isso se o consumo nos últimos anos aumentou tão rápidamente? Desde 2007 as vendas a varejo cresceram perto de 40% reais; em 2011, 5%
A resposta é simples: crescem vertiginosamente as importações de produtos manufaturados. O déficit da balança comercial da indústria de transformação em 2011 (janeiro /novembro) cresceu 37% em relação a 2010, chegando a 44 bilhões de dólares! Em 2006, a balança era superavitária em 30 bilhões. Assim, boa parte dos empregos gerados pela febre de consumo dos últimos anos foi para o exterior.

Há uma desindustrialização em marcha no Brasil. Além do encolhimento do setor em relação ao PIB (faz mais de uma década), há uma desintegração crescente de cadeias produtivas, tornando algumas atividades industriais parecidas às “maquiadoras” mexicanas.
Mas atenção! Os produtos manufaturados que importamos não são mais baratos, e os que exportamos mais caros, porque a indústria brasileira seja mais ineficiente do que a chinesa ou coreana, embora, pouco a pouco, num círculo vicioso, isso possa acontecer.
 A explicação principal é o elevado custo sistêmico da economia brasileira.
Palavra de José Serra.

A caixa preta do Prouni.

Ninguém sabe quantos alunos evadiram do Prouni até hoje. Teoricamente, os prounistas deveriam ocupar 10% de todas as vagas com bolsas integrais. Ou 20% de todas as vagas com bolsas de 50%. Ninguém sabe se a lei está sendo cumprida. O ministro Haddad não quer saber, porque é uma informação que não interessa. Ao PT interessam os números marqueteiros e não os resultados efetivos. As universidades comem em tranca porque deveriam, por lei, ocupar as vagas dos evadidos com novos alunos. Vejam o que diz a Lei 11.096 que criou o Prouni:
... sempre que a evasão dos estudantes beneficiados apresentar discrepância em relação à evasão dos demais estudantes matriculados, a instituição, a cada processo seletivo, oferecerá bolsas de estudo na proporção necessária para estabelecer aquela proporção.

Em síntese, a universidade é responsável pela evasão, deve repor as vagas perdidas, mas o ministro Haddad jamais fez esta análise. O MEC não tem como controlar isso. O MEC é incompetente para fazer este acompanhamento. Nem mesmo as universidades são capazes de fornecer números com segurança. A oposição não investiga porque ontem, por exemplo, o PSDB estava fazendo o debate dos seus pré-candidatos à prefeitura de São Paulo dentro de uma universidade privada. Para lançar a candidatura de Haddad, o governo está preparando uma grande comemoração por ter alcançado um milhão de vagas no Prouni, mas ninguém sabe quantos efetivamente estão matriculados, tão pouco quantos se formaram desde 2005. Ninguém sabe qual o resultado efetivo do programa em número de novos profissionais formados nas mais diversas áreas. Ninguém faz este levantamento. Em 2010, havia 3 milhões 987 mil alunos matriculados em universidades privadas. Quantos destes são alunos do Prouni? Ninguém sabe. Para o MEC interessa o número: um milhão de vagas, como se vagas fossem alunos. Para as instituições pagas interessa receber total isenção de impostos. O Prouni é mais uma caixa preta do PT, com o aval da iniciativa privada e sem a fiscalização da oposição.

Coisa de tucano: Prévia da prévia da prévia.

Ontem, o pré-candidato tucano à prefeitura de São Paulo, Bruno Covas, tido como o preferido de Geraldo Alckmin em função do sobrenome, sugeriu que haja um segundo turno nas prévias do partido, que indicarão o candidato das bases, em 4 de março próximo. Os dois mais votados iriam para uma nova eleição. A prévia seria uma prévia da prévia. Está cada vez mais divertido.

segunda-feira, 16 de janeiro de 2012

As ditas pesquisas

Ontem e hoje conversei com algumas de minhas fontes. Duas falaram sobre pesquisas encomendadas pelo PTB de Armando Monteiro. Em Araripina, um velho questionário foi adaptado.
Mas as duas fontes não falaram a mesma lingua acerca dos números, no quesito Valmir Filho, nem no quesito Alexandre Arraes.
Minha fonte de ontem informou que Alexandre Arraes teria conseguido estancar o crescimento de Valmir e encostado nele. Já a fonte de hoje informou que Alexandre sequer ultrapassou a barreira de 2%. Segundo este, Valmir Filho bateria concorrentes de peso, em confronto direto.
Estranho mesmo é o movimento de gente ligada a Lula tentando construir um palanque alternativo, ou soltando os primeiros sinais neste sentido.
Hoje Lula Sampaio foi levado pelo 'pelotão avançado' de Armando Monteiro. Ontem estava em Araripina recebendo aliados.
Não sei quem acertou mais, nem quem inventou mais. Ambos foram sinceros: "Não vi a pesquisa, só me falaram dela na casa de Lula'.
A realidade é que a bola foi atirada para o alto com a queda de Lula Sampaio.
Ouvi gente graduada dando ciência de que Lula vai voltar ao páreo na disputa. A conferir.
Um político mais experiente e calejado ligado ao prefeito afastado me disse o seguinte: Se Lula não conseguir se viabilizar na disputa, vai esperar os adversários decidirem com quem marcharão para tomar lado, a fim de decidir a eleição.
Você deve estar estranhando tantas informações relacionadas ou com fontes ligadas a Lula Sampaio. É fácil explicar: ele hoje é oposição e tem tempo para soltar as suas versões. Diferente dele, a antiga oposição assumiu o poder repentinamente e começou a enfrentar problemas, e também a esconder o jogo. Jogo? Boa pergunta: os que governam estão mesmo sabendo jogar?
Olhando sem paixão, estão levando olé da bola. 

DINHEIRO PARA SAÚDE: Emenda 29 prejudicada pelos vetos de Dilma

O líder do PSDB na Câmara, deputado Duarte Nogueira (SP), criticou os 15 vetos da presidente Dilma à lei que define os gastos públicos em saúde e os percentuais mínimos que devem ser investidos no setor pela União, Estados e municípios, chamada Emenda 29. Segundo a Folha Online, Nogueira lamentou especialmente o veto ao dispositivo que determinava a separação dos valores a serem aplicados na saúde em contas específicas, procedimento que facilitaria a fiscalização da sua efetiva aplicação, com total transparência da gestão desses recursos.
Outro artigo vetado pela presidente abre a possibilidade da União aplicar menos dinheiro na saúde. "Ou seja: menos dinheiro para hospitais, remédios e material hospitalar, por exemplo. Mais uma vez, o governo federal foge de suas responsabilidades e joga o peso das contas da saúde nas costas de Estados e municípios", acrescentou o líder tucano. Dilma também vetou o artigo que prevê "créditos adicionais" para a saúde na hipótese de revisão do valor nominal do PIB (Produto Interno Bruto).

Nosso trânsito

Passam os anos, troca-se de gestor e nada de aplicação da lei que municipalizou o trânsito em Araripina. Nada além de ações midiátias quando algo de grave acontece, ou de ações voltadas a encher os cofres de governos e prefeitos com as famigeradas multas que insistem em  chegar antes das ações educativas.
Com a palavra, Alexandre Arraes, que além de mandar na prefeitura também manda no DETRAN.

Guerra suja ou alarme falso: "Advogado diz que agentes infiltrados no Estado trabalham para sujar imagem de Pernambuco"

"Em meio a mente criativa de adversários do povo nordestino, venho advertir ao Governo do Estado de Pernambuco, para que, através das Instituições de Segurança e Ministério Público, bem como aos Órgãos Federais ligados a fiscalização da atividade laboral, empenhem esforços conjuntos no sentido de adotar providências preventivas contra um grupo de quatro pessoas que, sem legitimidade de representação de classe, visam promover nas obras estruturadoras do estado a infiltração de pessoas, para com isso promover além de badernas, paralisações ilegais e indevidas nas referidas obras, como já anunciado para hoje (16.01.2012), tudo com o único desiderato de impingir ao Governo do Estado a pecha de "ineficiência administrativa", dado ao pleito nacional de 2014".

Ricardo Guedes, advogado (Publicado originamente no Blog de Jamildo).
Seriam os agentes infiltrados integrantes da turma de Zé Dirceu?

Dilma quer importar 400 MIL gringos na tentativa de melhorar a qualidade do povo brasileiro. Desistiu de melhorar a escola.

O jornal El País da Espanha informa, hoje, que o governo brasileiros "está preparando um tapete vermelho" para receber 400.000 trabalhadores especializados vindos de outros países. Vejam a declaração do assessor da Dilma: "como o Brasil é hoje uma ilha de prosperidade no mundo, há muita gente bem preparada que quer trabalhar aqui".  Em vez de formar os seus próprios técnicos, o Brasil vai importar mão-de-obra especializada, reservando para os brasileiros os trabalhos de terceira categoria, mal remunerados e mal valorizados. Para o PT do Fernando Haddad é melhor importar técnicos do que formá-los aqui. É a maior prova da incompetência do PT em preparar o Brasil para o futuro. Leia aqui em espanhol. 

E aqui uma matéria em português, de O GLOBO.

Crack toma conta do país e Dilma corta 50% das verbas para segurança.

O Programa Nacional de Segurança Pública com Cidadania (Pronasci) sofreu, no primeiro ano do governo Dilma Rousseff, o maior corte de recursos desde a sua criação, no fim de 2007. Dos R$ 2,094 bilhões autorizados para 2011 só a metade foi paga nos diversos projetos previstos pelo Ministério da Justiça, contrariando o discurso de campanha de ampliar a colaboração com estados e municípios nessa área. A tesourada foi de R$ 1,036 bilhão, impactando as ações Brasil afora.

Nos últimos quatro anos, a execução orçamentária média do programa foi de 63%. Com os cortes do ano passado, o valor deixado no cofre alcança R$ 2,3 bilhões. Ações alardeadas nos palanques eleitorais em 2010 não mereceram nenhum centavo no ano de estreia de Dilma, a exemplo da construção de postos de polícia comunitária com R$ 350 milhões previstos. Para a modernização de estabelecimentos penais, foram prometidos outros R$ 20 milhões, mas nada foi pago. Os dados são do Sistema Integrado de Administração Financeira do governo federal (Siafi).

Quase 40% do valor desembolsado no ano passado (R$ 1,058 bilhão) foram de restos a pagar, ou seja, compromissos firmados em exercícios anteriores. O ajuste fiscal do governo Dilma também atingiu uma das principais políticas do Pronasci, a Bolsa Formação, que paga auxílio a policiais e outros profissionais de Segurança matriculados em cursos de qualificação. O governo nunca gastou menos que 86% do autorizado para esse fim. Em 2011, só 49% da verba prometida foram pagos. Mesmo assim, a Bolsa Formação ainda responde por mais da metade do valor aplicado no Pronasci (R$ 572 milhões). Leia mais em O Globo.

Araripina 2012: Enquete aí ao lado.

Estamos colhendo o pensamento do leitor do blog sobre a eleição que se aproxima.
Alguns dados se destacam, a saber:
1) A turma de Lula Sampaio continua atiava e engajada, aqui e lá no Facebook, onde o link foi postado e de onde veio boa parte dos votantes. O motivo do engajamento é simples: Muitos acreditam no retorno do ex-prefeito ainda em fevereiro e outros estão certos de que de junho não passa;
2) O fogo amigo dentro do grupo que governa é muito alto, maior e muito do que aquele que tostava o ex-prefeito Valdeir Batista. Está mais do que provada a existência de um auto-flagelo na antiga oposição (hoje no poder). Tudo fruto de 'velórios antecipados' e 'sepultamentos políticos' mal realizados, que resultaram na indefensável escolha do critério de 'pesquisa' para definição do candidato do chamado frentão. Resta provado que nenhum dos aspirantes aceitará o resultado de pesquisas como determinante, mas por via das dúvidas, todos se queimam entre si.
Alexandre não está conseguindo se firmar, por alguns motivos: não atendeu aos pedidos mínimos dos vereadores (só de uma tendência) e fez algumas concessões que não seguiram uma lógica. Os aliados de Lula que permaneceram em seus cargos foram preservados basicamente em virtude da afinidade entre Boba e Ricardo Arraes. Como isto não virou regra, os que saíram e se magoaram estão atribuindo o infortúnio a aliados de Alexandre, que começam a se sentir prejudicados por atuações paralelas no governo municipal. O que fica de impressão é que a interinidade de Alexandre Arraes será capaz de revelar uma grande e atuante primeira-dama e um grande irmão que opera sem caneta. E isto deixa uma faixa muito estreita para o gestor tentar ganhar respaldo popular. Sem contar que, o surgimento na mídia de apoios de 'determinada família' a eventos culturais está servindo para aliementar antigos ranços, o que pode ser fatal para as pretensões de Alexandre.
3) O tamanho inicial do candidato INDEPENDENTE é superior a 10%, mesmo sendo oferecido ao eleitor a alternativa de candidaturas que não se sustentarão mais adiante, o que eleva para cerca de 20% o tamanho de partida deste candidato.

VOTE
AJUDE NA ELUCIDAÇÃO DO MOMENTO POLÍTICO DE ARARIPINA.

Por enquanto, cruzando os primeiros votos e ouvindo pessoas experientes que estão vivendo o momento político, foi esta a leitura 'mais'  real e profunda que consegui fazer. Considero que seja muito reveladora e certeira. A conferir.
EM TEMPO: Enquete não é pesquisa. Esta nossa revela duas coisas que eu já tinha conseguido 'rastrear' aqui e no facebook: A turma de Lula está muito engajada esperando a sua volta e a de Alexandre não sabe o que faz, o que quer e o que vem, muito menos acredita que esteja governando com tanta gente que não conehce o terreno dando ordens. O resultado disso tudo é o desânimo de uma militância que aparentemente é enorme se convertendo em pouca atuação nas redes sociais numa hora decisiva para formação da opinião final. Enquanto isso, uma militância  que caiu do cavalo sequer tirou a espora e continua embalada, até mesmo montada em dois animais possantes.